<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109</id><updated>2012-03-05T09:02:25.556-08:00</updated><category term='trabalhador rural'/><category term='prescrição;estelionato; recebimento indevido; marco inicial.'/><category term='repercussão geral'/><category term='desaposentação; revisão de benefício; restituição de valores.'/><category term='aposentadoria compulsória; aumento da idade; inconstitucionalidade'/><category term='Assembleia Legislativa de Santa Catarina'/><category term='certidão de tempo de contribuição'/><category term='auxílio-doença'/><category term='abono de permanência'/><category term='cesta-alimentação; abono; verba remuneratória; complementação de aposentadoria'/><category term='afastamento; desnecessidade de perícia.'/><category term='suspensão do contrato de trabalho.'/><category term='Regime Próprio'/><category term='concubinato'/><category term='PEC 270/2008'/><category term='esclerose lateral'/><category term='PAE'/><category term='ação regressiva'/><category term='TNU'/><category term='FAP'/><category term='exame demissional obrigatório.'/><category term='TST'/><category term='incidente de uniformização'/><category term='servidor público. contribuição previdenciária.'/><category term='fator acidentário de prevenção'/><category term='dispensa sem justa causa'/><category term='união estável'/><category term='indenização'/><category term='prazo'/><category term='culpa do empregador'/><category term='tempo de contribuição'/><category term='projeto de lei'/><category term='ação rescisória'/><category term='incapaz'/><category term='cômputo de tempo de contribuição'/><category term='natureza indenizatória'/><category term='carência'/><category term='plano de sáude; aposentadoria por invalidez'/><category term='aposentadoria rural'/><category term='incapacidade laborativa'/><category term='prova testemunhal'/><category term='PL 1992'/><category term='atividade insalubre'/><category term='assistência judiciária gratuita; deserção'/><category term='cálculo da aposentadoria'/><category term='STF'/><category term='EPI'/><category term='aviso prévio; gestação; indenização'/><category term='aposentadoria por idade'/><category term='Lei 11.718'/><category term='pensão por morte'/><category term='pensionistas'/><category term='Emenda 41'/><category term='benefício por incapacidade; exercício de atividade remunerado; direito à percepção'/><category term='revisão de benefício.'/><category term='Aposentadoria especial'/><category term='doenças graves e incuráveis'/><category term='aposentadoria irregular; certidão de tempo de contribuição'/><category term='inativos'/><category term='licença maternidade. ampliação do período. empresas públicas e privadas.'/><category term='contribuição para a seguridade social'/><category term='seguro-desemprego; vedação de acúmulo.'/><category term='Incidente de Uniformização.'/><category term='servidores públicos'/><category term='isenção; devolução.'/><category term='previdëncia complementar'/><category term='imposto de renda'/><category term='aposentadoria por invalidez'/><category term='Decadēncia'/><category term='concubina'/><category term='Justiça do Trabalho'/><category term='execução fiscal; benefício previdenciário indevido; crédito tributário.'/><category term='tábua de mortalidade'/><category term='; pensão por morte'/><category term='INSS'/><category term='complementação de aposentadoria'/><category term='fato gerador; concessão; data do óbito'/><category term='contagem recíproca'/><category term='responsabilidade objetiva do empregador.'/><category term='revisão de benefício'/><category term='fator previdenciário; expectativa de vida; nova tabela.'/><category term='danos morais'/><category term='idade mínima'/><category term='fraude'/><category term='Regimes Próprios'/><category term='IPREV'/><category term='cerceamento de defesa'/><category term='Canadá'/><category term='competência'/><category term='aposentados'/><category term='Acordo internacional'/><category term='SAT'/><category term='ação direta de inconstitucionalidade'/><category term='rol não taxativo'/><category term='FUNPRESP'/><category term='erro da administração pública.'/><category term='contribuição previdenciária; redução; formalização; empregado doméstico.'/><category term='proventos integrais.'/><category term='previdência complementar'/><category term='fator previdenciário'/><category term='ALESC'/><category term='RPPS'/><category term='conversão de tempo especial'/><category term='acumulação de benefícios'/><category term='agente nocivo à saúde'/><category term='honorários advocatícios; execução de sentença; impugnação'/><category term='liminar'/><category term='Desaposentação.'/><category term='Recurso Extraordinário'/><category term='anulação de sentença'/><category term='servidor público'/><category term='acidente do trabalho'/><category term='acidente de trabalho; ação regressiva'/><category term='ADI 4660'/><category term='atividade especial'/><category term='créditos trabalhistas'/><title type='text'>Notícias da Previdência Social</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>73</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4005164949378101829</id><published>2012-03-05T09:02:00.000-08:00</published><updated>2012-03-05T09:02:25.563-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dispensa sem justa causa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='danos morais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='exame demissional obrigatório.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='incapacidade laborativa'/><title type='text'>MGS é condenada a indenizar empregada dispensada doente</title><content type='html'>&lt;div style="background: white; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Uma empregada procurou a Justiça do Trabalho pedindo a condenação da MGS - Minas Gerais Administração e Serviços S/A ao pagamento de indenização por danos morais por ter sido dispensada sem justa causa, mesmo com o resultado do exame demissional que a declarou incapaz para o trabalho. Como o INSS havia atestado a capacidade, a reclamante se viu sem salários, sem benefício previdenciário e até sem as parcelas rescisórias, porque a entidade sindical não homologou a rescisão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O juiz de 1º Grau condenou a empregadora ao pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$5.000,00, e a empresa recorreu. Mas a 2ª Turma do TRT-MG manteve a sentença, porque, conforme esclareceu o desembargador Jales Valadão Cardoso, foi provado no processo que a reclamante passou longo período afastada de suas atividades profissionais, para tratamento de câncer. Apesar de a perícia médica do INSS tê-la liberado para o serviço, o exame demissional, no curso do aviso prévio, declarou a sua incapacidade para o trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mesmo assim, a empresa não voltou atrás na dispensa sem justa causa, deixando a empregada em situação indefinida, sem receber sequer a rescisão contratual, já que o sindicato se recusou a homologar o termo rescisório. O relator explicou que o exame demissional é obrigatório e está previsto no artigo&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/91896/consolida%C3%A7%C3%A3o-das-leis-do-trabalho-decreto-lei-5452-43" title="Artigo 186 do Consolidação das Leis do Trabalho - Decreto-lei 5452/43"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;186&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;da&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/91896/consolida%C3%A7%C3%A3o-das-leis-do-trabalho-decreto-lei-5452-43" title="Consolidação das Leis do Trabalho - Decreto-lei 5452/43"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;CLT&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, tendo como um dos objetivos principais impedir a dispensa do trabalhador inválido ou incapacitado para exercer as suas atividades profissionais. "Ignorar o resultado desse exame constitui omissão do dever imposto pela legislação", ressaltou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No entender do desembargador, os danos morais estão claros, pois a trabalhadora, estando doente, necessitava receber licença médica e auxílio doença, mas, ao contrário, foi sumariamente dispensada, ficando sem a proteção trabalhista e previdenciária, no momento em que mais necessitava. Não há dúvida de que a empregada teve a dignidade ofendida, por culpa da reclamada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Com esses fundamentos, o desembargador manteve a decisão de 1º Grau, no que foi acompanhado pela Turma julgadora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;fonte: Jus Brasil&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4005164949378101829?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4005164949378101829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/03/mgs-e-condenada-indenizar-empregada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4005164949378101829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4005164949378101829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/03/mgs-e-condenada-indenizar-empregada.html' title='MGS é condenada a indenizar empregada dispensada doente'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-612901045385082036</id><published>2012-03-05T08:57:00.000-08:00</published><updated>2012-03-05T08:57:42.755-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fator previdenciário'/><title type='text'>Aposentados e representantes de trabalhadores pedem fim do fator previdenciário</title><content type='html'>&lt;div style="background: white; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aposentados, pensionistas e representantes dos trabalhadores da iniciativa privada e de sindicatos defenderam, nesta segunda-feira (27), o fim do fator previdenciário e uma nova política de valorização dos benefícios daqueles que ganham acima do salário mínimo. O assunto foi debatido pela Comissão de Direitos Humanos, na manhã desta segunda-feira (27), por requerimento do senador Paulo Paim (PT-RS).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para os participantes da audiência, o atual sistema de cálculo dos benefícios é ruim e prejudica os aposentados desde sua criação em 1999. O coordenador Nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores, José Augusto, chamou o fator de "matemática perversa" e "monstrengo tucano", por ter sido criado no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Já o representante da Nova Central Sindical, Celso de Miranda Pimenta, defendeu a extinção imediata do método de cálculo, afirmando que "não há remédio para um mal incurável".O senador Paulo Paim (PT-RS), por sua vez, considerou o fator previdenciário o "pior dos mundos".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Complemento de renda&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O representante do Ministério da Previdência Social, Dênisson Almeida Pereira, admitiu que o fator previdenciário provocou a redução do valor médio dos benefícios, sendo que o objetivo inicial não era este. Uma das consequências, segundo ele, é que muitos aposentados continuaram a trabalhar, fazendo da aposentadoria uma forma de completar a renda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- A aposentadoria não foi feita para ser um complemento de renda, mas para substituir os ganhos de quem estava na ativa - afirmou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O representante do governo alertou ainda para o crescente envelhecimento da população brasileira e a necessidade de investimento em políticas públicas para os idosos. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentados por Dênisson Pereira, o Brasil tem hoje pouco mais de 19 milhões de pessoas com mais de 60 anos. Em 2050, serão 64 milhões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Propostas&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Durante a audiência pública, alguns dos convidados apresentaram soluções alternativas ao fator previdenciário. A Força Sindical, por exemplo, defende um sistema que valorize o tempo de contribuição e em que o aposentando tenha idêntica remuneração ao do período da ativa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Os trabalhadores da iniciativa privada começam a trabalhar cedo no Brasil, o atual sistema reduz a aposentadoria, em média, em 42% - reclamou o diretor institucional do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, Paulo José Zanetti.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De acordo com a proposta da Força Sindical, ficariam mantidos os atuais parâmetros de tempos de contribuição mínimos equivalentes a 30 anos para a mulher e 35 anos para o homem, previstos na&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1027008/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988" id="citacaoLegis" title="Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Constituição&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. A renda mensal do benefício seria integral quando a soma do tempo de contribuição e da idade atingir 80 para a mulher e 90 para o homem. Seria o caso, por exemplo, de uma mulher de 50 anos que contribuísse por 30 anos, ou de um homem de 55 que contribuísse por 35 anos. Quando a soma fosse inferior a 80 ou 90, haveria a aplicação de um fator redutor. Caso contrário, seria aplicado um fator multiplicador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Críticas ao PT&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Diante das críticas ao fator previdenciário, algumas delas direcionadas ao PSDB, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), questionou a razão de o governo petista ainda não ter feito nada para alterar ou acabar com o atual mecanismo, após nove anos no poder, uma vez que se posicionou contra a fórmula quando ela foi criada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O atual governo diz que é contra o fator e que este é perverso. Então é preciso mudar, não é? Por que não mandam um projeto com esse objetivo? Eu estou pronto para votar a favor dessa mudança - declarou o senador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reajustes&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O aumento para aposentados e pensionistas que ganham acima do mínimo também foi tema de discussão. Os convidados foram unânimes na defesa de um reajuste real dos benefícios acima da inflação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O que se faz com o aposentado brasileiro é massacre, não tem qualificação. Gente que passou 40 anos contribuindo sobre dez salários hoje recebe menos da metade - lamentou o vice-presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Nelson de Almeida.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O reajuste para os beneficiários foi um dos pontos polêmicos na votação da proposta orçamentária para 2012, no fim do ano passado no Congresso Nacional. Na ocasião, os aposentados reivindicaram reajuste de 11,7% para as aposentadorias acima do salário mínimo. Esse percentual correspondia à correção da inflação, mais um aumento real. O relatório final do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) garantiu apenas a reposição inflacionária de 6,3%.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Agora estamos cumprindo um compromisso com a categoria, que é buscar, ao longo de 2012, um entendimento com o governo a fim de melhorar a situação dos beneficiários. Se a situação continuar do jeito que está, vai chegar um tempo em que todos vão ganhar apenas um salário mínimo - afirmou Paim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outros números sobre a Previdência apresentados na audiência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* O aumento real de 1% para os benefícios acima de um salário mínimo provoca uma elevação de despesa da ordem de R$ 1,3 bilhão somente no ano em que é aplicado reajuste;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* A soma anual das aposentadorias emitidas por tempo de contribuição, passou, em valores nominais, de R$ 10,5 bilhões, em 1995, para cerca de R$ 76,7 bilhões em 2011;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* Em 2011, as aposentadorias por tempo de contribuição responderam por quase 1/3 do valor total dos benefícios emitidos (31,1%).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* Em dezembro de 2011, o valor médio líquido das aposentadorias por tempo de contribuição foi de R$ 1.277,10; enquanto a média de todos os benefícios do Regime Geral de Previdência Social nesse mês foi de R$ 757,71;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* A idade média dos homens brasileiros que se aposentam por tempo de contribuição é 54 anos. A das mulheres é de 51 anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* No período de 1995 a 2011 os aposentados e pensionistas que ganham acima do mínimo tiveram um ganho real da ordem de 15,8% acima da inflação, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 10.8pt; margin-bottom: 8.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: jus brasil&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-612901045385082036?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/612901045385082036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/03/aposentados-e-representantes-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/612901045385082036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/612901045385082036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/03/aposentados-e-representantes-de.html' title='Aposentados e representantes de trabalhadores pedem fim do fator previdenciário'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-6574185886465791372</id><published>2012-03-05T08:49:00.000-08:00</published><updated>2012-03-05T08:49:06.934-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aviso prévio; gestação; indenização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='responsabilidade objetiva do empregador.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='acidente do trabalho'/><title type='text'>Ovelha fratura rosto de trabalhadora</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;No entendimento do TRT-4, a empregadora deve indenizar, pois o trabalho realizado pela decorreu do risco inerente no trato com animais, cujas reações são imprevisíveis.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;Um proprietário rural de São Jerônimo deve indenizar em R$ 6 mil uma trabalhadora que teve o rosto ferido por uma ovelha ao se debruçar na cerca do estábulo para realizar a contagem dos animais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;A decisão é da 4ª Turma do TRT4. Para os julgadores, a responsabilidade do empregador no caso é objetiva e independe de culpa, já que o acidente do trabalho decorreu do risco inerente no trato com animais, cujas reações são imprevisíveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;Segundo informações dos autos, a reclamante foi admitida em agosto de 2006 e trabalhou na fazenda até janeiro de 2008, no cargo de auxiliar de serviços gerais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;Em 16 de março de 2007, quando fazia a contagem das ovelhas, notou a falta de um dos animais e se debruçou na cerca do estábulo para procurá-lo. Neste momento, de acordo com o relato, uma das ovelhas saltou no seu rosto, provocando fraturas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;Devido ao fato, a trabalhadora ajuizou ação na Justiça do Trabalho, alegando nunca ter recebido treinamento ou equipamentos de proteção individual (EPIs) e que a lesão resultou em redução da sua capacidade de trabalho. Diante disso, pleiteou indenização por danos morais e estéticos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;O pedido foi atendido em primeiro grau pela juíza de São Jerônimo. Tal decisão, entretanto, gerou recurso das partes ao TRT-4. O proprietário rural Ildefonso Homero Gonçalves Barradas questionou sua responsabilidade no acidente, alegando que o fato ocorreu por culpa exclusiva da trabalhadora, que teria agido de forma imprudente e&lt;i&gt;&amp;nbsp;"tresloucada"&amp;nbsp;&lt;/i&gt;ao debruçar-se sobre a cerca.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;A reclamante, por sua vez, solicitou aumento da indenização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Unicode MS&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;No julgamento do caso, o relator do acórdão na 4ª Turma, desembargador Hugo Carlos Scheuermann, destacou a ausência de provas, por parte do reclamado, de que tenha oferecido treinamento e esclarecimentos à trabalhadora a respeito do trato com animais. Conforme afirmou o magistrado, essa medida poderia ter evitado o infortúnio.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;"Na concepção atual de gestão de segurança, não há como se considerar o empregado como uma figura infalível e isento do cometimento de falhas inerentes à natureza humana, razão pela qual o nível de diligência que deve ter o empregador deve ultrapassar àquele esperado do homem médio",&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;argumentou o julgador.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;O julgador citou, nesse contexto, o parágrafo único do artigo 927 do Código Civil brasileiro, que prevê reparação do dano por parte do seu autor, quando a atividade deste pressupõe riscos a terceiros.&amp;nbsp;&lt;i&gt;"Em decorrência, a responsabilidade civil que se estabelece é a objetiva, de modo que não se cogita verificar a presença ou não do elemento culpa, bastando tão somente a existência de dano e nexo causal para a configuração do dever de indenizar",&amp;nbsp;&lt;/i&gt;concluiu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;fonte: www.espacovital.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-6574185886465791372?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/6574185886465791372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/03/ovelha-fratura-rosto-de-trabalhadora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6574185886465791372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6574185886465791372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/03/ovelha-fratura-rosto-de-trabalhadora.html' title='Ovelha fratura rosto de trabalhadora'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-3675854225179177271</id><published>2012-03-05T08:31:00.002-08:00</published><updated>2012-03-05T08:51:05.520-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='proventos integrais.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='repercussão geral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='doenças graves e incuráveis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria por invalidez'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rol não taxativo'/><title type='text'>Aposentadoria integral de servidor com doença grave não especificada em lei tem repercussão</title><content type='html'>&lt;pre style="background-color: white;"&gt;&lt;div style="color: #2a2a2a; line-height: 17px; text-align: justify; white-space: normal;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 8.0pt;"&gt;Q&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;uestão constitucional&lt;br /&gt;levantada pelo Estado de Mato Grosso no Recurso&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Extraordinário&lt;br /&gt;(RE) 656860 teve repercussão geral reconhecida pelo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Plenário&lt;br /&gt;Virtual do Supremo Tribunal Federal (STF). Com base no artigo 40,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;parágrafo&lt;br /&gt;1º, da Constituição Federal, o recurso discute a possibilidade,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;ou&lt;br /&gt;não, de servidor portador de doença grave e incurável, não especificada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;em&lt;br /&gt;lei, receber os proventos de aposentadoria de forma integral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O&lt;br /&gt;Recurso Extraordinário foi interposto contra acórdão do Tribunal de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Justiça&lt;br /&gt;do Estado de Mato Grosso (TJ-MT), que decidiu favoravelmente a uma&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;servidora,&lt;br /&gt;em mandado de segurança impetrado naquela corte. Conforme a&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;decisão&lt;br /&gt;questionada, se a perícia médica assevera que a servidora tem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;doença&lt;br /&gt;incurável não descrita no rol do parágrafo 1º, do artigo 213, da&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Lei&lt;br /&gt;Complementar 04/90, a servidora tem o direito à aposentadoria com&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;proventos&lt;br /&gt;integrais, “pois não há como considerar taxativo o rol descrito&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;na&lt;br /&gt;lei, uma vez que é impossível a norma alcançar todas as doenças&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;consideradas&lt;br /&gt;pela medicina como graves, contagiosas e incuráveis”. No&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;entanto,&lt;br /&gt;o Estado de Mato Grosso alega que esse acórdão violou o inciso I,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;do&lt;br /&gt;parágrafo 1º, do artigo 40, da Constituição Federal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Existência&lt;br /&gt;de repercussão geral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Para&lt;br /&gt;o relator do recurso, ministro Ayres Britto, a questão constitucional&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;discutida&lt;br /&gt;nos autos – saber se o direito à aposentadoria por invalidez com&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;proventos&lt;br /&gt;integrais pressupõe que a doença esteja especificada em lei –&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;“se&lt;br /&gt;encaixa positivamente no âmbito de incidência do parágrafo 1º do&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;artigo&lt;br /&gt;543-B do Código de Processo Civil”. Segundo esse dispositivo, para&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;efeito&lt;br /&gt;da repercussão geral, será considerada a existência, ou não, de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;questões&lt;br /&gt;relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;jurídico,&lt;br /&gt;que ultrapassem os interesses subjetivos da causa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Com&lt;br /&gt;essas considerações, o relator manifestou-se pela presença do&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;requisito&lt;br /&gt;da repercussão geral, entendimento que foi confirmado pela Corte&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;por&lt;br /&gt;meio de deliberação no Plenário Virtual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;fonte:&lt;br /&gt;STF&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/pre&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-3675854225179177271?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/3675854225179177271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/03/aposentadoria-integral-de-servidor-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3675854225179177271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3675854225179177271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/03/aposentadoria-integral-de-servidor-com.html' title='Aposentadoria integral de servidor com doença grave não especificada em lei tem repercussão'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-378767274762798964</id><published>2012-02-27T05:40:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T05:40:54.926-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='licença maternidade. ampliação do período. empresas públicas e privadas.'/><title type='text'>Licença-maternidade de seis meses obrigatória</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No seu oitavo dia no cargo, a nova ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, defendeu ontem (16) que o novo período de licença-maternidade, que passou de quatro para seis meses, se torne obrigatório em todo o setor público e privado no país. Atualmente, as empresas são obrigadas a pagar apenas os quatro primeiros meses da licença, ficando os dois meses restantes como opção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A ministra estima que nem 30% das companhias no país implementaram a nova legislação. E deixou claro que seu objetivo é de que até para que isso seja concretizado, todo o período precisaria passar a obrigatório.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além disso, a ministra defende ampliação do período de licença-paternidade, que segundo ela varia de cinco a dez dias, dependendo das empresas. Considera fundamental a participação masculina também no pós-parto. As informações são do jornal Valor Econômico em sua edição desta sexta-feira, em matéria assinada pelo jornalista Assis Moreira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pela primeira vez, o Brasil será submetido ao escrutínio da comunidade internacional sobre direitos da mulher, hoje (17) no Comitê para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (Cedaw) das Nações Unidas, em Genebra. E a ministra Menicucci apontará a ampliação do período de licença-maternidade como uma das evoluções ocorridas no Brasil entre 2006 e 2009 no campo dos direitos das mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em entrevista, ontem, a ministra sinalizou sua intenção de fazer campanha no Brasil para reduzir o fosso salarial entre homens e mulheres. "Embora mais escolarizadas, mais capacitadas e ocupando em 20% os postos iguais aos homens, as mulheres ganham menos", disse ela, estimando que a diferença seria de 25% a 30% no país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em Genebra, uma das curiosidades é sobre a real posição do governo Dilma Rousseff sobre o aborto. A ministra, conhecida por sua posição liberal sobre o tema, disse que vai "seguir as diretrizes do governo". E, segundo ela, "essa questão não está na pauta do governo, é questão do Legislativo e da sociedade civil e acompanharemos o desenvolvimento do debate".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: www.jusbrasil.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-378767274762798964?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/378767274762798964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/licenca-maternidade-de-seis-meses.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/378767274762798964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/378767274762798964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/licenca-maternidade-de-seis-meses.html' title='Licença-maternidade de seis meses obrigatória'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-576104371157897933</id><published>2012-02-16T04:34:00.000-08:00</published><updated>2012-02-16T04:34:32.005-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Regimes Próprios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PEC 270/2008'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidores públicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria por invalidez'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidor público'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RPPS'/><title type='text'>Câmara aprova PEC 270/2008, que assegura proventos integrais a servidores públicos aposentados por invalidez</title><content type='html'>O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 270/08, que concede proventos integrais aos servidores públicos aposentados por invalidez permanente. A medida vale para os que tenham ingressado no serviço público até 31 de dezembro de 2003, data de publicação da &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc41.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #00557d;"&gt;Emenda Constitucional 41&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, a última reforma da Previdência. A matéria será votada ainda pelo Senado.&lt;br /&gt;De autoria da deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), a PEC foi aprovada por &lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/votacao/mostraVotacao.asp?ideVotacao=4854&amp;amp;numLegislatura=54&amp;amp;codCasa=1&amp;amp;numSessaoLegislativa=2&amp;amp;indTipoSessaoLegislativa=O&amp;amp;numSessao=11&amp;amp;indTipoSessao=E&amp;amp;tipo=uf" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #00557d;"&gt;428 votos a 3 e 1 abstenção&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Segundo a deputada, a votação em segundo turno nesta semana prova a autonomia da Câmara, pois não foi vinculada à votação de nenhuma outra matéria. “A vitória é dos aposentados por invalidez”, afirmou. Ela também agradeceu aos deputados envolvidos na discussão pela aprovação da PEC.&lt;br /&gt;De acordo com o texto, o servidor que entrou no setor público até o final de 2003 e já se aposentou ou venha a se aposentar por invalidez permanente terá direito a proventos calculados com base na remuneração do cargo em que se der a aposentadoria, sem uso da média das maiores contribuições, como prevê a Lei &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.887.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #00557d;"&gt;10.887/04&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, que disciplinou o tema.&lt;br /&gt;Essas aposentadorias também terão garantida a &lt;span class="termoGlossario" jquery1329388593203="2"&gt;paridade&lt;/span&gt; de reajuste com os cargos da ativa, regra estendida às pensões derivadas desses proventos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Distorção corrigida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo o relator na comissão especial que analisou a PEC, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), “a Casa faz um Carnaval positivo com a votação desse segundo turno”. Ele lembrou que o texto corrige uma das distorções da reforma previdenciária.&lt;br /&gt;A Reforma da Previdência instituiu a aposentadoria por invalidez permanente com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável listada em lei.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Retroatividade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No substitutivo que Faria de Sá apresentou à comissão especial, estava prevista retroatividade a 2003, mas o texto aprovado teve retirada essa regra nas negociações com o governo.&lt;br /&gt;A PEC estipula um prazo de 180 dias para o Executivo revisar as aposentadorias e pensões concedidas a partir de 1º de janeiro de 2004. Os efeitos financeiros dessa revisão vão valer a partir da data de promulgação da futura emenda constitucional.&lt;br /&gt;Fonte: Agência Câmara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-576104371157897933?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/576104371157897933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/camara-aprova-pec-2702008-que-assegura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/576104371157897933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/576104371157897933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/camara-aprova-pec-2702008-que-assegura.html' title='Câmara aprova PEC 270/2008, que assegura proventos integrais a servidores públicos aposentados por invalidez'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-6720551518624730905</id><published>2012-02-16T04:29:00.000-08:00</published><updated>2012-02-16T04:29:00.335-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidores públicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='previdência complementar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FUNPRESP'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidor público'/><title type='text'>Votação do FUNPRESP fica para o dia 28 de fevereiro</title><content type='html'>Os líderes partidários chegaram a um acordo, em reunião nesta terça-feira, para a votação do projeto que cria o fundo de previdência complementar do servidor público (Funpresp - PL &lt;a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ADMINISTRACAO-PUBLICA/109660-PROJETO-REGULAMENTA-PREVIDENCIA-COMPLEMENTAR-DO-SERVIDOR.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #00557d;"&gt;1992/07&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) nos dias 28 e 29 de fevereiro.&lt;br /&gt;Esse calendário de votações havia sido proposto pelo PSDB na semana passada, mas o governo insistiu em tentar analisar o texto antes do Carnaval. O impasse entre partidos, no entanto, inviabilizou a votação do projeto. “Foi uma semana perdida por intransigência do governo”, disse o líder do PSDB, deputado Bruno Araújo (PE), referindo-se à semana passada, em que a sessão foi encerrada sem votação por causa do impasse.&lt;br /&gt;Ele disse que o partido não vai atrapalhar a votação do fundo de previdência, mas quer discutir questões técnicas na análise dos &lt;span class="termoGlossario" jquery1329388122531="2"&gt;destaques&lt;/span&gt;. “Não vamos cometer a incoerência que o PT cometeu no passado ao votar contra projetos estruturadores do País; vamos ser coerentes com a nossa história”, ressaltou.&lt;br /&gt;Já o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), responsabilizou o presidente da Câmara, Marco Maia, pela não votação do Funpresp na semana passada. Ele disse que concordou com o adiamento da votação porque o governo poderia enfrentar problemas de quórum ao tentar votar o texto nesta semana. “Na semana passada, eu queria votar o Funpresp, achava que tínhamos condição, tínhamos número suficiente, mas o presidente entendeu que seria melhor votar depois para não abrir os trabalhos com uma polarização entre governo e oposição”, explicou.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Obstrução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O DEM manteve a &lt;span class="termoGlossario" jquery1329388122531="3"&gt;obstrução&lt;/span&gt; à proposta, já anunciada na semana passada. “O Democratas vai utilizar o Regimento da Casa para retardar a votação do Funpresp”, disse o líder do partido, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA).&lt;br /&gt;Além da obstrução do DEM, o governo ainda vai ter de lidar com o voto contrário do PDT, mas o líder do PT, Jilmar Tatto (SP), está otimista quanto à aprovação da proposta. “Até o dia 28 há muito o que conversar”, disse.&lt;br /&gt;Fonte: Agência Câmara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-6720551518624730905?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/6720551518624730905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/votacao-do-funpresp-fica-para-o-dia-28.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6720551518624730905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6720551518624730905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/votacao-do-funpresp-fica-para-o-dia-28.html' title='Votação do FUNPRESP fica para o dia 28 de fevereiro'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-6057974037413914796</id><published>2012-02-14T10:42:00.000-08:00</published><updated>2012-02-14T10:42:35.111-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TST'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Justiça do Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='créditos trabalhistas'/><title type='text'>Dívidas trabalhistas poderão ser pagas com cartões de crédito e débito</title><content type='html'>A utilização de meios eletrônicos de pagamento em salas de audiência da Justiça do Trabalho é o objeto do protocolo de intenções assinado hoje (30) pelo corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Barros Levenhagen, a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, e representantes dos 24 Tribunais Regionais do Trabalho, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. A proposta é desenvolver estudos e executar um projeto piloto para viabilizar a utilização de cartões de crédito e débito na quitação total de transações e conciliações judiciais e de diversos valores decorrentes do processo, como dívidas judiciais, taxas, emolumentos, peritos judiciais, custas e honorários advocatícios.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=5mLACWqXUIE&amp;amp;feature=share"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=5mLACWqXUIE&amp;amp;feature=share&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fonte: TST&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-6057974037413914796?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/6057974037413914796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/dividas-trabalhistas-poderao-ser-pagas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6057974037413914796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6057974037413914796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/dividas-trabalhistas-poderao-ser-pagas.html' title='Dívidas trabalhistas poderão ser pagas com cartões de crédito e débito'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-3866779977793831946</id><published>2012-02-14T09:32:00.000-08:00</published><updated>2012-02-14T09:32:25.210-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esclerose lateral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria por invalidez'/><title type='text'>Aposentadoria para portador de esclerose lateral pode ter carência dispensada</title><content type='html'>&lt;div id="conteudoNoticia"&gt;Tramita na Câmara o Projeto de Lei 3086/12, do Senado, que dispensa do cumprimento de carência para a concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez os portadores de esclerose lateral amiotrófica (ELA), no âmbito do regime geral da previdência social. De acordo com a senadora Ana Amélia (PP-RS), autora da medida, a doença afeta cerca de quatorze mil brasileiros.&lt;br /&gt;Conforme explica a senadora, a ELA é uma doença neurodegenerativa caracterizada pela morte dos neurônios motores, responsáveis pelo comando da musculatura esquelética. A evolução da doença dura, em média, de três a cinco anos a partir dos primeiros sintomas, com o comprometimento progressivo de várias funções, como a fala, a deglutição, a respiração e a movimentação dos membros, acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dispensas atuais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, já são dispensados de carência para auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez pessoas afetadas pelas seguintes enfermidades:&lt;br /&gt;- tuberculose ativa;&lt;br /&gt;- hanseníase;&lt;br /&gt;- alienação mental;&lt;br /&gt;- neoplasia maligna;&lt;br /&gt;- cegueira;&lt;br /&gt;- paralisia irreversível e incapacitante;&lt;br /&gt;- cardiopatia grave;&lt;br /&gt;- mal de Parkinson;&lt;br /&gt;- espondiloartrose anquilosante;&lt;br /&gt;- nefropatia grave;&lt;br /&gt;- estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante);&lt;br /&gt;- síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids);&lt;br /&gt;- contaminação por radiação; e&lt;br /&gt;- hepatopatia grave.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tramitação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A proposta foi encaminhada para&lt;span class="termoGlossario" jquery1329233852828="2"&gt; análise conclusiva&lt;/span&gt; das comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.&lt;/div&gt;&lt;div style="float: left; width: 320px;"&gt;&lt;div id="proposicao"&gt;&lt;h4&gt;Íntegra da proposta:&lt;/h4&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=533531"&gt;&lt;span style="color: #00557d;"&gt;PL-3086/2012&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Câmara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-3866779977793831946?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/3866779977793831946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/aposentadoria-para-portador-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3866779977793831946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3866779977793831946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/aposentadoria-para-portador-de.html' title='Aposentadoria para portador de esclerose lateral pode ter carência dispensada'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-3914704060727741062</id><published>2012-02-14T09:29:00.000-08:00</published><updated>2012-02-14T09:29:22.281-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='previdência complementar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PL 1992'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidor público'/><title type='text'>Previdência complementar dos servidores públicos federais pode entrar em pauta</title><content type='html'>O Plenário da Câmara poderá votar em sessão extraordinária, nesta semana, o projeto de lei do Executivo (PL &lt;a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ADMINISTRACAO-PUBLICA/109660-PROJETO-REGULAMENTA-PREVIDENCIA-COMPLEMENTAR-DO-SERVIDOR.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #00557d;"&gt;1992/07&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) que cria o regime de previdência complementar para o servidor civil federal. Entretanto, o impasse entre governo e oposição em torno da matéria continua e mesmo partidos da base prometem obstruir os trabalhos. Um acordo para votação será discutido em reunião de líderes nesta terça-feira (14), marcada para as 15h30, no gabinete da presidência.&lt;br /&gt;Na última quarta-feira (8), &lt;a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/POLITICA/302973-LIDERES-NAO-ENTRAM-EM-ACORDO-E-VOTACAO-DA-PREVIDENCIA-DO-SERVIDOR-SEGUE-INDEFINIDA.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #00557d;"&gt;não houve acordo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; para votar a proposta. O PSDB propôs a votação depois do Carnaval sem &lt;span class="termoGlossario" jquery1329233602359="2"&gt;obstrução&lt;/span&gt;, mas o governo quer votar antes do feriado. O PDT já anunciou que irá obstruir os trabalhos.&lt;br /&gt;De acordo com o &lt;span class="termoGlossario" jquery1329233602359="3"&gt;substitutivo&lt;/span&gt; da Comissão de Seguridade Social e Família, apresentado pelo relator, deputado Rogério Carvalho (PT-SE), serão criados três fundos (um para o Executivo, um para o Legislativo e outro para o Judiciário) de previdência complementar com participação do servidor e do governo, que cedeu nas negociações e aceitou aumentar de 7,5% para 8,5% a alíquota máxima que pagará enquanto patrocinador dos fundos.&lt;br /&gt;As novas regras valerão somente para os servidores que ingressarem no serviço público depois do funcionamento dos fundos. Eles receberão o teto da Previdência Social (atualmente, R$ 3.689,66) ao se aposentarem mais o benefício complementar se participarem dos fundos.&lt;br /&gt;Ou seja, a mudança, caso aprovada, não se aplica às pessoas que já ocupam cargos públicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-3914704060727741062?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/3914704060727741062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/previdencia-complementar-dos-servidores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3914704060727741062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3914704060727741062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/previdencia-complementar-dos-servidores.html' title='Previdência complementar dos servidores públicos federais pode entrar em pauta'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-5656766219558990290</id><published>2012-02-14T09:04:00.001-08:00</published><updated>2012-02-14T09:11:29.531-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='benefício por incapacidade; exercício de atividade remunerado; direito à percepção'/><title type='text'>Exercício de atividade remunerada não exclui o direito à percepção de benefício por incapacidade</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A 5ª Turma do TRF da 4ª Região, no julgamento da Apelação Cível nº 0001726-84.2010.404.9999/PR, &amp;nbsp;reconheceu o direito de uma segurada a receber o benefício por incapacidade no período em que esta exerceu atividade remunerada, em decorrência da alta previdenciária pelo INSS.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O principal argumento da referida decisão se coaduna no fato de que, mesmo incapacitada, a segurada é obrigada a continuar exercendo suas atividades laborais para obter uma fonte de renda a fim de manter sua subsistência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Confira a Ementa da referida decisão:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 108.0pt; margin-right: 14.4pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. COMPROVAÇÃO DOS REQUISITOS. QUALIDADE DE SEGURADO. CARÊNCIA. INCAPACIDADE. EXERCÍCIO DE ATIVIDADE REMUNERDA. CORREÇÃO MONETÁRIA. JUROS MORATÓRIOS. CUSTAS PROCESSUAIS. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. IMPLANTAÇÃO DO BENEFÍCIO.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 108.0pt; margin-right: 14.4pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 108.0pt; margin-right: 1.45pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;5. O fato de a parte autora ter exercido atividade remunerada (consulta ao CNIS), em princípio, não elide o direito à percepção do benefício, isso porque, tendo a Autarquia indeferido o benefício, com certeza, obrigou a autora continuar trabalhando, para buscar uma fonte de renda, ainda que precariamente, por uma questão de sobrevivência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 108.0pt; margin-right: 1.45pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-5656766219558990290?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/5656766219558990290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/execicio-de-atividade-remunerada-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/5656766219558990290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/5656766219558990290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/execicio-de-atividade-remunerada-nao.html' title='Exercício de atividade remunerada não exclui o direito à percepção de benefício por incapacidade'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-279857999902864811</id><published>2012-02-14T08:22:00.001-08:00</published><updated>2012-02-14T08:22:51.424-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='revisão de benefício'/><title type='text'>STJ dá revisão dupla para aposentadorias após 1989</title><content type='html'>&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O STJ (Superior Tribunal de Justiça) garantiu o direito à revisão dupla para quem se aposentou depois de julho de 1989, mas já tinha condições de ter feito o pedido do benefício antes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A decisão permite ao segurado conseguir, ao mesmo tempo, um cálculo mais vantajoso para sua aposentadoria e a correção do período do buraco negro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A primeira revisão é devida aos segurados que tinham condições de se aposentar até de 30 junho de 1989, antes da mudança de regras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: www.agora.uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-279857999902864811?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/279857999902864811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/stj-da-revisao-dupla-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/279857999902864811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/279857999902864811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/stj-da-revisao-dupla-para.html' title='STJ dá revisão dupla para aposentadorias após 1989'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-1436864321334595876</id><published>2012-02-14T08:19:00.000-08:00</published><updated>2012-02-14T08:19:28.084-08:00</updated><title type='text'>Correntista da Caixa vai acessar extrato do INSS e CNIS pelo site do banco</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os 57 milhões de correntistas da Caixa Econômica Federal poderão acessar o CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais), que é o cadastro de contribuições do INSS, nos caixas eletrônicos e pela internet.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os clientes do banco que são segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) terão direito, por mês, a um extrato de graça do órgão no caixa eletrônico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O INSS e a Caixa não confirmaram a partir de quando o serviço estará disponível nas agências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O acordo será assinado hoje, em Brasília, entre o Ministério da Previdência e o banco. Só o Banco do Brasil é que oferece atualmente o extrato em suas agências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O correntista tem direito a um extrato gratuito por mês. O serviço passou a valer em 2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: www.agora.uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-1436864321334595876?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/1436864321334595876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/correntista-da-caixa-vai-acessar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1436864321334595876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1436864321334595876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/correntista-da-caixa-vai-acessar.html' title='Correntista da Caixa vai acessar extrato do INSS e CNIS pelo site do banco'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-1875889389868415595</id><published>2012-02-14T08:14:00.000-08:00</published><updated>2012-02-14T08:14:59.176-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='; pensão por morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria por invalidez'/><title type='text'>Tribunal converte auxílio-doença em aposentadoria por invalidez e garante pensão à família do segurado</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) concedeu, na última semana, pensão por morte à família de um segurado falecido enquanto recebia auxílio-doença. Os desembargadores tornaram possível a renda familiar ao converterem o benefício assistencial em aposentadoria.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mãe e três filhas menores, residentes no Paraná, ajuizaram a ação, mas a pensão havia sido negada em primeira instância. O juízo argumentou que benefícios assistenciais como o auxílio-doença são pessoais e intransferíveis e não têm natureza previdenciária, não podendo ser transformados em pensão.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A relatora do processo, juíza federal Maria Pezzi Klein, convocada para atuar na corte, entretanto, modificou a sentença. A magistrada analisou as condições do pai falecido na época do óbito e entendeu que o benefício assistencial podia ser convertido em aposentadoria por invalidez, pois este trabalhava como bóia-fria até ser acometido pela doença incapacitante.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Há nos autos provas suficientes para qualificar o segurado falecido como trabalhador rural até a data do óbito”, concluiu a juíza.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dessa forma, duas filhas que eram menores de 16 anos na época da morte do pai (agosto de 2004) receberão a pensão retroativa à data do óbito até completarem 21 anos. A mãe terá direito a partir do requerimento feito na Justiça (novembro de 2009). Apenas a filha mais velha não deverá receber, pois tinha 19 anos na data do óbito e mais de 21 quando feito o requerimento administrativo de pensão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A magistrada determinou ao INSS que implante o benefício em 45 dias. O valor deverá ser acrescentado de correção monetária e juros de mora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TRF4&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-1875889389868415595?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/1875889389868415595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/tribunal-converte-auxilio-doenca-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1875889389868415595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1875889389868415595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/tribunal-converte-auxilio-doenca-em.html' title='Tribunal converte auxílio-doença em aposentadoria por invalidez e garante pensão à família do segurado'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-1133956706728692894</id><published>2012-02-02T14:41:00.001-08:00</published><updated>2012-02-02T14:41:51.102-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contribuição para a seguridade social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='abono de permanência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imposto de renda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidor público'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='incidente de uniformização'/><title type='text'>Primeira Seção do STJ julgará divergência sobre abono de permanência dos servidores públicos</title><content type='html'>&lt;div class="conteudo_texto"&gt;O ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), admitiu incidente de uniformização jurisprudencial suscitado pela União em relação ao abono de permanência de servidor público. O incidente de uniformização foi interposto porque a decisão da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais, segunda alega a União, contraria a jurisprudência do STJ. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o acórdão da Turma Nacional, o abono de permanência – a restituição da contribuição para a seguridade social ao servidor público que tem direito de se aposentar, mas decide permanecer ativo – tem caráter indenizatório e, por isso, não se insere no campo de incidência do Imposto de Renda. O ministro considerou demonstrada a divergência jurisprudencial e admitiu o processamento do incidente de uniformização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Resolução 10/2007 do STJ, após a admissão do incidente e da publicação do edital no Diário de Justiça Eletrônico (DJe), os interessados têm 30 dias para se manifestar. O incidente será julgado pela Primeira Seção, que trata de direito público. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: STJ&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-1133956706728692894?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/1133956706728692894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/primeira-secao-do-stj-julgara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1133956706728692894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1133956706728692894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/primeira-secao-do-stj-julgara.html' title='Primeira Seção do STJ julgará divergência sobre abono de permanência dos servidores públicos'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8680154908942745165</id><published>2012-02-02T14:40:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T14:40:11.964-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensionistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liminar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PAE'/><title type='text'>STJ decide que vedação a liminares que liberam recursos da fazenda não se aplica a inativos e pensionistas</title><content type='html'>&lt;div class="conteudo_texto"&gt;A proibição legal de liberação de recursos da fazenda pública antes do trânsito em julgado da sentença não alcança os pagamentos devidos aos servidores inativos e pensionistas que sejam determinados por liminares. O entendimento é do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e foi aplicado pelo presidente da Corte, ministro Ari Pargendler, para decidir um pedido de suspensão de segurança apresentado pelo estado do Piauí. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso, a viúva de um promotor de Justiça impetrou mandado de segurança no Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI), contra o tratamento distintivo que privilegiou ativos em detrimento da pensionista, em relação ao pagamento de valores correspondentes à Parcela Autônoma de Equivalência (PAE). Ela obteve liminar favorável para o pagamento das diferenças remuneratórias decorrentes do recálculo da PAE na mesma proporção que já havia sido reconhecida para os integrantes do Ministério Público. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estado do Piauí pediu a suspensão da segurança ao STJ, alegando afronta à ordem legal e violação à economia pública. O artigo 2º-B da Lei 9.494/97 afirma que “a sentença que tenha por objeto a liberação de recurso, inclusão em folha de pagamento, reclassificação, equiparação, concessão de aumento ou extensão de vantagens” a servidores públicos somente poderá ser executada após o trânsito em julgado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro Pargendler observou que a proibição não alcança os pagamentos a pensionistas. Ele afirmou que o juízo que se faz no pedido de suspensão é de natureza política e nele não se examina a existência ou não do direito líquido e certo da pensionista (SS 2.552). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vedação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em outro pedido do estado do Piauí, porém, o ministro Pargendler determinou a suspensão de liminares em favor de três procuradores de Justiça do Piauí. Eles obtiveram no TJPI a liberação de parcela de R$ 30 mil cada, relativa a diferenças remuneratórias da PAE. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Administrativamente, valores inferiores a esse limite máximo já haviam sido pagos a esses procuradores sob a justificativa de que tais valores, somados a remunerações de todas as vantagens percebidas à época, ultrapassariam o chamado teto constitucional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No STJ, ao pedir a suspensão da segurança, o estado do Piauí alegou que não seria possível a liberação imediata de recursos da fazenda pública, por meio de tutela de urgência. Para o estado, haveria violação à economia pública porque seria impossível recuperar as importâncias pagas e porque “o acréscimo de despesas não constantes do orçamento previamente aprovado pelo Legislativo causará sério desarranjo nas contas públicas”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao suspender a segurança, o ministro Pargendler observou que “a ordem jurídica é ferida quando a lei diz expressamente ‘não’ e o juiz diz ‘sim’, abalando consequentemente a ordem administrativa”. O presidente do STJ ainda destacou que “nos casos de liberação de recursos, a sentença proferida em mandado de segurança somente pode ser executada após o trânsito em julgado” (SS 2.551). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Equilíbrio &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A PAE refere-se à correção da disparidade que existia entre a remuneração dos membros do Congresso Nacional e dos ministros do Supremo Tribunal Federal, sendo instituída para promover o equilíbrio dos vencimentos do Judiciário com os do Legislativo federal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a consolidação do entendimento firmado a respeito do pagamento da PAE no Judiciário, vários Ministérios Públicos estaduais realizaram cálculos dos valores devidos e iniciaram os pagamentos das diferenças a seus membros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Piauí, o direito à percepção da PAE por membros ativos, inativos e pensionistas foi reconhecido pelo Colégio de Procuradores de Justiça em setembro de 2011, por meio da Resolução 13/2011. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: STJ&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8680154908942745165?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8680154908942745165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/stj-decide-que-vedacao-liminares-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8680154908942745165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8680154908942745165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2012/02/stj-decide-que-vedacao-liminares-que.html' title='STJ decide que vedação a liminares que liberam recursos da fazenda não se aplica a inativos e pensionistas'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8167419394122665676</id><published>2011-12-13T10:13:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T10:13:22.086-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='assistência judiciária gratuita; deserção'/><title type='text'>Gratuidade de justiça pode ser pedida no curso do processo</title><content type='html'>&lt;div class="conteudo_texto" style="background-color: white; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="color: #595656; text-align: justify; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O benefício da gratuidade de justiça pode ser pedido no curso do processo, e não apenas no ato de demandar. A decisão é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e se deu no julgamento de recurso contra acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que extinguiu um processo por deserção, pois a isenção só foi pedida na interposição da apelação.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O caso diz respeito a uma mulher que, como terceira, embargou ação de execução para desconstituir a penhora sobre imóvel que ela havia adquirido do executado. O juízo de primeiro grau julgou o embargo improcedente. Ela apelou e requereu expressamente os benefícios da justiça gratuita, por falta de condições financeiras para suportar os encargos do preparo do recurso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O juízo de primeiro grau concedeu o benefício. Ocorre que o recurso não chegou a ser conhecido, pois o TJSP considerou que houve deserção por falta de preparo, porque “somente houve pedido de justiça gratuita quando da interposição da apelação”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mulher recorreu ao STJ. Segundo o ministro Luis Felipe Salomão, relator do caso, a Lei 1.060/50 – que regula o benefício da gratuidade de justiça – prevê a possibilidade do requerimento tanto no ato de demandar quanto no curso do processo. Para o ministro, na situação em questão, a prática foi legítima, ainda mais porque o benefício foi deferido pelo primeiro grau.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O órgão julgador deve se pronunciar primeiramente sobre o deferimento ou não do pleito”, afirmou o ministro, “não podendo, de plano, declarar deserto o recurso, sem que, no caso de indeferimento, seja concedido prazo para recolhimento das custas devidas.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ministro Salomão ressaltou que, “se a jurisprudência não tem admitido a decretação de deserção nem quando negada a assistência judiciária, hipótese em que deve ser oportunizado o recolhimento das custas”, não há como deixar de admitir o recurso quando o pedido de gratuidade foi formulado concomitantemente à interposição da apelação e deferido pelo juiz de primeiro grau.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora possa ser feito durante o curso do processo, o pedido de gratuidade não tem efeitos retroativos, ou seja, aplica-se somente às despesas vindouras e contanto que ainda não tenha se esgotado a prestação jurisdicional. Isso porque “a necessidade de isenção não é causa legal de remissão das obrigações contraídas em virtude do processo, e sim de isenção das despesas processuais futuras”. Com a decisão da Quarta Turma, os autos retornarão ao TJSP para julgamento da apelação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fonte: STJ&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8167419394122665676?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8167419394122665676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/gratuidade-de-justica-pode-ser-pedida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8167419394122665676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8167419394122665676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/gratuidade-de-justica-pode-ser-pedida.html' title='Gratuidade de justiça pode ser pedida no curso do processo'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-3954298440540739841</id><published>2011-12-09T11:21:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T11:21:54.383-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='revisão de benefício.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desaposentação.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recurso Extraordinário'/><title type='text'>Desaposentação é tema de repercussão geral</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a existência de repercussão geral na questão constitucional suscitada em recurso em que se discute a validade jurídica do instituto da desaposentação, por meio do qual seria permitida a conversão da aposentadoria proporcional em aposentadoria integral, pela renúncia ao primeiro benefício e o recálculo das contribuições recolhidas após a primeira jubilação. A matéria é discutida no Recurso Extraordinário (RE) 661256, de relatoria do ministro Ayres Britto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo o ministro Ayres Britto, a controvérsia constitucional está submetida ao crivo da Suprema Corte também no RE 381367, cujo julgamento foi suspenso em setembro do ano passado pelo pedido de vista do ministro Dias Toffoli. No referido recurso, discute-se a constitucionalidade da Lei 9.528/97, a qual estabeleceu que “o aposentado pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) que permanecer em atividade sujeita a este regime, ou a ele retornar, não fará jus a prestação alguma da Previdência Social em decorrência do exercício dessa atividade, exceto ao salário-família e à reabilitação profissional, quando empregado”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Considerando que o citado RE 381367 foi interposto anteriormente ao advento do instituto da repercussão geral, tenho como oportuna a submissão do presente caso ao Plenário Virtual, a fim de que o entendimento a ser fixado pelo STF possa nortear as decisões dos tribunais do país nos numerosos casos que envolvem a controvérsia”, destacou o ministro Ayres Britto ao defender a repercussão geral da matéria em debate no RE 661256.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para o ministro, “salta aos olhos que as questões constitucionais discutidas no caso se encaixam positivamente no âmbito de incidência da repercussão geral”, visto que são relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico e ultrapassam os interesses subjetivos das partes envolvidas. Há no Brasil 500 mil aposentados que voltaram a trabalhar e contribuem para a Previdência, segundo dados apresentados pela procuradora do INSS na sessão que deu início ao julgamento do RE 381367, no ano passado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;RE 661256&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No recurso que teve reconhecida a repercussão geral da matéria constitucional debatida, o INSS questiona decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que reconheceu a um segurado aposentado o direito de renunciar à sua aposentadoria com o objetivo de obter benefício mais vantajoso, sem que para isso tivesse que devolver os valores já recebidos. O autor da ação inicial, que reclama na Justiça o recálculo do benefício, aposentou-se em 1992, após mais de 27 anos de contribuição, mas continuou trabalhando e conta atualmente com mais de 35 anos de atividade remunerada com recolhimento à Previdência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao tentar judicialmente a conversão de seu benefício em aposentadoria integral, o aposentado teve seu pedido negado na primeira instância, decisão esta reformada em segundo grau e no STJ. Para o INSS, o reconhecimento do recálculo do benefício, sem a devolução dos valores recebidos, fere o princípio do equilíbrio atuarial e financeiro previsto na Constituição (artigo 195, caput e parágrafo 5º, e 201,&amp;nbsp;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;caput&lt;/i&gt;), além de contrariar o&amp;nbsp;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;caput&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e o inciso 36 do artigo 5º, segundo o qual a lei não prejudicará o ato jurídico perfeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;RE 381367&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No outro recurso (RE 381367), de relatoria do ministro Marco Aurélio e que trata de matéria constitucional idêntica, aposentadas do Rio Grande do Sul que retornaram à atividade buscam o direito ao recálculo dos benefícios que lhe são pagos pelo INSS, uma vez que voltaram a contribuir para a Previdência Social normalmente, mas a lei só lhes garante o acesso ao salário-família e à reabilitação profissional. As autoras alegam que a referida norma prevista na Lei 9.528/97 fere o disposto no artigo 201, parágrafo 11, da Constituição Federal, segundo o qual “os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e consequente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O caso começou a ser analisado pelo Plenário do STF em setembro do ano passado, quando o relator votou pelo reconhecimento do direito. Para o ministro Marco Aurélio, da mesma forma que o trabalhador aposentado que retorna à atividade tem o ônus de contribuir, a Previdência Social tem o dever de, em contrapartida, assegurar-lhe os benefícios próprios, levando em consideração as novas contribuições feitas. O julgamento, no entanto, foi suspenso por pedido de vista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: www.stf.jus.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-3954298440540739841?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/3954298440540739841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/desaposentacao-e-tema-de-repercussao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3954298440540739841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3954298440540739841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/desaposentacao-e-tema-de-repercussao.html' title='Desaposentação é tema de repercussão geral'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-2400212941924666804</id><published>2011-12-06T04:46:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T04:46:11.179-08:00</updated><title type='text'>RECURSO REPETITIVO - Novos critérios de correção contra fazenda pública atingem ações em andamento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;Valores resultantes de condenações proferidas contra a fazenda pública após a entrada em vigor da Lei 11.960/09 devem observar os critérios de atualização monetária e juros de mora nela disciplinados, mesmo nos processos em andamento. Em contrapartida, no período anterior ao novo regramento, os valores deverão seguir os parâmetros definidos pela legislação então vigente.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A decisão é da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento de recurso repetitivo submetido ao regime do artigo 543-C do Código de Processo Civil (CPC).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Fazenda Pública do Estado de São Paulo interpôs recurso especial no STJ contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), o qual havia mantido decisão do primeiro grau em favor de servidores públicos inativos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para o ministro Benedito Gonçalves, relator do recurso especial, havia controvérsia a ser decidida acerca da possibilidade de aplicação imediata, às ações em curso, da Lei 11.960, que alterou a redação do artigo 1º-F da Lei 9.494/97, acrescentado pela Medida Provisória 2.180/01.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A redação anterior do artigo dispunha: “Os juros de mora, nas condenações impostas à fazenda pública para pagamento de verbas remuneratórias devidas a servidores e empregados públicos, não poderão ultrapassar o percentual de 6% ao ano.”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com a entrada em vigor da Lei 11.960, o artigo passou a vigorar da seguinte forma: “Nas condenações impostas à fazenda pública, independentemente de sua natureza e para fins de atualização monetária, remuneração do capital e compensação da mora, haverá a incidência uma única vez, até o efetivo pagamento, dos índices oficiais de remuneração básica e juros aplicados à caderneta de poupança.”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reflexo material&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O relator lembrou que a Terceira Seção havia firmado entendimento no sentido de que as modificações impostas pela MP 2.180, por terem natureza de norma processual, mas com reflexos de caráter material, somente seriam aplicáveis às ações ajuizadas posteriormente à sua vigência.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No julgamento do recurso especial 1.086.944, ficou definido que “o artigo 1º-F da Lei 9.494, que fixa os juros moratórios nas ações ajuizadas contra a Fazenda Pública no patamar de 6%, é de ser aplicado tão-somente às demandas ajuizadas após a sua entrada em vigor”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pelo fundamento de que a regra inserida pela Lei 11.960 tem a mesma natureza jurídica da medida provisória referida, a jurisprudência da Terceira Seção considerava que a nova redação do artigo 1º-F da Lei 9.494 não podia ser aplicada aos processos em curso. Esse entendimento vinha sendo aplicado também por ambas as Turmas da Primeira Seção.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entendimento modificado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Corte Especial, ao julgar os EREsp 1.207.197, alterou o entendimento que vinha sendo adotado no STJ e firmou posição no sentido de que a Lei 11.960 fosse aplicada, de imediato, aos processos em andamento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O relator explicou que o STJ, historicamente, adota a tese de que as normas que regem os acessórios da condenação têm natureza processual, razão pela qual são devidos conforme as regras estipuladas pela lei vigente à época de sua incidência.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nesse sentido, Gonçalves citou o seguinte precedente: “Esta Corte de Justiça tem firmado posicionamento no sentido de que, tratando-se de fato gerador que se protrai no tempo, a definição legal dos juros de mora deve observância ao princípio do direito intertemporal segundo o qual&amp;nbsp;&lt;em style="text-align: justify;"&gt;tempus regit actum&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(o tempo rege o ato)” (AgRg no Resp 1.157.093).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sobre a Lei 11.960, ele afirmou: “A referida legislação veio alterar a forma de cálculo da correção monetária e dos juros de mora, que nada mais são do que consectários legais da condenação principal e, como tais, possuem natureza de questão de ordem pública, consoante iterativa jurisprudência desta Corte.”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Citando vários precedentes do STJ, o relator concluiu que a Lei 11.960 é norma de natureza eminentemente processual, que deve ser aplicada de imediato aos processos pendentes. Ele explicou que não se trata de retroação, mas de aplicação do referido princípio&amp;nbsp;&lt;em style="text-align: justify;"&gt;tempus regit actum&lt;/em&gt;, ligado ao efeito imediato e geral da lei em vigor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Diferenças corrigidas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Servidores públicos inativos do Estado de São Paulo requereram em juízo, contra a Fazenda Pública, a incidência dos adicionais por tempo de serviço sobre todas as parcelas que compõem seus vencimentos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além disso, pediram o pagamento das diferenças decorrentes, devidamente corrigidas e acrescidas de juros de mora no percentual de 6% ao ano, nos termos do artigo 1º-F da Lei 9.494, com redação dada pela MP 2.180. O juiz de primeiro grau deu provimento ao pedido dos aposentados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O TJSP negou provimento à apelação da fazenda pública, ao argumento de que o artigo 5º da Lei 11.960 – que alterou o artigo 1º-F da Lei 9.494 – não é de natureza processual, mas de direito material.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Gonçalves deu parcial provimento ao recurso especial interposto no STJ, para determinar a imediata aplicação do artigo 5º da Lei 11.960, a partir de sua vigência, sem efeitos retroativos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“No período compreendido entre a data da citação da ação e a da edição da Lei 11.960, há que incidir, quanto aos juros de mora, o percentual de 6% ao ano previsto na redação original do artigo 1º-F da Lei 9.494; e, quanto à correção monetária, o índice então utilizado pelo tribunal estadual. Daí por diante, ou seja, após a data da edição da Lei 11.960, os consectários devem ser calculados conforme os novos critérios estabelecidos no artigo 5º da referida norma (correção monetária e juros nos mesmos moldes aplicados à caderneta de poupança)”, explicou o relator.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: STJ&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-2400212941924666804?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/2400212941924666804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/recurso-repetitivo-novos-criterios-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2400212941924666804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2400212941924666804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/recurso-repetitivo-novos-criterios-de.html' title='RECURSO REPETITIVO - Novos critérios de correção contra fazenda pública atingem ações em andamento'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-2118792130821693483</id><published>2011-12-05T08:33:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T08:33:00.370-08:00</updated><title type='text'>Vítima de acidente que resultou em encurtamento de perna deve ser indenizada pelo DPVAT</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) acolheu pedido para que a vítima de um acidente automobilístico seja indenizada pelo Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT). Segundo o voto do relator, ministro Luis Felipe Salomão, a cobertura do seguro não está vinculada necessariamente à prova de incapacidade para o trabalho.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O acidente, ocorrido em agosto de 1989, causou à vítima lesão permanente, que encurtou em dois centímetros sua perna esquerda. Na primeira instância, a sentença consignou que, por ter perdido dois centímetros da perna, a vítima deveria ser indenizada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Em que pese a irresignação da empresa requerida [Companhia de Seguros Minas Brasil S/A] contra laudo apresentado, é forçoso reconhecer que o laudo esclarece suficientemente os danos físicos sofridos pelo autor, além de, conforme pacífica jurisprudência, merecer credibilidade, pois é elaborado por servidores públicos, peritos oficiais que atuam no IML e que não possuem qualquer vinculação com a parte, evidenciando-se daí a sua total imparcialidade”, afirmou o magistrado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) reformou a sentença, ao entendimento de que o pedido formulado pela vítima não encontra amparo nas provas dos autos, pois não teria ficado configurada a invalidez permanente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No STJ, a defesa da vítima sustentou que o único fundamento da decisão do TJDF foi o de que a vítima não é portadora de incapacidade permanente para o trabalho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em seu voto, o ministro Luis Felipe Salomão destacou que a indenização coberta pelo Seguro DPVAT tem como fato gerador o dano pessoal advindo de acidente de trânsito ou daquele decorrente da carga transportada por veículo automotor terrestre, não ostentando, portanto, vinculação exclusiva com a incapacidade laborativa, a qual encontra sua reparação no âmbito previdenciário.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O ministro ressaltou, ainda, que a “incapacidade” pressupõe qualquer atividade desempenhada pela vítima – a prática de atos do cotidiano, o trabalho ou o esporte, indistintamente –, o que implica a mudança compulsória e indesejada de vida, ocasionando dissabor e sofrimento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Caracterizada a deformidade física parcial e permanente em virtude de acidente de trânsito, encontram-se satisfeitos os requisitos exigidos pela Lei 6.194/74 para que se configure o dever de indenizar”, afirmou o relator.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: STJ&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-2118792130821693483?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/2118792130821693483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/vitima-de-acidente-que-resultou-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2118792130821693483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2118792130821693483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/vitima-de-acidente-que-resultou-em.html' title='Vítima de acidente que resultou em encurtamento de perna deve ser indenizada pelo DPVAT'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-238576309620008301</id><published>2011-12-05T04:51:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T04:55:33.327-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fator previdenciário; expectativa de vida; nova tabela.'/><title type='text'>INSS muda cálculo da aposentadoria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;Benefício deve ser alterado após divulgação da expectativa de vida do brasileiro&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;A nova tabela com a expectativa de vida dos brasileiros, que será divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no dia 1º de dezembro vai mudar também o fator previdenciário, usado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para calcular o valor das aposentadorias por tempo de contribuição.&lt;/span&gt;&lt;span style="background: white; color: #585858; font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 13.5pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;Quando a expectativa de vida se eleva, o que deve se confirmar, o índice do fator cai, reduzindo o benefício. Atualmente, um segurado com 55 anos de idade e 35 anos de contribuição que requerer a aposentadoria tem que contribuir por mais 41 dias corridos para manter o mesmo valor de benefício, se tivesse feito o requerimento até o dia 30 de novembro do ano passado.&lt;/span&gt;&lt;span style="background: white; color: #585858; font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 13.5pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;Um segurado com 60 anos de idade e 35 de contribuição deverá contribuir por mais 48 dias para manter o valor.&lt;/span&gt;&lt;span style="background: white; color: #585858; font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 13.5pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;  A orientação é que o trabalhador que já tem condições de pedir a aposentadoria deve procurar a Previdência até 30 de novembro. O agendamento deve ser feito pelo telefone 135 e, no site do INSS o contribuinte encontra a relação de documentos para se aposentar.&lt;/span&gt;&lt;span style="background: white; color: #585858; font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 13.5pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;Segundo o INSS, o tempo será contado a partir do dia em que o contribuinte fez o agendamento. (EPTV).&lt;/span&gt;&lt;span style="background: white; color: #585858; font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: Arial;"&gt;fonte: ANAPAR&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-238576309620008301?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/238576309620008301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/inss-muda-calculo-da-aposentadoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/238576309620008301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/238576309620008301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/inss-muda-calculo-da-aposentadoria.html' title='INSS muda cálculo da aposentadoria'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-633850983405024234</id><published>2011-12-02T05:52:00.000-08:00</published><updated>2011-12-02T05:52:34.280-08:00</updated><title type='text'>Iniciado julgamento da ADIN que versa sobre isenção de contribuição previdenciária para inativos e pensionistas portadores de patologias incapacitantes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Plenário iniciou julgamento de ação direta de inconstitucionalidade, ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, contra o art. 3º da Lei 8.633/2005, do Estado do Rio Grande do Norte [“Art. 3º. Os aposentados e os pensionistas de qualquer dos Poderes do Estado, do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado, incluídas suas autarquias e fundações, e dos Militares Estaduais contribuirão para o regime próprio de previdência social, com 11 % (onze por cento) incidentes sobre o valor da parcela dos proventos de aposentadorias e pensões que supere o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social, fixado pela legislação federal. Parágrafo único. São isentos da contribuição de que trata o caput deste artigo, os aposentados e pensionistas que sejam portadores de patologias incapacitantes, abrangidos pela isenção oferecida pela legislação do Imposto de Renda”]. O Min. Cezar Peluso, relator, acompanhado pelo Min. Dias Toffoli, julgou o pedido parcialmente procedente para dar ao parágrafo único do art. 3º da lei potiguar adversada interpretação conforme a Constituição para que a isenção estabelecida seja até o limite previsto no art. 40, § 21, da CF (“§ 21. A contribuição prevista no § 18 deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201 desta Constituição, quando o beneficiário, na forma da lei, for portador de doença incapacitante”).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Registrou, de início, que o caput do preceito impugnado estaria de acordo com o entendimento fixado na ADI 3105/DF e na ADI 3128 /DF (DJU de 27.4.2004). Em seguida, no tocante ao parágrafo único, destacou ser norma extremamente simpática do ponto de vista da justiça social, a qual deveria valer para todos, sob pena de se criar tratamento anti-isonômico. Salientou, ainda, que ela alcançaria grande parte dos aposentados e pensionistas. Reputou que o mencionado parágrafo único, ao conceder isenção total, seria mais amplo do que o § 21 do art. 40 da Constituição, que confere benefício limitado. Em divergência, o Min. Marco Aurélio considerou o pleito improcedente ao fundamento de que haveria referência, na cláusula final do dispositivo, aos isentos quanto ao imposto de renda. Razão pela qual existente essa isenção, nada conduziria à aplicação da alíquota alusiva à contribuição. Além disso, asseverou que, se no âmbito federal os inativos e pensionistas lograram isenção relativamente ao imposto de renda, não haveria obstáculo para que a obtivessem no tocante à contribuição destinada aos cofres do Estado-membro. Após, pediu vista dos autos o Min. Luiz Fux.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;fonte: STF&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: teal; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: top;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-633850983405024234?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/633850983405024234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/iniciado-julgamento-da-adin-que-versa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/633850983405024234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/633850983405024234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/iniciado-julgamento-da-adin-que-versa.html' title='Iniciado julgamento da ADIN que versa sobre isenção de contribuição previdenciária para inativos e pensionistas portadores de patologias incapacitantes'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-1094188902834187318</id><published>2011-12-02T05:43:00.000-08:00</published><updated>2011-12-02T05:44:46.923-08:00</updated><title type='text'>Empresa é condenada a indenizar herdeiros de vítima de doença causada por amianto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #333333;"&gt;A SDI-1 do TST não conheceu de recurso de embargos da Infibra Ltda., e manteve decisão que a condenou a indenizar os herdeiros de um ex-empregado que contraiu asbestose, doença provocada pela aspiração do pó de amianto. A SDI-1 afastou a alegação de prescrição e considerou como marco inicial da contagem do prazo prescricional o laudo médico que constatou a incapacidade do empregado para o trabalho, e não a data da ciência da doença, como pretendia a empresa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A ação foi ajuizada, inicialmente, na Justiça Comum, com pedido de indenização por danos morais. O trabalhador informou que trabalhou na empresa de abril de 1961 a novembro de 1981, e que nesse período exerceu várias atividades na fabricação de chapas de fibrocimento (mistura de amianto e cimento), como encarregado de máquinas e supervisor. A principal matéria prima utilizada na fabricação das chapas é o asbesto (silicato duplo de magnésio e cálcio), mais conhecido como amianto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; text-align: justify;"&gt;De acordo com o empregado, durante os mais de 20 anos trabalhou exposto diretamente aos efeitos do asbesto, agente patológico responsável por diversas doenças. Tanto que um relatório médico de março de 1998, elaborado pela Fundacentro - Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho, constatou sintomas de dispnéia (falta de ar) a médios esforços e tosse com expectoração matinal há 12 anos. Submetido à radiografia do tórax, constatou-se a presença de asbestose, com sério comprometimento da sua função pulmonar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #333333;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo ele, a empresa não lhe fornecia equipamentos de proteção e segurança para evitar o contato direto com a poeira do cimento e do asbesto, nem fazia exames médicos nos empregados. Além da abestose, também teria sofrido deformidade nos dedos das mãos, conhecida como&lt;i&gt;&amp;nbsp;“baqueteamento digital e estertores de base”,&lt;/i&gt;&amp;nbsp;devido ao contato direto e prolongado com o amianto. Seu caso, afirmou, não foi isolado, pois soube de outros colegas com danos irreparáveis à saúde.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #333333;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando seu contrato foi rescindido em novembro de 1981, o empregado supôs que já tivesse contraído a asbestose. Se naquela ocasião tivessem sido realizados exames que constatassem a doença, ele seria aposentado por invalidez com o salário que recebia na empresa, e não o valor equivalente a 1,38 salários mínimos pago pelo INSS. Feitos os cálculos, pediu indenização por perdas e danos de R$ 194 mil e pensão mensal até completar 65 anos de idade e indenização por danos morais de mil salários mínimos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #333333;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial;"&gt;Justiça do Trabalho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #333333;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a edição da Emenda Constitucional nº 45/2004, que atribuiu à Justiça do Trabalho a competência para julgar ações de indenização por dano moral e patrimonial decorrentes da relação de trabalho, a Justiça Comum remeteu o processo à Vara do Trabalho de Leme (SP). Com a morte do trabalhador em maio de 2006, por asbestose, os herdeiros passaram a atuar na ação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #333333;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pedidos foram julgados procedentes em parte, com a condenação da Infibra a pagar aos herdeiros indenização equivalente à pensão mensal postulada por danos materiais e indenização por danos morais. O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) afastou a prescrição do direito à ação alegada pela empresa, entre outras razões porque a incapacidade decorrente da doença ocupacional foi comprovada em março de 1998 pelo laudo da Fundacentro e a ação foi ajuizada em maio do mesmo ano, antes da entrada em vigor do novo Código Civil de 2002. A Quarta Turma do TST, ao julgar recurso de revista, manteve como marco inicial a data do laudo da Fundacentro, e não a data do surgimento da doença, em 1981.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #333333;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos embargos à SDI-1, a empresa insistiu na desconsideração do laudo como data inicial da contagem do prazo prescricional de 20 anos, ao argumento de que nos casos de doença profissional, “por mais longa que seja sua instalação”, não seria possível entender que o trabalhador só teria ciência inequívoca dela a partir de um laudo feito 17 anos após o término do contrato de trabalho, cuja duração foi de 20 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #333333;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o relator, ministro Augusto César de Carvalho, o marco inicial da contagem da prescrição foi o laudo médico. Ele assinalou que não havia na decisão a afirmação de que o empregado teria tido ciência da incapacidade antes do laudo de 1998.&amp;nbsp;&lt;i&gt;“Ainda que se tenha como marco inicial a data do término do contrato de trabalho em 1981, a incidência inconteste do prazo prescricional de 20 anos previsto no Código Civil demonstra que a pretensão deduzida na Justiça Comum em 8/5/1998 não está prescrita”,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;concluiu. (Proc. nº 181500-70.2005.5.15.0134 - com informações do TST)&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; text-align: justify;"&gt;fonte: www.espacovital.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-1094188902834187318?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/1094188902834187318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/empresa-e-condenada-indenizar-herdeiros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1094188902834187318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1094188902834187318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/empresa-e-condenada-indenizar-herdeiros.html' title='Empresa é condenada a indenizar herdeiros de vítima de doença causada por amianto'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-1033078155258717457</id><published>2011-12-02T05:38:00.000-08:00</published><updated>2011-12-02T05:45:17.247-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria compulsória; aumento da idade; inconstitucionalidade'/><title type='text'>STF suspende normas que elevam idade para aposentadoria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em julgamento conjunto, os ministros do STF suspenderam liminarmente os efeitos dos dispositivos recentemente inseridos nas Constituições do Piauí e do Maranhão que elevaram de 70 para 75 anos a idade para a aposentadoria de juízes estaduais e servidores públicos estaduais e municipais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333;"&gt;Por unanimidade, foram concedidas as liminares requeridas pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) em duas ações diretas de inconstitucionalidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333;"&gt;As liminares foram concedidas com efeitos ex tunc, ou seja, com eficácia retroativa. Apenas o ministro Marco Aurélio as concedia com efeitos ex nunc, o que quer dizer que a eficácia dos dispositivos só seria&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333;"&gt;suspensa a partir do momento em que foi proferida a decisão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tanto no caso da Constituição do Piauí quanto a do Maranhão, os dispositivos foram inseridos há pouco mais de um mês por meio de emendas constitucionais aprovadas pelas Assembleias Legislativas.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Piauí &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao proferir seu voto na ADI 4696, que contesta dispositivo da Constituição piauiense, o ministro relator, Ricardo Lewandowski, salientou a flagrante inconstitucionalidade da norma, tendo em vista que a matéria encontra-se disposta no texto da Constituição Federal (artigo 40, parágrafo 1º, inciso II), que estabelece a aposentadoria compulsória do servidor público, incluindo-se os magistrados, aos 70 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333;"&gt;Segundo o relator, tal norma é de&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-style: italic;"&gt;&amp;nbsp;"observância compulsória"&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333;"&gt;&amp;nbsp;por parte de estados e municípios e de&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-style: italic;"&gt;"absorção obrigatória"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333;"&gt;pelas Constituições estaduais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-style: normal;"&gt;De forma expressa e taxativa, esse comando legal estende-se aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Percebe-se, portanto, que o dispositivo constitucional disciplina, de forma global, o regime de previdência dos servidores públicos vinculados às três esferas da Federação”,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-style: normal;"&gt;salientou, acrescentando que&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-style: normal;"&gt;&amp;nbsp;“a Carta da República não deixou qualquer margem para atuação inovadora do legislador constituinte estadual.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333;"&gt;O relator também salientou a ocorrência dos requisitos autorizadores da medida cautelar (plausibilidade do direito e perigo da demora) para suspender os efeitos da norma estadual. Para ele, a ADI tem&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-style: italic;"&gt;“densa plausibilidade jurídica”&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333;"&gt;&amp;nbsp;e, com relação ao periculum in mora, o relator considerou&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-style: italic;"&gt;“preocupante”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333;"&gt;o estado de insegurança jurídica em que se encontra a Administração Pública e o Poder Judiciário do Estado do Piauí. (ADI nº 4696)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Maranhão&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O voto do ministro Joaquim Barbosa na ação em que a&amp;nbsp; AMB questiona dispositivo semelhante inserido na Constituição do Maranhão, foi no mesmo sentido.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-style: normal;"&gt;Vislumbro a plausibilidade do direito, especialmente por violação aos artigos 24, inciso XII, e 40, parágrafo 1º, inciso II, da Constituição Federal. Vejo também o risco na manutenção desses dispositivos impugnados, que podem gerar grave insegurança jurídica, na medida em que poderão ser invocados – tanto o dispositivo da Constituição maranhense quanto o da Constituição Federal – para justificar a aposentadoria ou a permanência no serviço público de servidores que deveriam estar submetidos a um mesmo estatuto jurídico”,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-style: normal;"&gt;&amp;nbsp;salientou. (ADI nº&amp;nbsp; 4698).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: www.espacovital.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-1033078155258717457?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/1033078155258717457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/stf-suspende-normas-que-elevam-idade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1033078155258717457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1033078155258717457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/stf-suspende-normas-que-elevam-idade.html' title='STF suspende normas que elevam idade para aposentadoria'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-3369039637584373391</id><published>2011-12-02T05:28:00.000-08:00</published><updated>2011-12-02T05:30:03.417-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesta-alimentação; abono; verba remuneratória; complementação de aposentadoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='natureza indenizatória'/><title type='text'>Mudança na Jurisprudência do STJ referente à Cesta-alimentação</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O auxílio cesta-alimentação não mais integra a complementação de aposentadoria que é paga pela Fundação Banrisul de Seguridade Social. Ação agora decidida tramita desde maio de 2004.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por ter natureza indenizatória, o auxílio cesta-alimentação não integra os proventos de complementação de aposentadoria dos inativos. A decisão é da 2ª Seção do STJ, que negou provimento ao recurso especial de um grupo de aposentados gaúchos, em demanda contra a Fundação Banrisul de Seguridade Social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O julgado alterou a jurisprudência que desde o final dos anos 90 vinha orientando o julgamento desse tema nas turmas de direito privado do STJ. A ação foi ajuizada em 14 de maio de 2004 - já são, assim, sete anos e meio de tramitação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo a jurisprudência agora derrubada, o auxílio pago aos empregados da ativa deveria integrar a complementação de aposentadoria dos inativos, por não se tratar da parcela in natura (alimentos entregues diretamente pelo empregador) prevista no artigo&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/104849/lei-6321-76" id="citacaoLegis" style="color: #3e5b16;" title="Artigo 3 da Lei 6321/76"&gt;3º&lt;/a&gt;da Lei&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/104849/lei-6321-76" id="citacaoLegis" style="color: #3e5b16;" title="Lei 6321/76"&gt;6.321&lt;/a&gt;/76, que instituiu incentivos fiscais para as empresas que investem em programas de alimentação do trabalhador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os aposentados recorreram ao STJ após decisão do TJRS que negou o pedido de inclusão, em proventos de complementação de aposentadoria pagos pela Fundação Banrisul, da parcela denominada auxílio cesta-alimentação concedida aos empregados em atividade do Banrisul, patrocinador da entidade fechada de previdência privada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A 6ª Câmara Cível do TJ gaúcho - atuando em regime de exceção e composta exclusivamente por desembargadores que compõem a 16ª Câmara Cível da corte - modificou parcialmente sentença proferida pela juíza Elizabeth Tavaniello, na comarca de Porto Alegre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O julgado de segundo grau entendeu que o auxilio cesta-alimentação tem natureza indenizatória, já que foi instituído em convenção coletiva de trabalho para trabalhadores da ativa. Por isso, não deve ser estendido aos proventos de complementação de aposentadoria dos inativos. O relator foi o desembargador Otávio Augusto de Freitas Barcellos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No recurso especial, os aposentados sustentaram que o auxílio, por não ser pago 'in natura', tem natureza salarial e deve integrar a complementação, em atenção ao princípio da isonomia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No recurso especial, tentou habilitar-se como 'amicus curiae' a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar - ABRAPP. Mas sua pretensão foi rechaçada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao analisar a questão de fundo, a ministra Isabel Gallotti destacou que "o auxílio cesta-alimentação não pode ser computado na complementação de aposentadoria, pois o artigo&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/100513/lei-complementar-108-01" id="citacaoLegis" style="color: #3e5b16;" title="Artigo 3 da Lei Complementar 108/01"&gt;3º&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/100513/lei-complementar-108-01" id="citacaoLegis" style="color: #3e5b16;" title="Parágrafo 1 do Artigo 3 da Lei Complementar 108/01"&gt;parágrafo único&lt;/a&gt;, da Lei Complementar nº&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/100513/lei-complementar-108-01" id="citacaoLegis" style="color: #3e5b16;" title="Lei Complementar 108/01"&gt;108&lt;/a&gt;/01 veda a inclusão de ganhos de produtividade, abonos e vantagens de qualquer natureza, restrição que decorre do caráter variável da fixação desse tipo de verba, não incluída previamente no cálculo do valor de contribuição para plano de custeio de entidade". Penso que a jurisprudência formada a partir de precedente da década de 90 merece ser revista à luz dos fatos do mundo de hoje, devendo o artigo&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/104849/lei-6321-76" id="citacaoLegis" style="color: #3e5b16;" title="Artigo 3 da Lei 6321/76"&gt;3º&lt;/a&gt;&amp;nbsp;da Lei nº&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/104849/lei-6321-76" id="citacaoLegis" style="color: #3e5b16;" title="Lei 6321/76"&gt;6.321&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ser interpretado de forma extensiva, para compreender como despido de natureza salarial também o auxílio alimentação fornecido pelo empregador nos termos da regulamentação do PAT - sustentou a relatora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A ministra observou ainda que a 1ª Seção do STJ, responsável pelos processos de Direito Público, já havia adotado o entendimento de que a alimentação fornecida 'in natura' ou mesmo o pagamento de auxílio alimentação decorrente de acordo ou convenção coletiva não entram na base da contribuição previdenciária, dada sua natureza indenizatória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais recentemente, a 1ª Turma do TSJ decidiu que "esse caráter indenizatório não é afetado nem mesmo quando o benefício é pago em dinheiro, tíquete, cartão magnético ou qualquer outro meio".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os advogados Lara Corrêa Bresciani, Francisco José da Rocha, Thomas Muller, Felipe do Canto Zago e Eduardo Roesch atuaram na defesa da Fundação Banrisul de Seguridade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O acórdão do STJ ainda não está disponível. (REsp nº 1023053).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: JusBrasil&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-3369039637584373391?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/3369039637584373391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/mudanca-na-jurisprudencia-do-stj.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3369039637584373391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3369039637584373391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/12/mudanca-na-jurisprudencia-do-stj.html' title='Mudança na Jurisprudência do STJ referente à Cesta-alimentação'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4061417400369990586</id><published>2011-11-30T11:16:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T11:16:56.270-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fato gerador; concessão; data do óbito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensão por morte'/><title type='text'>Pensão por morte a menor sob guarda deve observar lei em vigor na data do óbito</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A pensão por morte a ser paga ao menor sob guarda deve observar a lei em vigor na data do óbito do segurado, pois esse é o fato gerador para a concessão do benefício previdenciário: se o falecimento ocorreu antes da edição da Medida Provisória 1.523, de 11 outubro de 1996, o recebimento está assegurado; se a morte ocorreu depois, o menor não tem direito ao benefício.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;A conclusão é da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que definiu também que o menor sob guarda não pode mais ser equiparado ao filho de segurado, para fins de dependência. De acordo com o voto do relator, ministro Gilson Dipp, o reconhecimento do direito à pensão por morte não é mais possível após as alterações promovidas pela MP 1.523/96, reeditada até sua conversão na Lei 9.528, em 10 de dezembro de 1997.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;A questão teve início com ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O objetivo era a condenação do instituto a considerar o menor sob guarda como dependente equiparado ao filho do segurado, conforme previsto no artigo 33 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na redação original do artigo 16, parágrafo 2º, da Lei 8.213/91.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em primeira instância, a ação foi julgada procedente. O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) confirmou a sentença. Insatisfeito, o INSS recorreu ao STJ, alegando, em preliminar, a ilegitimidade do Ministério Público para a defesa de direitos individuais patrimoniais disponíveis ou de qualquer direito individual homogêneo. No mérito, sustentou que a decisão ofendeu o artigo 16, parágrafo 2º, da Lei 8.213, com redação dada pela Lei 9.528, que afastou o menor sob guarda do rol de dependentes de segurados da Previdência Social.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A preliminar de ilegitimidade foi acolhida em decisão monocrática no STJ, mas o Supremo Tribunal Federal a afastou, após examinar recurso extraordinário, determinando que o STJ julgasse o mérito do recurso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Corte Especial&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em outro processo (EREsp 727.716) relacionado ao mesmo tema, o Ministério Público alegou que o artigo 16, § 2º, da Lei 8.213, na redação dada pela medida provisória, seria inconstitucional. A Corte Especial, no entanto, entendeu que a lei superveniente não teria negado o direito à equiparação do menor sob guarda, mas apenas se omitiu em prevê-lo, não havendo portanto inconstitucionalidade a ser declarada, razão pela qual o incidente não foi sequer conhecido.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao analisar agora o recurso especial na Quinta Turma, o ministro Gilson Dipp lembrou que, durante algum tempo, foi motivo de debates no STJ se o artigo 33 do ECA – que cria a possibilidade de a criança sob guarda ser considerada dependente para fins previdenciários – deveria prevalecer em relação à legislação previdenciária, por ser tida como norma especial.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se fosse esse o entendimento, disse o ministro, “o direito do menor sob guarda à percepção do benefício&amp;nbsp;&lt;em style="text-align: justify;"&gt;post mortem&lt;/em&gt;persistiria até os dias atuais, pois não teria sido ceifado pela norma previdenciária de 1997”. No entanto, em vários julgamentos, a Terceira Seção do STJ já decidiu que não prevalece o disposto no artigo 33 do ECA, em razão da alteração introduzida Medida Provisória 1.523.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diante disso, afirmou o relator, “outra não pode ser a conclusão a respeito da matéria, a não ser a de que o entendimento já assentado no âmbito da Terceira Seção, no sentido de que a pensão por morte deve observar a lei em vigor na data do óbito do segurado, por ser esse o fato gerador para a concessão do benefício, deve ser mantido”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #595656;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ministro explicou que ao menor, cujo guardião morreu antes da Medida Provisória 1.523, continuará assegurada a percepção do benefício. “Contudo, o óbito ocorrido após a alteração legislativa não gerará a percepção do benefício&amp;nbsp;&lt;em style="text-align: justify;"&gt;post mortem&lt;/em&gt;, não havendo, pois, falar em prevalência do artigo 33, parágrafo 3º, do ECA em detrimento da norma previdenciária, cuja natureza é também específica”, concluiu Gilson Dipp.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fonte: www.stj.jus.br&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4061417400369990586?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4061417400369990586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/pensao-por-morte-menor-sob-guarda-deve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4061417400369990586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4061417400369990586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/pensao-por-morte-menor-sob-guarda-deve.html' title='Pensão por morte a menor sob guarda deve observar lei em vigor na data do óbito'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-6596273740759759380</id><published>2011-11-21T03:52:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T03:54:08.013-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='isenção; devolução.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contribuição previdenciária; redução; formalização; empregado doméstico.'/><title type='text'>Aposentado pode ser liberado de pagar INSS</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: white; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Ministério da Previdência estuda duas novas regras para os aposentados que continuam trabalhando com carteira assinada e contribuindo para o INSS.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: -webkit-auto;"&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma das propostas é o fim da contribuição previdenciária para os aposentados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: -webkit-auto;"&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje, eles pagam INSS, mas, se ficarem doentes, não têm direito ao auxílio-doença ou à aposentadoria por invalidez e nem podem aumentar o benefício com a inclusão dos novos pagamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: -webkit-auto;"&gt;  &lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outra ideia é devolver essas contribuições (chamadas de pecúlio) quando o aposentado parar de trabalhar de forma definitiva, como era feito até 1994.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As duas propostas poderão ter um custo menor para a Previdência se comparadas à troca de aposentadoria, que aguarda julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: -webkit-auto;"&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As medidas foram discutidas ontem em reunião entre representantes dos aposentados e do ministério.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 6.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: Jornal Correio do Povo - RS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-6596273740759759380?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/6596273740759759380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/aposentado-pode-ser-liberado-de-pagar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6596273740759759380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6596273740759759380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/aposentado-pode-ser-liberado-de-pagar.html' title='Aposentado pode ser liberado de pagar INSS'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-9033111359100046200</id><published>2011-11-18T05:21:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T05:21:10.247-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aviso prévio; gestação; indenização'/><title type='text'>Concepção durante aviso-prévio garante estabilidade a gestante Fashion Bubbles</title><content type='html'>&lt;table border="0" bordercolor="#000000" cellspacing="0" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ecxtexto" style="color: #4f596a; line-height: 14px; padding-left: 20px; padding-right: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ecxtexto" style="color: #4f596a; line-height: 14px; padding-left: 20px; padding-right: 20px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;A gestante tem direito à estabilidade no emprego no caso da concepção ocorrer durante o aviso-prévio indenizado, pois, nesse período, o contrato de trabalho ainda se encontra vigente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse entendimento levou a 4ª Turma do TST a dar provimento ao recurso de revista de uma funcionária demitida pela Bio Control Controle de Pragas Urbanas Ltda. e garantir-lhe a indenização decorrente da estabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anteriormente, a Justiça do Trabalho da 2ª Região (SP) havia indeferido o pedido da trabalhadora, provocando o recurso de revista ao TST. Nele, a autora alegou que a concepção no decorrer do aviso-prévio não afasta o direito à estabilidade, pois a projeção do aviso-prévio integra o tempo de serviço do empregado para todos os efeitos legais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a decisão do TST, a empresa deverá pagar à trabalhadora uma indenização relativa à estabilidade da gestante, correspondente aos salários do período compreendido entre a data da concepção – estimada em 15/07/2006 - até cinco meses após o parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ministra Maria de Assis Calsing, relatora do recurso de revista, o artigo 10, inciso II, alínea&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“b”,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias veda a dispensa imotivada da empregada desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. A relatora esclareceu que, da análise desse dispositivo, conclui-se que&amp;nbsp;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“a simples comprovação da gravidez é suficiente para que a empregada tenha reconhecido o seu direito à garantia no emprego, não se exigindo, portanto, nenhum outro requisito”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ministra salientou ser irrelevante o desconhecimento do empregador ou da própria gestante sobre sua condição, conforme, inclusive, o entendimento sedimentado no item I da Súmula nº 244 do TST. Observou, ainda, que a expressão&amp;nbsp;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“confirmação de gravidez”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;deve ser entendida não como a confirmação médica, mas como a própria concepção do nascituro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advogado Renato Cabral Soares atua em nome da reclamante. (RR nº 175000-14.2006.5.02.0037)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ecxtexto" style="color: #4f596a; line-height: 14px; padding-left: 20px; padding-right: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ecxtexto" style="padding-left: 20px; padding-right: 20px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4f596a; line-height: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="color: #4f596a; line-height: 14px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;fonte:&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt; www.espacovital.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-9033111359100046200?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/9033111359100046200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/concepcao-durante-aviso-previo-garante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/9033111359100046200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/9033111359100046200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/concepcao-durante-aviso-previo-garante.html' title='Concepção durante aviso-prévio garante estabilidade a gestante Fashion Bubbles'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-2174975608136483814</id><published>2011-11-18T04:12:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T04:13:51.155-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='erro da administração pública.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria irregular; certidão de tempo de contribuição'/><title type='text'>Falha da administração permite que aposentadoria irregular conte como tempo de serviço efetivo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px;"&gt;Um servidor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) conseguiu manter a contagem, como tempo de serviço público efetivo, do período em que permaneceu irregularmente aposentado por falha da administração. A decisão, da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), levou em conta a inexistência de má-fé do servidor, sua idade avançada e a falha de diversos órgãos da administração na concessão e anulação da aposentadoria. Ao se aposentar integralmente, o servidor teve considerado como tempo de serviço período de trabalho rural. O Tribunal de Contas da União (TCU) afirmou que o ato seria ilegal, porque não teria havido contribuição previdenciária durante o período de serviço rural. A decisão ocorreu anos depois do afastamento do servidor, quando ele já contava com 66 anos de idade. Quando da sentença, em 2007, o servidor já estava afastado havia nove anos e a ponto de completar 70 anos, idade em que ocorre a aposentadoria compulsória no serviço público.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;Indenização&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;Para o magistrado, a situação tornava inviável seu retorno ao trabalho. Ele acrescentou que a administração pública falhou em diferentes momentos: "O INSS, por expedir certidão de tempo rural não indenizado para fins de contagem recíproca o TCU, por ter excedido em muito qualquer expressão de prazo razoável para declarar a ilegalidade e anular o ato de concessão do benefício a UFSC e o TCU, por não terem dado solução adequada às irregularidades apontadas no ato de concessão da aposentadoria do autor."&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Tudo isso demonstra ser incontroverso que a ilegalidade no ato de concessão do beneficio deu-se por exclusivo equívoco da administração, sem que fosse apurada má-fé do autor", registra a sentença. "Desta forma, se por um lado a aposentadoria foi ilegal, o afastamento do autor também o foi e por exclusiva culpa da administração, que, assim, deve responder pelos danos causados, no caso, a impossibilidade material do autor retornar no tempo e ao trabalho para contar o tempo necessário para obtenção regular de outra aposentadoria", completou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o juiz, a administração deve indenizar o servidor pela impossibilidade de retorno ao estado anterior a seu afastamento do serviço: "No caso, esta indenização toma melhor forma no reconhecimento do tempo de aposentadoria como de efetivo exercício de serviço público, situação que melhor se aproximaria ao que ocorreria caso o INSS não houvesse expedido a certidão de tempo de serviço rural para fim de contagem recíproca, e a UFSC indeferido a aposentadoria requerida pelo autor, nos termos da lei".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Extra petita&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O servidor conseguiu aposentar-se com proventos proporcionais, equivalentes a 28 anos completos de serviço público, contando-se nele o período da aposentadoria integral irregularmente concedida. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em remessa oficial, manteve o entendimento da primeira instância. No recurso especial, a UFSC alegou, além de pontos constitucionais não apreciáveis pelo STJ, o julgamento além do pedido inicial do autor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ministra Maria Thereza de Assis Moura, porém, não verificou a ilegalidade. Para a relatora, se o pedido inicial pretendia a manutenção da aposentadoria integral e a sentença concedeu a aposentadoria proporcional, não se pode falar em julgamento extra petita. Conforme a jurisprudência, não ocorre essa irregularidade se o pedido mais abrangente inclui, ainda que de forma implícita, o de menor extensão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: Jus Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-2174975608136483814?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/2174975608136483814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/falha-da-administracao-permite-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2174975608136483814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2174975608136483814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/falha-da-administracao-permite-que.html' title='Falha da administração permite que aposentadoria irregular conte como tempo de serviço efetivo'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-5169373860438179100</id><published>2011-11-18T04:10:00.001-08:00</published><updated>2011-11-18T04:10:42.012-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='indenização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='culpa do empregador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Justiça do Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='acidente do trabalho'/><title type='text'>Família de capataz morto em fazenda no Paraguai receberá pensão mensal</title><content type='html'>&lt;span&gt;O dono de uma fazenda no Paraguai terá que pagar pensão mensal à família de um empregado brasileiro morto a tiros dentro da propriedade por outro empregado, durante uma festa fora do horário de serviço. A viúva e as duas filhas do capataz falecido receberão pensão mensal no valor de um salário mínimo e meio, a título de indenização por danos materiais, desde a data do falecimento até a data em que ele completasse sessenta e cinco anos de idade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, o fazendeiro tentou reformar a decisão do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (9ª Região) com o argumento de que o inquérito policial comprovara que o responsável pela morte do trabalhador tinha sido outro empregado, e que não havia prova de que ele, na condição de empregador, fornecesse armas a seus empregados. Como a fazenda está localizada no Paraguai, alegou também que deveria ser aplicada à hipótese a legislação daquele país, e não a do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fazendeiro sustentou ainda que, no direito brasileiro, aplica-se a teoria da culpa, ou seja, da responsabilidade subjetiva, e, no caso, ele não teve culpa pelo ocorrido. Insistiu que o autor do crime devia ser responsabilizado, pois o assassinato aconteceu dentro da fazenda durante a realização de uma festa e fora do horário de trabalho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo entendimento do Regional, era irrelevante discutir se as armas que os empregados utilizavam pertenciam ou não ao fazendeiro, porque, de fato, testemunhas declararam que não havia proibição do uso de armas na propriedade. Para o TRT, portanto, o dever de indenizar a família do trabalhador morto decorria de um ato ilícito cometido pela ação de outra pessoa por falta de vigilância do empregador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o Tribunal Regional tenha analisado a questão sob o ponto de vista da responsabilidade objetiva, como contestou o fazendeiro, o relator e presidente da Terceira Turma, ministro Horácio Senna Pires, concluiu que o TRT também examinara a matéria pelo aspecto da culpa do empregador, destacando que o fazendeiro foi omisso na fiscalização do comportamento dos seus empregados e não teve o cuidado de impedir o uso de armas de fogo na propriedade. Nessas condições, o relator entendeu que estavam presentes os requisitos que geram a reparação civil – o dano (morte do empregado), nexo causal (agressão praticada por terceiro contra empregado no local de trabalho) e culpa (omissão do reclamado em proibir e fiscalizar o uso de armas de fogo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro Horácio afirmou ainda que a decisão do Regional não desrespeitou o artigo 186 do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10406.htm"&gt;&lt;span&gt;Código Civil Brasileiro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, que define ato ilícito, ou o artigo 7º, XXVIII, da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Constituicao.htm"&gt;&lt;span&gt;Constituição Federal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, que trata da indenização devida pelo empregador em caso de dolo ou culpa. Como o empregador não apresentou exemplos de outras decisões capazes de caracterizar divergência jurisprudencial e, assim, autorizar a análise do recurso de revista pela Turma no TST, o ministro Horácio rejeitou (não conheceu) o recurso e foi acompanhado pelos demais integrantes do colegiado. Desse modo, prevaleceu a obrigação de pagar pensão mensal à família do empregado falecido imposta pelo Regional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lilian Fonseca/CF) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: TST&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-5169373860438179100?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/5169373860438179100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/familia-de-capataz-morto-em-fazenda-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/5169373860438179100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/5169373860438179100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/familia-de-capataz-morto-em-fazenda-no.html' title='Família de capataz morto em fazenda no Paraguai receberá pensão mensal'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4469228151073107847</id><published>2011-11-18T04:10:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T04:10:39.202-08:00</updated><title type='text'>Turma Recursal é competente para julgar MS contra ato de Juizado Especial</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por votação unânime, o Plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta quarta-feira (16), que as Turmas Recursais dos Juizados Especiais Federais são competentes para julgar recursos interpostos contra atos emanados de tais juizados, sejam eles simples recursos ou mandados de segurança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A decisão, tomada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 586789, interposto pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), confirma acórdão (decisão colegiada) do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que entendeu competir à Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais do Paraná examinar o cabimento de mandado de segurança, quando utilizado como substitutivo recursal, impetrado contra decisão de juiz federal, no exercício da jurisdição do Juizado Especial Federal.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O RE surgiu de uma decisão do juiz federal da 2ª Vara do Juizado Especial Federal de Maringá, no Paraná, desfavorável ao INSS. O instituto então recorreu ao TRF-4, com sede em Porto Alegre. Mas este declinou da competência para julgar o recurso, remetendo o processo à Turma Recursal. É dessa decisão que o instituto recorreu ao STF, na via de recurso extraordinário.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No julgamento, os ministros entenderam que, em virtude do caráter singular dos juizados especiais, não há subordinação deles aos Tribunais de Justiça, quando de abrangência estadual e, no caso dos de natureza federal, aos Tribunais Regionais Federais (TRFs).&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 24 de abril de 2009, o Plenário Virtual do STF reconheceu a existência de repercussão geral* da questão constitucional suscitada no RE, que teve como relator o ministro Ricardo Lewandowski.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-weight: bold; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;Alegações&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O INSS alegava ofensa aos artigos 98, inciso I; 108, inciso I, “c”, e 125, parágrafo 1º, da Constituição Federal. Sustentava competir às turmas recursais apenas o exame de recursos, jamais de ações (como o mandado de segurança), em virtude da determinação constitucional inserta no artigo 98, inciso I. Assim, seria dos tribunais regionais federais a competência para o processamento e julgamento de mandado de segurança contra ato de juiz federal.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os ministros que participaram da decisão de hoje do STF, entretanto, foram unânimes em rechaçar essa tese. Segundo eles, admiti-la seria fulminar o próprio objetivo com que foram criados os juizados especiais: simplificar o processamento de causas menores pelo Judiciário, dando-lhes celeridade. E, no entender deles, essa simplificação implica resolver, na própria estrutura dos juizados especiais, de que fazem parte as turmas recursais, os processos a eles trazidos.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ministro Gilmar Mendes chegou a qualificar de “fracasso do sucesso” o que ocorreu com os juizados especiais federais, justamente em virtude da simplicidade e celeridade da tramitação dos processos levados a seu julgamento. É que, ao contrário do que se imaginava, segundo ele, que chegaria a 200 mil o número de processos em tramitação atualmente, essa marca já ultrapassou os 2,5 milhões, superando o número de processos em tramitação na justiça federal comum.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-weight: bold; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;Votos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A unanimidade dos ministros acompanhou o voto do relator, ministro Ricardo Lewandowski, cujo entendimento foi o de que a decisão está em sintonia com o que preconiza o artigo 98, inciso I, da Constituição Federal (CF), ou seja: a criação, pela União, pelo Distrito Federal, pelos estados e territórios, de “juizados especiais, providos por juízes togados, ou togados e leigos, competentes para a conciliação, o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo, mediante os procedimentos oral e sumaríssimo, permitidos, nas hipóteses previstas em lei, a transação e o julgamento de recursos por turmas de juízes de primeiro grau”.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo observou o ministro Celso de Mello, ao acompanhar o voto do relator, o modelo dos juizados especiais se rege, não pelo duplo grau de jurisdição, mas pelo critério do duplo reexame, que se realiza no âmbito do primeiro grau de jurisdição. Portanto, segundo ele, não se tratava de discutir a adequação da via processual utilizada, mas apenas de definir o órgão competente para julgar originariamente o Mandado de Segurança. E este, também em seu entender, é a Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais do Paraná, no caso em discussão.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FK/CG&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*A repercussão geral é um instituto, previsto no artigo 543-B do Código de Processo Civil (CPC) que permite que o Supremo julgue apenas temas que possuam relevância social, econômica, política ou jurídica para toda a sociedade brasileira. Assim,quando houver multiplicidade de recursos com o mesmo tema, os tribunais de justiça e os regionais federais deverão aguardar a decisão do STF e, quando decidida a questão, aplicá-la aos recursos extraordinários, evitando a remessa de milhares de processos ao STF.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fonte: www.stf.jus.br&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4469228151073107847?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4469228151073107847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/turma-recursal-e-competente-para-julgar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4469228151073107847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4469228151073107847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/turma-recursal-e-competente-para-julgar.html' title='Turma Recursal é competente para julgar MS contra ato de Juizado Especial'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-7681061144786770662</id><published>2011-11-18T04:07:00.001-08:00</published><updated>2011-11-18T04:08:26.045-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesta-alimentação; abono; verba remuneratória; complementação de aposentadoria'/><title type='text'>TJSC confirma incorporação de cesta-alimentação e abono em aposentadoria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A 4ª Câmara de Direito Civil confirmou sentença da comarca de Braço do Norte e determinou que a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – Previ incorpore os valores do auxílio-cesta-alimentação e do abono único aos proventos de aposentadoria de Martina Schmidt Siqueira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;A decisão reconheceu o caráter remuneratório desses benefícios, previstos em acordo coletivo, e deve ser aplicada desde 2003, quando houve a concessão aos funcionários na ativa. O relator, desembargador Luiz Fernando Boller, não acolheu o argumento da Previ de caráter alimentar dos valores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele observou entendimento do Superior Tribunal de Justiça, de que “o auxílio-alimentação possui natureza indenizatória e não se confunde com o auxílio-cesta-alimentação, de caráter eminentemente remuneratório”, e destacou ser o abono de natureza idêntica.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, com base no princípio da isonomia, Boller entendeu que as duas rubricas devem ser pagas aos inativos, e rebateu a vedação da extensão de abonos e vantagens de qualquer natureza, previstos em lei, aos inativos.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O caso dos autos não guarda semelhança alguma com a referida disposição, porque não se trata, aqui, de revisão de benefícios em manutenção, mas de suplementação de aposentadoria complementar, em razão de verbas devidas cujo pagamento, todavia, foi suprimido”, afirmou o relator.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A decisão, unânime, firma entendimento favorável ao interesse jurídico de outros beneficiários dos sistemas de previdência complementar. Cabe recurso aos tribunais superiores. (Apelação Cível n. 2011.077860-2).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fonte: TJSC&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-7681061144786770662?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/7681061144786770662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/tjsc-confirma-incorporacao-de-cesta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7681061144786770662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7681061144786770662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/tjsc-confirma-incorporacao-de-cesta.html' title='TJSC confirma incorporação de cesta-alimentação e abono em aposentadoria'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4802314107814212055</id><published>2011-11-10T08:47:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T08:50:34.351-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='seguro-desemprego; vedação de acúmulo.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='auxílio-doença'/><title type='text'>TRF da 4ª Região veda acúmulo de seguro-desemprego e auxílio-doença</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;A Turma Regional de Uniformização (TRU) dos Juizados Especiais Federais (JEFs) da 4ª Região, em julgamento ocorrido na última semana, uniformizou entendimento de que é vedado o recebimento conjunto de seguro-desemprego com qualquer benefício de prestação continuada da Previdência Social, exceto pensão por morte ou auxílio-acidente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt; &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;&lt;span style="float: none; text-align: -webkit-auto;"&gt;O incidente de uniformização foi ajuizado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) contra acórdão da 1ª Turma Recursal do Rio Grande do Sul, que autorizou o recebimento de auxílio-doença em período concomitante ao do recebimento de seguro-desemprego. A autarquia alegou a existência de vedação legal e apontou decisão divergente da 2ª Turma Recursal de Santa Catarina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt; &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;&lt;span style="float: none; text-align: -webkit-auto;"&gt;Após examinar o incidente, o juiz federal Germano Alberton Júnior, relator do processo, citou a Lei 8.213/91, que veda expressamente a acumulação dos benefícios, e deu provimento ao pedido do INSS, determinando o retorno do processo à Turma de origem para uniformizar o entendimento, conforme posição da 2ª Turma Recursal de SC.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt; &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;&lt;span style="float: none; text-align: -webkit-auto;"&gt;IUJEF 0004244-90.2008.404.7162/TRF.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;&lt;span style="float: none; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;&lt;span style="float: none; text-align: -webkit-auto;"&gt;fonte: TRF da 4ª região&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4802314107814212055?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4802314107814212055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/trf-da-4-regiao-veda-acumulo-de-seguro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4802314107814212055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4802314107814212055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/trf-da-4-regiao-veda-acumulo-de-seguro.html' title='TRF da 4ª Região veda acúmulo de seguro-desemprego e auxílio-doença'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-6800590839175421602</id><published>2011-11-10T08:45:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T08:45:00.632-08:00</updated><title type='text'>TRT-MG confirma reintegração de bancário dispensado em período pré-aposentadoria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;Acompanhando o voto da juíza convocada Mônica Sette Lopes, a 8ª Turma do TRT-MG confirmou a sentença que deferiu a tutela antecipada para determinar a imediata reintegração do reclamante na função de bancário. Isso porque o Itaú Unibanco S.A. dispensou sem justa causa o empregado durante o seu período de pré-aposentadoria. A partir do exame das provas, os julgadores constataram que o bancário preenche os requisitos da estabilidade provisória no emprego, prevista na convenção coletiva de trabalho da categoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;De acordo com os dados do processo, o bancário foi contratado em 1978 e dispensado sem justa causa no dia 13/1/2011. A relatora do recurso examinou a cláusula da convenção coletiva, segundo a qual terão direito a estabilidade provisória no emprego, exceto por motivo de justa causa, todos os empregados que estiverem no período de pré-aposentadoria. Esse período corresponde aos 24 meses imediatamente anteriores à complementação do tempo para aposentadoria proporcional ou integral pela Previdência Social, respeitados os critérios estabelecidos pela legislação vigente. De acordo com a norma coletiva, possuirão também estabilidade provisória os empregados que tiverem o mínimo de 28 anos de vinculação empregatícia ininterrupta com o mesmo banco. Analisando o caso do processo, a relatora explicou que, tendo sido admitido em 17/5/1978, o bancário contava, então, até o ato que resultou na rescisão de seu contrato de trabalho, com 32 anos, 7 meses e 27 dias de trabalho em favor do banco reclamado. Portanto, a julgadora constatou que o período de trabalho do bancário supera o período mínimo previsto na norma coletiva, ou seja, 28 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;&lt;span style="float: none;"&gt;Desse modo, a magistrada entende que o bancário preencheu a condição para usufruir da estabilidade provisória, que é tempo de serviço de forma ininterrupta por período superior àquele fixado pela convenção coletiva. Nessa ordem de ideias, a julgadora concluiu que foi ilícita a conduta patronal de dispensar o bancário sem justa causa, sendo, em consequência, nula de pleno direito. Quanto à idade para se aposentar, a magistrada chama a atenção para o fato de que a norma coletiva não faz qualquer menção a isso. Por outro lado, a relatora levou em consideração que o contrato de trabalho foi encerrado em 12/2/2011 (projeção do período correspondente do aviso prévio), Nesse contexto, conforme acentuou a julgadora, o bancário, dentro dos 24 meses da estabilidade provisória, já contaria com a idade de 53 anos para se aposentar de forma proporcional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Em seu voto, a magistrada esclareceu, ainda, que o artigo 273 do CPC permite a antecipação parcial ou total dos efeitos da tutela pretendida, quando o juiz, diante de prova que não comporta nenhuma dúvida razoável, se convença de que a alegada lesão do direito é verdadeira e de há fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. Ao finalizar, a relatora salientou que a antecipação dos efeitos da tutela não traz prejuízo ao banco, uma vez que os salários pagos decorrem da efetiva prestação de serviço pelo bancário em benefício do empregador. Acompanhando esse entendimento, a Turma manteve a antecipação de tutela determinada na sentença. (0000180-52.2011.5.03.0024 ED)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Fonte: www.trt12.jus.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-6800590839175421602?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/6800590839175421602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/trt-mg-confirma-reintegracao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6800590839175421602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6800590839175421602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/trt-mg-confirma-reintegracao-de.html' title='TRT-MG confirma reintegração de bancário dispensado em período pré-aposentadoria'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8375086666325144770</id><published>2011-11-10T08:41:00.001-08:00</published><updated>2011-11-10T09:05:19.838-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='suspensão do contrato de trabalho.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plano de sáude; aposentadoria por invalidez'/><title type='text'>Aposentado por invalidez tem plano de saúde mantido</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;A Finasa Promotora de Vendas Ltda – empresa do grupo Bradesco voltada ao segmento de empréstimos e financiamentos – foi condenada a manter o plano de saúde de um empregado que se aposentou por invalidez. A decisão, da 42ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, foi mantida pela 1ª Turma do TRT/RJ.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;O reclamante, que trabalhava como atendente comercial na empresa desde 2001, foi levado a se aposentar em 20/4/2010 devido a um traumatismo craniano encefálico. Em virtude do problema de saúde, o trabalhador passou a depender de tratamento neurológico e psiquiátrico, mas foi comunicado pela operadora do plano de saúde sobre a suspensão do atendimento a partir de novembro daquele ano, em razão do seu “desligamento” da empresa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;A empresa se defendeu alegando não haver lei que obrigue a manutenção do benefício enquanto durar a suspensão do contrato de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;  Entretanto, para a desembargadora Elma Pereira de Melo Carvalho, relatora do recurso ordinário, a aposentadoria por invalidez é uma hipótese de suspensão que resulta apenas na suspensão das obrigações principais do contrato de trabalho – como a prestação dos serviços e o pagamento de salários. O direito ao plano de saúde, por não depender da prestação de serviços para a sua manutenção, deve ser assegurado, enquanto perdurar a concessão do benefício previdenciário.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;“O trabalhador não pode ser tratado como se fosse um objeto a ser descartado quando adoece ou se aposenta por invalidez, vindo, em razão disso, a ter o seu plano de saúde cancelado quando dele mais precisa”, afirmou a relatora, ressaltando que a suspensão do plano de saúde nessa situação viola os princípios da dignidade da pessoa humana e da valorização do trabalho, previstos na Constituição da República.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;SAIBA MAIS&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;De acordo com o artigo 475 da CLT, a aposentadoria por invalidez não extingue o contrato de trabalho, apenas o suspende, podendo o empregado, inclusive, retornar à atividade caso recupere sua capacidade para as funções.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;Já no artigo 468, a CLT estabelece que as condições de trabalho estabelecidas num contrato aderem ao mesmo e não podem ser alteradas unilateralmente, a menos que seja para melhorar a situação do trabalhador, o que não aconteceu no caso concreto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;Assim, a Finasa será obrigada a restabelecer o benefício do plano de saúde, tanto do empregado quanto de seus dependentes.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial;"&gt;Fonte: www.trt12.jus.br&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8375086666325144770?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8375086666325144770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/aposentado-por-invalidez-tem-plano-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8375086666325144770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8375086666325144770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/aposentado-por-invalidez-tem-plano-de.html' title='Aposentado por invalidez tem plano de saúde mantido'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-6733776304268630429</id><published>2011-11-04T05:41:00.001-07:00</published><updated>2011-11-04T05:43:10.070-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='acidente de trabalho; ação regressiva'/><title type='text'>Procuradoria da Fazenda deve ser informada sobre condenações por acidente de trabalho</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro João Oreste Dalazen, e o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, ministro Antônio José de Barros Levenhagen, assinaram recomendação conjunta para que juízes e desembargadores encaminhem à Procuradoria da Fazenda Nacional cópia de sentenças e acórdãos que reconheçam conduta culposa do empregador em acidente de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As decisões subsidiarão eventual ajuizamento de ação regressiva, nos termos do art.&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/104108/regulamento-dos-benef%C3%ADcios-da-previd%C3%AAncia-social-lei-8213-91" id="citacaoLegis" notindex="true" style="color: #3e5b16;" title="Artigo 120 do Regulamento dos Benefícios da Previdência Social - Lei 8213/91"&gt;120&lt;/a&gt;&amp;nbsp;da Lei nº&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/104108/regulamento-dos-benef%C3%ADcios-da-previd%C3%AAncia-social-lei-8213-91" id="citacaoLegis" style="color: #3e5b16;" title="Regulamento dos Benefícios da Previdência Social - Lei 8213/91"&gt;8.213&lt;/a&gt;/91, que estabelece: "Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mediante ações regressivas, o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) pode solicitar o ressarcimento de despesas com o pagamento de benefícios previdenciários (aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, auxílio-acidente e pensão por morte) ou decorrentes da prestação de serviços de reabilitação profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A recomendação aponta que, além de ser um meio de ressarcimento da Administração Pública, a ação regressiva serve como "instrumento pedagógico e de prevenção de novos infortúnios".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os magistrados dos 24 Tribunais Regionais do Trabalho deverão encaminhar cópia das decisões à respectiva unidade da Procuradoria da Fazenda Nacional nos estados (veja relação aqui).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A recomendação foi editada como parte do conjunto de ações do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, cujo protocolo de intenções foi celebrado pelo TST, CSJT, Ministério da Saúde, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social e Advocacia-Geral da União.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-6733776304268630429?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/6733776304268630429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/procuradoria-da-fazenda-deve-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6733776304268630429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6733776304268630429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/procuradoria-da-fazenda-deve-ser.html' title='Procuradoria da Fazenda deve ser informada sobre condenações por acidente de trabalho'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4552123356087389387</id><published>2011-11-04T05:28:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T05:46:58.170-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contribuição previdenciária; redução; formalização; empregado doméstico.'/><title type='text'>Senado reduz contribuição previdenciária de empregados domésticos e empregadores</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os senadores da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovaram na quarta-feira (26/10) a redução da contribuição previdenciária de empregados e empregadores domésticos. A aprovação tem caráter terminativo, valendo como decisão do Senado e não vai a plenário para votação. A proposta reduz o recolhimento mensal da Previdência Social (que atualmente é 8% do salário para o empregado e 12% para o empregador) para uma alíquota de 5% - a ser paga tanto para empregados quanto empregadores. O texto segue agora para a Câmara dos Deputados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O principal objetivo do projeto, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), é estimular a formalização do emprego doméstico, situação que, em 2009, não abrangia nem 30% dos trabalhadores do setor, de acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #444444; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fonte: Agência Senado&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4552123356087389387?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4552123356087389387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/senado-reduz-contribuicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4552123356087389387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4552123356087389387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/senado-reduz-contribuicao.html' title='Senado reduz contribuição previdenciária de empregados domésticos e empregadores'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-5709157028222795332</id><published>2011-11-04T05:20:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T05:48:07.381-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prescrição;estelionato; recebimento indevido; marco inicial.'/><title type='text'>Prescrição de estelionato cometido por segurado da previdência conta do fim do recebimento indevido</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estelionato praticado contra a previdência social pelo próprio beneficiado é crime permanente, devendo o prazo prescricional ser contado a partir da cessação do recebimento do benefício indevido. A conclusão é da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao dar provimento a recurso especial do Ministério Público Federal (MPF) para afastar a prescrição e manter a pretensão punitiva contra beneficiário que recebia aposentadoria obtida por meio de fraude.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;O Ministério Público recorreu ao STJ após decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que reconheceu a prescrição e a consequente extinção da punibilidade. “Deve-se tomar como marco inicial do prazo prescricional a data do primeiro pagamento do benefício, por se tratar de crime instantâneo, ainda que de efeitos permanentes”, diz um trecho da decisão do TRF4.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;Para o tribunal gaúcho, o artigo 109, V, do Código Penal estabelece que, se o máximo da pena é igual ou superior a um ano e não excede a dois, como no caso, a prescrição ocorre em quatro anos – “lapso já transcorrido entre a data do pagamento da primeira parcela do benefício e a data de recebimento da denúncia, razão pela qual resta extinta a punibilidade do réu em face da prescrição retroativa”, considerou o TRF4.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;No recurso para o STJ, o MPF alegou que a decisão, ao afirmar que o delito de estelionato contra a previdência é de natureza instantânea, negou vigência aos artigos 171, parágrafo 3º, e 111, III, ambos do Código Penal. Segundo sustentou, o crime é permanente, cessando a permanência com o recebimento da última prestação do benefício previdenciário. Requereu, então, o provimento do recurso para afastar o reconhecimento da prescrição retroativa.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;De forma unânime, a Quinta Turma deu provimento ao recurso especial, reconhecendo que o crime de estelionato praticado contra a previdência social pelo próprio beneficiário, ao gerar o recebimento sucessivo e indevido de benefícios previdenciários, constitui delito permanente, e não delito instantâneo de efeitos permanentes.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;Ao votar, o ministro Jorge Mussi, relator do caso, observou que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tem distinguido a natureza do estelionato previdenciário a partir de quem o pratica. “Se o próprio beneficiário for o autor do fato, a infração penal terá natureza permanente”, lembra. “Por outro lado, na hipótese de fraude implementada por terceiro para que outrem obtenha o benefício, tratar-se-á de crime instantâneo de efeitos permanentes”, ressaltou.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;Para o relator, como se trata de beneficiário que recebia aposentadoria obtida por meio de fraude, o termo inicial do prazo prescricional se dá com a cessação do recebimento do benefício indevido, o que ocorreu em novembro de 2003. O ministro assinalou que desde essa data até o recebimento da denúncia pela justiça, em setembro de 2006, ou entre este e o acórdão condenatório (sessão realizada em 16 de dezembro de 2008), não transcorreu o prazo necessário para caracterizar a prescrição.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;Processos: REsp 1120031&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;fonte: www.stj.jus.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-5709157028222795332?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/5709157028222795332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/prescricao-de-estelionato-cometido-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/5709157028222795332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/5709157028222795332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/prescricao-de-estelionato-cometido-por.html' title='Prescrição de estelionato cometido por segurado da previdência conta do fim do recebimento indevido'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8517958484758084039</id><published>2011-11-04T05:03:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T05:03:16.319-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TNU'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incidente de Uniformização.'/><title type='text'>CJF aprova alterações no sistema recursal da TNU‏</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Conselho da Justiça Federal (CJF), em sessão realizada nesta segunda-feira (24), aprovou alterações no Regimento Interno da Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais (TNU). As mudanças, conforme o presidente da TNU e corregedor-geral da Justiça Federal, ministro João Otávio de Noronha, visam possibilitar um sistema recursal mais racional, que evite acúmulo de recursos desnecessários e, dessa forma, garanta maior agilidade no julgamento dos processos que realmente necessitem de uniformização. A proposta aprovada altera a Resolução 22/2008 do CJF, que dispõe sobre o Regimento Interno da Turma, e revoga a Resolução 62/2009.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No art. 6º da Resolução, que trata do incidente de uniformização, recurso que compete à TNU julgar, acrescenta-se parágrafo pelo qual, na hipótese de incidentes dirigidos simultaneamente à TNU e à Turma Regional (instância uniformizadora no âmbito de cada região da Justiça Federal), deve ser julgado primeiramente o incidente dirigido a esta última. “Trata-se de modificação que reforça a excepcionalidade do incidente nacional”, argumenta o ministro Noronha, relator da proposta de reforma da Resolução.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No art. 7º, que trata da competência do presidente da TNU, foram aprovadas alterações nos incisos VII e VIII. As mudanças possibilitam ao presidente a devolução automática às turmas recursais de origem dos processos que versem sobre questão já julgada pela TNU e sobre tema já pacificado pelo Superior Tribunal de Justiça em recurso repetitivo ou incidente de uniformização, ou pelo Supremo Tribunal Federal em repercussão geral, para que promovam a adequação ou a manutenção de seus acórdãos, conforme o caso. O presidente da TNU (ou o juiz relator do incidente, conforme inc. VIII do art. 8º) também poderá devolver às TRs de origem ações cujos temas estejam pendentes de apreciação pela TNU, pelo STJ ou pelo STF, para que sejam suspensos até a decisão dos recursos, de forma que se promova a adequação dos acórdãos no momento oportuno. O presidente poderá, ainda, determinar o sobrestamento dos feitos que já tiverem sido julgados pela TNU, nos quais tenha sido interposto recurso ao STJ ou ao STF, até a decisão final.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o ministro Noronha, essas medidas visam “desmotivar a interposição de incidentes cuja normatização já foi alcançada em julgamento anterior pela TNU” e, ao mesmo tempo, prestigiar o regime de julgamento de recursos representativos de controvérsia pelos tribunais superiores, “cujos resultados devem necessariamente ser observados em homenagem à segurança jurídica”.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O § 4º do art. 15 – que trata do processamento do incidente de uniformização – foi da mesma forma alterado, para incluir normatização sobre a necessidade de fundamentação adequada dos recursos interpostos contra decisões que não admitem incidentes na origem. De acordo com o ministro Noronha, esses recursos atualmente são encaminhados por meio de um simples pedido de reconsideração. “Essa circunstância tem permitido a subida automática e desmotivada de incidentes sem a mínima condição de conhecimento, inclusive intempestivos e movidos sem indicação de divergência alguma do acórdão recorrido com paradigmas indicados”, informa o ministro. Segundo ele, mais de 80% dos processos que aguardam distribuição na TNU referem-se a pedidos de reconsideração.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A utilização excessiva do pedido de reconsideração, conforme relata o ministro, possibilitou, ao longo do tempo, “a institucionalização de conduta danosa ao bom funcionamento da Justiça”, já que, em regra, toda decisão do presidente da TNU que confirma decisão de inadmissão do incidente sofre a interposição de agravo regimental, o que permite a distribuição do recurso ao Colegiado para nova análise. O pedido de reconsideração, portanto, será substituído pela possibilidade de recurso de agravo nos próprios autos contra decisão de inadmissão do incidente, mas a decisão proferida pelo presidente da TNU, que reformar essa inadmissão do incidente, será irrecorrível.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Um sistema não pode, ao mesmo tempo, prestigiar a celeridade, a informalidade, a economia processual e a proliferação de recursos. Se esta última já é um problema da Justiça brasileira como um todo, não se pode permitir que se instale, de forma definitiva, nos juizados especiais federais, cujo propósito é atender de forma rápida e segura pretensões que tenham valor reduzido”, afirma o ministro Noronha.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Processo 2006160204&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;fonte:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jf.jus.br/"&gt;http://www.jf.jus.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8517958484758084039?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8517958484758084039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/cjf-aprova-alteracoes-no-sistema.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8517958484758084039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8517958484758084039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/cjf-aprova-alteracoes-no-sistema.html' title='CJF aprova alterações no sistema recursal da TNU‏'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-3417364814734919727</id><published>2011-11-04T04:58:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T05:51:12.388-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='afastamento; desnecessidade de perícia.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='auxílio-doença'/><title type='text'>AUXÍLIO-DOENÇA SAIRÁ SEM PERÍCIA PARA AFASTAMENTO DE ATÉ 60 DIAS</title><content type='html'>&lt;div class="ecxMsoNormal" style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: white; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;O presidente do INSS, Mauro Hauschild, apresentou nesta semana o novo modelo de concessão de auxílio-doença, sem perícia, para afastamentos de até 60 dias. A nova regra começará a ser testada no ano que vem para valer em todo o país em 2013. Hoje, o exame é obrigatório em todos os afastamentos superiores a 15 dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: white; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;A proposta, apresentada no Conselho Nacional de Previdência Social, em Brasília, vai tirar a perícia da maioria dos casos de doença ou acidente. A intenção é a de que o projeto comece até fevereiro na região Sul, em São Paulo e na Bahia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: white; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Deverão ser beneficiados com a eliminação do exame os segurados que sofrerem pequenas fraturas, passarem por cirurgias ou por um pós-operatório ou estiverem com alguma doença infecciosa (tuberculose, por exemplo), segundo o presidente da Associação Nacional dos Médicos Peritos, Geilson Gomes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: white; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Terão de passar por perícia no posto, na hora da concessão do auxílio, os segurados que sofrerem acidentes de trabalho (porque é preciso avaliar, por exemplo, a culpa da empresa), com sintomas que não caracterizem doenças específicas (mal-estar ou dores) ou com doenças originadas desde o nascimento ou na infância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: white; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;A Previdência também irá preparar uma lista, chamada de Tabela Repouso, com os períodos médios de afastamento de cada doença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: white; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;A proposta inicial do INSS já sofreu algumas alterações desde que começou a ser desenvolvida. O período de afastamento pela nova regra já havia sido cogitado em 30 e em 45 dias. O prazo mínimo de contribuições seguidas ao INSS para ter o auxílio sem perícia caiu de 36 para 24 meses pela nova proposta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: white; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Estamos próximos de ter a proposta estruturada, disse Hauschild. Ele não descarta que, no futuro, o programa inclua benefícios de até 120 dias. A greve dos servidores do Dataprev (órgão de informática do INSS) atrasou o início do teste em Anápolis (GO).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: white; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Fonte: www.folha.com&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-3417364814734919727?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/3417364814734919727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/auxilio-doenca-saira-sem-pericia-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3417364814734919727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3417364814734919727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/11/auxilio-doenca-saira-sem-pericia-para.html' title='AUXÍLIO-DOENÇA SAIRÁ SEM PERÍCIA PARA AFASTAMENTO DE ATÉ 60 DIAS'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-1723064578676239469</id><published>2011-10-28T04:35:00.001-07:00</published><updated>2011-10-28T04:35:30.773-07:00</updated><title type='text'>Vai à Câmara projeto que elimina prazo para revisão do valor de aposentadoria ou pensão</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #333333; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (26) proposta que assegura ao aposentado ou pensionista o direito de solicitar o recálculo de seu benefício a qualquer momento -&amp;nbsp;sem a restrição de&amp;nbsp;prazo para&amp;nbsp;o pedido, como acontece hoje.&amp;nbsp;A proposta determina, porém,&amp;nbsp;que o recálculo só pode retroagir até cinco anos antes da solicitação.&amp;nbsp;A matéria&amp;nbsp;segue para a&amp;nbsp;Câmara dos Deputados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #333333; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A proposta teve origem nas modificações que o senador Casildo Maldaner (PMDB-SC) promoveu no&amp;nbsp;&lt;a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=64155" style="color: #3e76c3; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;PLS 482/03&lt;/a&gt;, apresentado&amp;nbsp;pelo senador Paulo Paim (PT-RS)&amp;nbsp;há cerca de oito anos. Durante a reunião desta quarta-feira, Paim concordou com as alterações feitas por Maldaner.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Em seu&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a class="we_frase" href="http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/97429.pdf" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;relatório&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;, Maldaner afirma que optou por "resgatar a ideia contida originalmente no&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="color: #333333; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;caput&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&amp;nbsp;do art. 103 da Lei nº 8.213, de 1991". Segundo ele, esse item, alterado posteriormente por outras leis, deixava implícito que não havia prazo decadencial para ações de revisão dos benefícios da Previdência Social, além de já determinar o limite de cinco anos de retroatividade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Como a proposta foi aprovada pela CAS de forma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="textoApoio auxiliar" style="border-bottom-color: rgb(0, 111, 159); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; cursor: help; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; position: relative;"&gt;terminativa&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;, poderá ser enviada diretamente à Câmara.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para ver a íntegra do que foi discutido na comissão,&amp;nbsp;&lt;a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/atividade/comissoes/sessao/default.asp?dat=26%2F10%2F2011&amp;amp;btnData=Pesquisar" style="color: #3e76c3; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: www.senado.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-1723064578676239469?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/1723064578676239469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/vai-camara-projeto-que-elimina-prazo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1723064578676239469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1723064578676239469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/vai-camara-projeto-que-elimina-prazo.html' title='Vai à Câmara projeto que elimina prazo para revisão do valor de aposentadoria ou pensão'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8052346961513722429</id><published>2011-10-27T18:29:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T18:29:09.721-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Regime Próprio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contagem recíproca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidor público'/><title type='text'>STF conclui pela inconstitucionalidade de exigência de tempo mínimo de contribuição por Regime Próprio de Previdência</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #587e93; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="texto" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;APOSENTADORIA – DISPONIBILIDADE – TEMPO DE SERVIÇO – CONTAGEM RECÍPROCA – ATIVIDADE PRIVADA. O Supremo, no julgamento do Recurso Extraordinário nº 162.620-8/SP, concluiu ser inconstitucional condicionar-se, por meio de lei local, a concessão de aposentadoria a um número mínimo de contribuições ao sistema previdenciário do Estado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #587e93; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;AG. REG. NO AI N. 452.425-PR, Rel. Min. Marco Aurélio Mello&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #587e93; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;Fonte: Informativo STF 645.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8052346961513722429?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8052346961513722429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/stf-conclui-pela-inconstitucionalidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8052346961513722429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8052346961513722429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/stf-conclui-pela-inconstitucionalidade.html' title='STF conclui pela inconstitucionalidade de exigência de tempo mínimo de contribuição por Regime Próprio de Previdência'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-7098368097945047259</id><published>2011-10-27T17:55:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T17:55:44.232-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensão por morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='união estável'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='concubina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='concubinato'/><title type='text'>7ª Turma Especializada do TRF da 2a Região reconhece união estável de homem com esposa e concubina</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f2f4f6; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;&amp;nbsp;A União deverá dividir a pensão por morte de um ex-policial militar do antigo Distrito Federal entre a esposa e a concubina. O servidor mantinha, ao mesmo tempo, um relacionamento com as duas mulheres em casas diferentes. A 7ª Turma Especializada reconheceu a união estável do ex-policial com as duas mulheres.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De acordo com a decisão, a União deverá habilitar a concubina como beneficiária da pensão por morte deixada pelo ex-policial, na qualidade de companheira, na cota-parte que lhe couber, e deverá pagar os atrasados desde a data do ajuizamento da ação, corrigidos monetariamente. O relator do caso no Tribunal é o desembargador federal Reis Friede.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De acordo com os autos, após a morte do companheiro, a concubina ingressou com a ação na Justiça Federal para receber a pensão, sustendo que desde o início do relacionamento passou a depender economicamente do servidor. Já a esposa apelou ao Juízo, alegando "a ausência de prova documental sobre a união estável e do concubinato impuro".&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O desembargador federal Reis Friede iniciou seu voto explicando que a união estável, reconhecida como entidade familiar,... "pressupõe, tão-somente, a convivência duradoura, pública e contínua entre um homem e uma mulher", explicou. Em seguida, o magistrado ressaltou que as provas trazidas ao processo demonstram a união estável entre a concubina e o falecido.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; "Quanto à alegação de concubinato impuro, embora não esteja convencido de ser esta a situação dos autos, a respeito de hipótese semelhante teve oportunidade de decidir o Superior Tribunal de Justiça (STJ), no sentido de que, em razão das circunstâncias especiais reconhecidas em juízo, cabível a partilha da pensão entre a viúva e a concubina, a despeito da coexistência do vínculo conjugal e da não separação de fato da esposa", encerrou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f2f4f6; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f2f4f6; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;Proc.: 2001.51.01.021410-2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f2f4f6; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f2f4f6; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;Fonte: site do TRF da 2a Região&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f2f4f6; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-7098368097945047259?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/7098368097945047259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/7-turma-especializada-do-trf-da-2a.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7098368097945047259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7098368097945047259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/7-turma-especializada-do-trf-da-2a.html' title='7ª Turma Especializada do TRF da 2a Região reconhece união estável de homem com esposa e concubina'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8826648924542838557</id><published>2011-10-27T06:02:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T06:04:46.954-07:00</updated><title type='text'>Seguridade aprova projeto que permite reversão de aposentadoria</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, 'Lucida sans', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="conteudoNoticia" style="line-height: 1.4; margin-bottom: 20px; margin-left: 5px; margin-right: 5px; margin-top: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.75em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou na quarta-feira (19) proposta que permite ao segurado do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) renunciar às aposentadorias por tempo de contribuição, especial e por idade. De acordo com o relator, deputado Antonio Bulhões (PRB-SP), a medida vai “sanar lacuna nas leis vigentes, que não fazem referência à desaposentação”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.75em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Foi acolhido o Projeto de Lei 3884/08, do deputado Cleber Verde (PRB-MA), que tramita em conjunto com o PL&amp;nbsp;&lt;a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/119041-PROJETO-PREVE-REVERSAO-DE-APOSENTADORIAS-DO-INSS.html" style="background-color: transparent; border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: initial; font-weight: bold; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;2682/07&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, do mesmo deputado, que não contempla os aposentados por idade. O texto aprovado altera a Lei&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8213cons.htm" style="background-color: transparent; border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: initial; font-weight: bold; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;8.213/91&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,&lt;/span&gt; que não prevê a possibilidade de renúncia, pelo beneficiário, das aposentadorias por tempo de contribuição, especial e por idade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 18px;"&gt;&lt;strong style="font-style: normal; font-weight: bold;"&gt;Justiça&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 1.4; margin-bottom: 20px; margin-left: 5px; margin-right: 5px; margin-top: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.75em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pela proposição, o segurado da Previdência terá assegurada a contagem do tempo de contribuição que serviu de base para a concessão do benefício para requerer nova aposentadoria no futuro. “É óbvio que o segurado aposentado com proventos insuficientes retornará à atividade, contribuindo para o Regime Geral. Ao melhorar seus rendimentos, poderá aposentar-se novamente com remuneração maior”, explica Bulhões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.75em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O relator explica que, atualmente, o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) recusa todos os pedidos de reversão de aposentadoria com o argumento de que a concessão do benefício constitui ato jurídico perfeito, por força do Decreto&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d3048.htm" style="background-color: transparent; border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: initial; font-weight: bold; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;3.048/99&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Outro entendimento, no entanto, teria o Judiciário. “A Justiça reconhece que um ato administrativo não pode extrapolar a lei”, acrescenta o parlamentar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;strong style="font-style: normal; font-weight: bold;"&gt;Tramitação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 1.4; margin-bottom: 20px; margin-left: 5px; margin-right: 5px; margin-top: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.75em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;A proposta, que tramita em caráter&amp;nbsp;&lt;span class="termoGlossario" style="border-bottom-color: rgb(0, 100, 0); border-bottom-style: dashed; border-bottom-width: 1px; cursor: help;"&gt;conclusivo&lt;/span&gt;, segue para análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div id="proposicao" style="font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;h4 style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: initial; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Íntegra da proposta:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;ul style="line-height: 1.5em; list-style-position: initial; list-style-type: square; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 1.5em; margin-right: 0px; margin-top: 0.5em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;li style="line-height: 1 !important; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=381947" style="background-color: white; border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: initial; text-decoration: none;"&gt;PL-2682/2007&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;li style="line-height: 1 !important; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: initial; text-decoration: none;"&gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=407274" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: initial; text-decoration: none;"&gt;PL-3884/2008&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 12px;"&gt;fonte: www.agencia.camara.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8826648924542838557?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8826648924542838557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/seguridade-aprova-projeto-que-permite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8826648924542838557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8826648924542838557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/seguridade-aprova-projeto-que-permite.html' title='Seguridade aprova projeto que permite reversão de aposentadoria'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-7538916156425581427</id><published>2011-10-26T05:50:00.000-07:00</published><updated>2011-10-26T05:54:12.572-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='honorários advocatícios; execução de sentença; impugnação'/><title type='text'>Órgão Especial do STJ poda honorários advocatícios sucumbenciais em  rejeição da impugnação ao cumprimento de sentença.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Foi publicado anteontem (24) o acórdão de recente decisão do STJ que definiu caberem honorários advocatícios em fase de cumprimento de sentença, havendo ou não impugnação; mas com a ressalva de que a verba só é cabível após transcorrer o prazo de pagamento voluntário previsto no artigo 475-J do CPC.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Decisões anteriores do próprio STJ concediam a honorária na fase de cumprimento, mesmo antes de expirado o prazo do artigo mencionado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No ponto, o julgado tem o seguinte comando:&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&amp;nbsp;"são cabíveis honorários advocatícios em fase de cumprimento de sentença, haja ou não impugnação, depois de escoado o prazo para pagamento voluntário a que alude o art. 475-J do CPC, que somente se inicia após a intimação do advogado, com a baixa dos autos e a aposição do ´cumpra-se´".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas a Advocacia sofreu revezes em relação à verba sucumbencial. Nesse ponto, o acórdão tem dois comandos:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a) Não são cabíveis honorários advocatícios pela rejeição da impugnação ao cumprimento de sentença. Em síntese: o advogado trabalha para obter a rejeição da impugnação e não leva honorários sucumbenciais;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;b) Apenas no caso de acolhimento da impugnação, ainda que parcial, serão arbitrados honorários em benefício do executado, com base no art. 20, § 4º, do CPC.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As matérias foram definidas pela Corte Especial do STJ em julgamento afetado como repetitivo, o que orientará as demais instâncias em decisões sobre a matéria.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outrossim, nos casos de rejeição da impugnação, não haverá nova fixação sucumbencial e somente os honorários advocatícios fixados no pedido de cumprimento de sentença serão mantidos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Essas diretrizes foram fixadas pelo STJ ao acolher recurso especial da Brasil Telecom, que impugnou o cumprimento de sentença que a condenou em obrigação de fazer, consistente na entrega de ações não subscritas, que fora convertida em perdas e danos totalizando R$ 420.891,40, com decisão transitada em julgado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A impugnação não foi recebida pelo juiz da 8ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre (RS). O magistrado não condenou a Brasil Telecom ao pagamento dos honorários advocatícios, com o argumento de que não caberiam no âmbito de incidente processual.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em decorrência da decisão, foi interposto agravo de instrumento no TJRS.O recurso foi provido em decisão monocrática pelo desembargador José Aquino Flores de Camargo, sob a fundamentação que&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“o simples fato de a nova sistemática processual introduzida pela Lei nº 11.232/05 ter passado a considerar a execução como um mero procedimento incidental não impede o arbitramento de verba honorária, mormente no caso concreto em que a devedora não cumpriu de imediato e de forma espontânea a decisão, reabrindo nova discussão sobre a questão de fundo, ensejando trabalho do causídico”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No STJ, a Brasil Telecom em seu recurso especial sustentou que&amp;nbsp;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“sendo o cumprimento de sentença apenas uma nova fase do processo de conhecimento, não há justificativa para que sejam fixados novamente honorários advocatícios”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A recente decisão do STJ - constante do acórdão anteontem publicado - estabelece que o momento processual adequado para o arbitramento dos honorários pelo Juízo, em fase de cumprimento da sentença, é o mesmo da execução de títulos extrajudiciais, ou da antiga execução de título judicial. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao ser acolhido o recurso interposto pela Brasil Telecom, o relator ressalvou que, sendo infundada a impugnação, o procedimento executivo prossegue normalmente. Cabe, eventualmente, incidência de multa por litigância de má-fé por ato atentatório à dignidade da justiça; mas honorários advocatícios não. (REsp nº 1134186).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte:www.espacovital.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-7538916156425581427?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/7538916156425581427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/orgao-especial-do-stj-poda-honorarios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7538916156425581427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7538916156425581427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/orgao-especial-do-stj-poda-honorarios.html' title='Órgão Especial do STJ poda honorários advocatícios sucumbenciais em  rejeição da impugnação ao cumprimento de sentença.'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-7541776702869134327</id><published>2011-10-25T07:58:00.000-07:00</published><updated>2011-10-25T07:59:35.515-07:00</updated><title type='text'>Prescrição de estelionato cometido por segurado da previdência social conta do fim do recebimento indevido</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px;"&gt;Estelionato praticado contra a previdência social pelo próprio beneficiado é crime permanente, devendo o prazo prescricional ser contado a partir da cessação do recebimento do benefício indevido. A conclusão é da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao dar provimento a recurso especial do Ministério Público Federal (MPF) para afastar a prescrição e manter a pretensão punitiva contra beneficiário que recebia aposentadoria obtida por meio de fraude.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a2a2a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px;"&gt;O Ministério Público recorreu ao STJ após decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que reconheceu a prescrição e a consequente extinção da punibilidade. “Deve-se tomar como marco inicial do prazo prescricional a data do primeiro pagamento do benefício, por se tratar de crime instantâneo, ainda que de efeitos permanentes”, diz um trecho da decisão do TRF4.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para o tribunal gaúcho, o artigo 109, V, do Código Penal estabelece que, se o máximo da pena é igual ou superior a um ano e não excede a dois, como no caso, a prescrição ocorre em quatro anos – “lapso já transcorrido entre a data do pagamento da primeira parcela do benefício e a data de recebimento da denúncia, razão pela qual resta extinta a punibilidade do réu em face da prescrição retroativa”, considerou o TRF4.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No recurso para o STJ, o MPF alegou que a decisão, ao afirmar que o delito de estelionato contra a previdência é de natureza instantânea, negou vigência aos artigos 171, parágrafo 3º, e 111, III, ambos do Código Penal. Segundo sustentou, o crime é permanente, cessando a permanência com o recebimento da última prestação do benefício previdenciário. Requereu, então, o provimento do recurso para afastar o reconhecimento da prescrição retroativa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De forma unânime, a Quinta Turma deu provimento ao recurso especial, reconhecendo que o crime de estelionato praticado contra a previdência social pelo próprio beneficiário, ao gerar o recebimento sucessivo e indevido de benefícios previdenciários, constitui delito permanente, e não delito instantâneo de efeitos permanentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao votar, o ministro Jorge Mussi, relator do caso, observou que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tem distinguido a natureza do estelionato previdenciário a partir de quem o pratica. “Se o próprio beneficiário for o autor do fato, a infração penal terá natureza permanente”, lembra. “Por outro lado, na hipótese de fraude implementada por terceiro para que outrem obtenha o benefício, tratar-se-á de crime instantâneo de efeitos permanentes”, ressaltou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para o relator, como se trata de beneficiário que recebia aposentadoria obtida por meio de fraude, o termo inicial do prazo prescricional se dá com a cessação do recebimento do benefício indevido, o que ocorreu em novembro de 2003. O ministro assinalou que desde essa data até o recebimento da denúncia pela justiça, em setembro de 2006, ou entre este e o acórdão condenatório (sessão realizada em 16 de dezembro de 2008), não transcorreu o prazo necessário para caracterizar a prescrição.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Processos: REsp 1120031&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fonte: www.stj.jus.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-7541776702869134327?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/7541776702869134327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/prescricao-de-estelionato-cometido-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7541776702869134327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7541776702869134327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/prescricao-de-estelionato-cometido-por.html' title='Prescrição de estelionato cometido por segurado da previdência social conta do fim do recebimento indevido'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-6326935610797533749</id><published>2011-10-20T18:06:00.000-07:00</published><updated>2011-10-20T18:06:23.117-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='projeto de lei'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desaposentação.'/><title type='text'>Câmara começa a analisar projeto de lei sobre a desaposentação</title><content type='html'>A Comissão de Seguridade Social da Câmara aprovou projeto de lei (PL 3.884/08) que assegura ao aposentado que voltar a exercer atividade remunerada o direito de renunciar ao benefício previdenciário, contando o tempo de contribuição anterior para recalcular o valor de sua aposentadoria mais tarde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo é possibilitar a aquisição de benefícios mais vantajosos pelo segurado, no mesmo regime ou no sistema público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor do projeto, deputado Cleber Verde, do PRB do Maranhão, explica os motivos que levam o aposentado a voltar a trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Todo trabalhador, no ato da concessão do benefício, é aplicado a ele o fator previdenciário e acaba reduzindo aí de 30 a 50% aquilo que ele teria direito. Como se não bastasse isso, cada ano o governo aplica índices diferenciados de reajuste ao aposentado que ganha acima do mínimo. Então o aposentado ele perde o seu poder de compra, vai diminuindo gradativamente. Além de perder no ato da concessão, ele vai perdendo gradualmente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o relator do projeto, deputado Antonio Bulhões, do PRB de São Paulo, o INSS nega os pedidos de "desaposentação" porque considera a concessão do benefício um ato jurídico perfeito, ou seja, um contrato que não pode ser mexido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o Poder Judiciário vem dando ganho de causa aos segurados, afirmando que os benefícios são um direito patrimonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Amauri Teixeira, do PT da Bahia, votou contra a medida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O sistema de desaposentação perturba o sistema, tira a base atuarial. O sistema de desaposentação também pode levar contribuintes para outros regimes sem haver compensação entre eles, desfalcando o equilíbrio atuarial"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Amauri Teixeira, é necessário garantir reajustes melhores para os aposentados e mexer na fórmula do fator previdenciário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto que permite a "desaposentação" ainda vai passar por duas comissões da Câmara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De Brasília, Sílvia Mugnatto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quinta-feira, 20 de outubro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Rádio Câmara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-6326935610797533749?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/6326935610797533749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/camara-comeca-analisar-projeto-de-lei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6326935610797533749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6326935610797533749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/camara-comeca-analisar-projeto-de-lei.html' title='Câmara começa a analisar projeto de lei sobre a desaposentação'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8955319019438372808</id><published>2011-10-20T17:09:00.000-07:00</published><updated>2011-10-20T17:09:54.240-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='competência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='repercussão geral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='complementação de aposentadoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='previdëncia complementar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='STF'/><title type='text'>Demora no julgamento da repercussão geral pelo STF atrasa solução de processos envolvendo complementação de aposentadoria</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;No Tribunal Superior do Trabalho, até o final de julho deste ano, 24.655 processos encontravam-se suspensos, aguardando análise de temas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). São os processos denominados&amp;nbsp;&lt;b&gt;sobrestados&lt;/b&gt;, cujos recursos comportam temas reconhecidos pelo STF como de repercussão geral, ou seja, considerados relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico, e que ultrapassem os interesses subjetivos da causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2007, quando o instituto da repercussão geral foi definitivamente adotado pelo TST, o número de sobrestamentos tem crescido: foram 2.674 em 2008; 5.969 em 2009; e 8.725 em 2010. Os temas são diversos: competência da Justiça do Trabalho, dispensa de empregados de empresa pública, equiparação salarial e diversas questões processuais, dentre outros. A medida se aplica aos recursos extraordinários, instrumento por meio do qual as partes pretendem que seu caso seja examinado pelo STF. Como o STF reconheceu que o tema tem repercussão geral mas ainda não se posicionou quanto ao mérito, o TST deixou de encaminhá-los, aguardando primeiro a decisão de mérito para depois dar ou negar seguimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema com maior número de processos sobrestados é o que diz respeito à responsabilidade subsidiária do ente público nos contratos de terceirização, em caso de inadimplemento das obrigações trabalhistas por parte da empresa prestadora de serviços (8.316 processos). Em segundo lugar, os processos que aguardam decisão quanto à exigibilidade de depósitos do FGTS em caso de contrato nulo por ausência de concurso público (6.474) e, em terceiro, os que tratam da competência da Justiça do Trabalho em questões referentes à complementação de aposentadoria e pensão por entidades de previdência privada, vinculadas ao contrato de trabalho (&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;3.978&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;processos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto essas questões não forem decididas pelo Supremo, os processos permanecem parados no TST, causando, por vezes, dúvidas nos jurisdicionados quanto à celeridade da Justiça do Trabalho. Os canais de acesso ao TST à disposição do cidadão, como a Ouvidoria, muitas vezes têm que explicar à parte interessada o motivo pelo qual um processo fica parado às vezes durante anos no TST, sem qualquer andamento, aguardando uma decisão que não depende do próprio TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Repercussão geral&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recurso extraordinário (RE) é um instrumento processual de caráter excepcional, dirigido ao Supremo Tribunal Federal, contra decisões de outros tribunais, em única ou última instância, quando houver ofensa a norma da Constituição Federal. Com a grande quantidade de recursos extraordinários que desaguavam no STF diariamente, a Corte Superior sentiu a necessidade de racionalizar a atividade jurisdicional e de criar um filtro para a “subida” desse tipo de impugnação para apreciação dos ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução veio com a&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc45.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Emenda Constitucional nº 45&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, rotulada como “Reforma do Judiciário”, que acrescentou o parágrafo 3º ao artigo 102 da Constituição da República - que trata do recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal -, elegendo como requisito específico de admissibilidade do RE a “repercussão geral”. O novo texto constitucional, entretanto, dependia de regulamentação, o que foi feito a partir da edição da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11418.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Lei 11.418/06&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão “repercussão geral”, por traduzir interpretação ampla, terminou por gerar dúvidas quanto à sua correta aplicação. Afinal, que tema deve ser considerado como tendo repercussão geral? Para responder a essa pergunta, a&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11418.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Lei 11.418/06&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;acrescentou ao&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5869compilada.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Código de Processo Civil&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;o artigo 543-A, que explica, no parágrafo primeiro: “Para efeito da repercussão geral, será considerada a existência, ou não, de questões relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico, que ultrapassem os interesses subjetivos da causa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de dedicar um parágrafo inteiro a decifrar o significado da expressão “repercussão geral”, o conceito, amplo, ainda comporta dúvidas. Afinal, relevância econômica, política, social ou jurídica ainda são conceitos muito subjetivos. O crivo, é claro, é dos ministros do STF. Eles é que, em última análise, decidem o que é relevante ou não. Mas uma coisa é certa: questões pessoais, que só importam às partes, não serão aceitas pelo Supremo. A finalidade do instituto, portanto, é de “uniformizar a interpretação constitucional, sem exigir que o STF decida múltiplos casos idênticos sobre a mesma questão constitucional”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Procedimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recurso extraordinário precisa obedecer a certos critérios para ser recebido. São os pressupostos de admissibilidade. Quanto ao tema, as novas regras para esse tipo de impugnação impuseram um novo requisito para admissibilidade do recurso: "o recorrente deverá demonstrar, em preliminar de recurso, para apreciação exclusiva do Supremo Tribunal Federal, a existência de repercussão geral” (parágrafo 2º do artigo 543-A do CPC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois pontos devem ser destacados desse parágrafo: ao contrário do que ocorre com todos os demais requisitos de admissibilidade do recurso extraordinário, a repercussão geral é matéria a ser analisada exclusivamente pelo STF, e o requisito da repercussão geral é antecedente e prejudicial a qualquer outro, de modo que incumbe ao recorrente, antes de discutir qualquer matéria, demonstrar a existência dessa transcendência da causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As decisões que negarem repercussão geral a determinados temas têm eficácia vinculante, ou seja, valem para todos os recursos sobre matéria idêntica, que serão indeferidos liminarmente. Tal decisão é irrecorrível. Se reconhecida a repercussão geral, os demais recursos extraordinários sobre o mesmo tema deverão ser sobrestados até a decisão de mérito do STF, que servirá de paradigma para os outros casos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;Fonte: TST&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8955319019438372808?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8955319019438372808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/demora-no-julgamento-da-repercussao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8955319019438372808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8955319019438372808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/demora-no-julgamento-da-repercussao.html' title='Demora no julgamento da repercussão geral pelo STF atrasa solução de processos envolvendo complementação de aposentadoria'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8668247201719597493</id><published>2011-10-20T09:38:00.000-07:00</published><updated>2011-10-20T09:39:09.677-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desaposentação; revisão de benefício; restituição de valores.'/><title type='text'>TRF da 4ª Região permite a desaposentação sem restituição de valores ao INSS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10px;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"&gt; 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região mandou, nesta semana, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) encerrar a aposentadoria proporcional de um beneficiário e conceder-lhe aposentadoria por tempo integral sem que este precise devolver os valores recebidos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;O voto, de relatoria do desembargador federal Rogerio Favreto, é o primeiro com este entendimento na corte. Até então, a desaposentação, como é conhecida a desistência de um benefício proporcional para a obtenção de outro integral quando o beneficiário seguiu trabalhando após se aposentar, era aceita desde que fosse devolvida a quantia paga até então pelo INSS.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Segundo Favreto, o reconhecimento do direito de desaposentação pelo tribunal foi um avanço. Entretanto, a dificuldade de devolução dos valores recebidos pelos segurados tornava o instituto impraticável. “Os obstáculos entre a concessão formal do direito e o seu exercício na vida real é que me remeteram a uma nova reflexão”, observou ele em seu voto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;O desembargador ressaltou que muitos segurados precipitaram suas aposentadorias assustados com as “constantes reformas previdenciárias que usurparam direitos dos trabalhadores pela redução dos benefícios previdenciários, aumento de tempo e contribuições”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;“É mais que compreensível e justo entender o atropelo no exercício do direito, devendo hoje ser oportunizada a possibilidade de revisão pelas novas condições adquiridas, em especial pela manutenção da atividade laboral e respectiva contribuição ao sistema previdenciário”, pontuou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Dessa forma, o autor da ação não precisará devolver o valor dos benefícios e poderá somar o tempo computado para a concessão da aposentadoria proporcional com o período das contribuições pagas até o pedido da desaposentação, passando a ganhar a aposentadoria por tempo integral.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Recentemente, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça entendeu que o processo de desaposentação é legítimo e não exige a restituição ao INSS dos valores recebidos durante a vigência da aposentadoria anterior. Além disso, quando o primeiro benefício estiver cancelado, o segurado pode ter computado o tempo de contribuição para a nova aposentadoria. O entendimento foi aplicado pelo ministro Sebastião Reis Junior, da 6ª Turma do STJ, ao rejeitar recurso do INSS. Em segunda instância, o Tribunal pediu restituição da contribuição ao INSS, o autor entrou com recurso no STJ e consegui reverter esse aspecto da decisão de 2º grau.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Fonte: &amp;nbsp;Assessoria de Imprensa do TRF-4.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8668247201719597493?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8668247201719597493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/trf-da-4-regiao-permite-desaposentacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8668247201719597493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8668247201719597493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/trf-da-4-regiao-permite-desaposentacao.html' title='TRF da 4ª Região permite a desaposentação sem restituição de valores ao INSS'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4450828434513478797</id><published>2011-10-18T17:59:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T17:59:07.152-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conversão de tempo especial'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='certidão de tempo de contribuição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cômputo de tempo de contribuição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atividade especial'/><title type='text'>TNU determina que INSS certifique tempo em atividade especial a ex-empregado público</title><content type='html'>&lt;div class="column"&gt;    &lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;O servidor público que exerceu atividade considerada pela lei como perigosa, insalubre ou penosa quando trabalhava pelo regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) tem direito adquirido à contagem do tempo de serviço como especial para fins de aposentadoria no regime estatutário (Lei 8.112/90). Foi o que decidiu a Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU) em processo no qual a autora, servidora pública, requereu aposentadoria por tempo de serviço com a conversão de períodos trabalhados em condições especiais quando era celetista. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;A Turma Recursal do Espírito Santo, que apreciou os recursos da autora e do INSS, negou provimento a ambos e manteve a sentença que considerou como especial o tempo de serviço entre 01/10/1979 e 28/05/1998, e como tempo comum o período até 01/10/2000, acrescentando que a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) está consolidada no sentido do direito adquirido do segurado na conversão do tempo especial para todos os efeitos, inclusive para a contagem recíproca. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;A TNU seguiu o entendimento do voto divergente apresentado pelo juiz federal José Antonio Savaris, segundo o qual é possível que o INSS emita certidão de tempo de contribuição com a averbação do acréscimo decorrente da conversão de tempo especial em comum. Segundo o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;magistrado, “o direito à contagem diferenciada decorrente do exercício de atividade &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;especial &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;– &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;determinado pela lei vigente ao tempo da prestação do serviço - incorpora-se ao patrimônio jurídico do trabalhador, de modo que a alteração de regime não lhe furta o direito à justa compensação pela já sofrida ofensa à saúde ou à integridade física”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Processo n° 2004.50.50.00.5167-8&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Fonte: www.cjf.jus.br&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4450828434513478797?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4450828434513478797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/tnu-determina-que-inss-certifique-tempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4450828434513478797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4450828434513478797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/tnu-determina-que-inss-certifique-tempo.html' title='TNU determina que INSS certifique tempo em atividade especial a ex-empregado público'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-432536651342890846</id><published>2011-10-18T17:54:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T17:54:21.214-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anulação de sentença'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prova testemunhal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TNU'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cerceamento de defesa'/><title type='text'>TNU anula sentença da JFSC por cerceamento do direito de produzir prova testemunhal</title><content type='html'>&lt;div class="column"&gt;    &lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;A Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU) anulou sentença da Seção Judiciária de Santa Catarina por cerceamento de defesa e determinou a reabertura da instrução processual. Na ação, a autora pediu reconhecimento do tempo de serviço e apresentou como prova material a sentença trabalhista que reconheceu o vínculo empregatício. No entanto, o período reconhecido na Justiça do Trabalho não coincide com uma declaração da autora da ação, que afirma ter sido demitida antes do fim da relação empregatícia e efetuado recolhimento ao INSS como contribuinte facultativo. A autora alegou cerceamento de defesa, pois o juiz não lhe permitiu apresentar prova testemunhal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Segundo o relator da matéria, juiz federal José Eduardo do Nascimento, o reconhecimento da sentença trabalhista como início de prova material não vem ao caso no julgamento. O fundamento para a nulidade da sentença centra-se no fato de que o juiz, ao negar produção de prova testemunhal porque não haveria prova material suficiente para ensejar a sua produção, não considerou a existência da declaração da própria autora sobre o recolhimento facultativo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;“Se o juiz utilizou manifestação do autor (declaração por escrito) para afastar &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;o pedido, deveria ter realizado audiência de instrução e julgamento, por ser questão de fato controversa, a ensejar ampla &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;dilação probatória”, afirma o magistrado em seu voto. Neste sentido, ao utilizar declaração do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;autor como fundamentos para desconsiderar a sentença trabalhista como início de prova material, sem oportunizar a produção de prova oral, o juiz cerceou o direito de defesa da parte, o que implica a nulidade do processo desde a sentença. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman,Bold'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Processo 2007.72.64.00.2876-8&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman,Bold'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Fonte: www.cjf.jus.br&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-432536651342890846?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/432536651342890846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/tnu-anula-sentenca-da-jfsc-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/432536651342890846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/432536651342890846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/tnu-anula-sentenca-da-jfsc-por.html' title='TNU anula sentença da JFSC por cerceamento do direito de produzir prova testemunhal'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8101278808962083637</id><published>2011-10-18T17:51:00.001-07:00</published><updated>2011-10-18T17:51:12.897-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensão por morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='acumulação de benefícios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria por invalidez'/><title type='text'>TNU decide que aposentadoria por invalidez rural é acumulável com pensão por morte</title><content type='html'>&lt;div class="column"&gt;    &lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;A Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais (TNU), reunida em Brasília no dia 13 de setembro, confirmou entendimento de que é possível a acumulação dos benefícios de aposentadoria rural por invalidez e pensão por morte, mesmo nos casos em que os fatos geradores dos benefícios tenham ocorrido na vigência da Lei Complementar 16/73, que impedia tal prática. A Turma entendeu que o fato da atual legislação em vigor (Lei 9528/97) não impedir a acumulação faz com que os dois benefícios possam ser legitimamente recebidos de forma simultânea. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;De acordo com o relatório, a requerente apresentou o pedido de uniformização à TNU na expectativa de reverter o acórdão proferido pela 1a Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais do Rio Grande do Sul, que manteve a sentença de primeiro grau que julgara improcedente seu pedido de concessão de pensão por morte. Inconformada, a requerente sustentou que o beneficio de pensão por morte pretendido não é inacumulável com a aposentadoria rural por invalidez que já recebe, ainda que o óbito tenha ocorrido antes da lei 8.213/91. A interessada apontou como fundamentos as seguintes decisões do Superior Tribunal de Justiça: AgRg no Resp 437.965/RS, REsp 168.522/RS e REsp 203.722/PE. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Segundo o voto da relatora, Juíza Federal Simone Lemos Fernandes, a TNU já apreciou caso idêntico no julgamento do processo 2005.72.95.0181928, no qual reconheceu e deu provimento ao pedido &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;de uniformização, editando a súmula 36 segundo a qual: “Não há vedação legal à &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;acumulação da pensão por morte de trabalhador rural com o beneficio da aposentadoria por invalidez, por apresentarem pressupostos fáticos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;e fatos geradores distintos”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Dessa forma, a TNU permitiu a aplicação da lei em vigor aos casos de benefícios pendentes de concessão, acompanhando, por unanimidade, o voto da relatora. Na prática, a decisão anula o acórdão recorrido e determina que o processo retorne ao juizado de origem para prosseguir no julgamento da causa, desta vez, com base no entendimento firmado pela TNU. No caso, a instrução do processo deverá ser reaberta para aferição da condição de segurado especial do instituidor da pensão por morte. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Processo 2006.71.95.002910-0&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Fonte: www.cjf.jus.br&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8101278808962083637?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8101278808962083637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/tnu-decide-que-aposentadoria-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8101278808962083637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8101278808962083637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/tnu-decide-que-aposentadoria-por.html' title='TNU decide que aposentadoria por invalidez rural é acumulável com pensão por morte'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-3206335665097753419</id><published>2011-10-18T17:49:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T17:49:04.303-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EPI'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aposentadoria especial'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agente nocivo à saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atividade insalubre'/><title type='text'>TNU estende o entendimento da súmula 9: uso de EPI não descaracteriza tempo de atividade especial</title><content type='html'>&lt;div class="column"&gt;    &lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;A Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU) decidiu que o uso de equipamentos de proteção individual não descaracteriza a insalubridade da atividade exercida pelo trabalhador, que passa a ter direito à contagem de tempo de serviço especial. A decisão foi dada em incidente de uniformização no qual o autor recorreu do indeferimento da contagem do tempo de serviço em que trabalhou como atendente de enfermagem em um hospital de traumatologia. O pedido foi indeferido pela 2a Turma Recursal de Santa Catarina. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;O relator da matéria na TNU, juiz federal José Eduardo do Nascimento, aplicou a analogia com a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Súmula 9 da própria Turma, segundo a qual “O uso de Equipamento de Proteção Individual, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;ainda que elimine a insalubridade, no caso de exposição a ruído, não descaracteriza o tempo de serviço &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;especial prestado”. A questão de a súmula limitar o direito ao caso de exposição ao ruído foi dirimida pelo relator: “Entendo que a aplicação desta súmula &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;não se limita apenas aos casos de exposição ao agente ruído, mas também às situações que envolvem exposição a qualquer tipo de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;agente nocivo, químico ou biológico”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Para o magistrado, o fornecimento dos EPIs é uma obrigação da empresa e visa proteger a saúde do trabalhador, mas não pode descaracterizar o exercício do trabalho em condições especiais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman,Bold'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Processo 2007.72.95.00.9182-1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman,Bold'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Fonte: www.cjf.jus.br&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-3206335665097753419?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/3206335665097753419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/tnu-estende-o-entendimento-da-sumula-9.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3206335665097753419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3206335665097753419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/tnu-estende-o-entendimento-da-sumula-9.html' title='TNU estende o entendimento da súmula 9: uso de EPI não descaracteriza tempo de atividade especial'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-1015495459083957547</id><published>2011-10-18T17:45:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T17:45:27.222-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fator previdenciário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cálculo da aposentadoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tábua de mortalidade'/><title type='text'>TNU: tábua de mortalidade a ser aplicada no cálculo do fator previdenciário é a da época do requerimento</title><content type='html'>&lt;div class="column"&gt;    &lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;A tábua de mortalidade - tabela utilizada para calcular a expectativa de vida de uma pessoa -, aplicável no cálculo do fator previdenciário a ser considerado na apuração da renda mensal inicial da aposentadoria, é aquela vigente na data do requerimento do benefício, não a que estava em vigor na época em que o segurado reuniu as condições necessárias à sua concessão. Com este entendimento, a Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais (TNU) conheceu e deu provimento a incidente de uniformização interposto pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em julgamento realizado em 11 de outubro, na sede da Seção Judiciária do Ceará, em Fortaleza. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Conforme esse novo entendimento firmado pela TNU, não há direito adquirido a um cálculo que utiliza dados estatísticos não condizentes com a realidade, ou seja, os dados utilizados em tábua de mortalidade já defasada. O artigo 29, § 7o da Lei no. 8.213/91 assevera que a idade, a expectativa de vida e o tempo de contribuição a serem considerados na apuração do fator previdenciário são aqueles contemporâneos ao pedido de aposentadoria. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;O incidente discutiu a possibilidade da utilização dos dados constantes na tábua de mortalidade divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;– &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;IBGE em 2002 no cálculo do fator previdenciário aplicável aos benefícios concedidos após a divulgação da tabela que a substituiu, em 1o de dezembro de 2003. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Conforme esclarece o relator do voto vencedor, juiz federal Alcides Saldanha, o fator previdenciário, criado pela Lei no. 9.876/99, insere-se na fórmula de cálculo da renda mensal inicial da aposentadoria por tempo de contribuição e da aposentadoria por &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;idade. “O cálculo do valor do benefício, até então feito pela média das últimas 36 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;contribuições, foi substituído pela média dos 80% dos maiores salários de contribuição do segurado de todo o período contributivo, multiplicado pelo fator previdenciário, cujo cálculo leva em conta o tempo de contribuição, a idade na data da aposentadoria e o prazo médio durante o qual o benefício deverá ser pago, ou seja, a expectativa de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;sobrevida do segurado”, explica o juiz. Essa expectativa, segundo o relator, é definida a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;partir da tábua de mortalidade elaborada pelo IBGE. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Ele acrescenta que o cálculo instituído pela Lei no. 9.876/99 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;– &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;que deu nova redação ao art. 29 da Lei no. 8.213/91 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;– &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;teve o objetivo de preservar o equilíbrio econômico e atuarial do sistema previdenciário. De acordo com o juiz, esse cálculo, que está em constante evolução, foi aperfeiçoado com os dados advindos do censo de 2000. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;“A razão pela qual as tábuas de mortalidade &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;anteriores a 1o de dezembro de 2003 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;– &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;que têm como ano-base 2002 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;– &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;eram mais benéficas aos segurados é simples: até &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;então, somente eram utilizados os dados referentes aos censos de 1981 e 1990”, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;revela o magistrado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;O relator pontua que, embora haja relato de casos em que os segurados tenham sido beneficiados com um cálculo que lhes era mais favorável &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;– &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;porque solicitaram sua aposentadoria em data anterior à divulgação da tábua de 2003 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;– &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;não há razão para estender a aplicação desses critérios ao segurado que requereu o benefício após a &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="column"&gt;    &lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;publicação da nova tabela. De acordo com o voto, não houve ofensa a qualquer direito adquirido pela aplicação da tábua de mortalidade divulgada em 1o de dezembro de 2003. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;“Frise-se &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;que não se trata da aplicação de norma posterior à época na qual o segurado reuniu as condições necessárias à concessão do benefício previdenciário. Na verdade, cuida-se da utilização de dados atualizados, para fins de elaboração da tábua de mortalidade, que devem refletir a real expectativa de sobrevida na data da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;aposentação”, esclarece o relator. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;O pedido do INSS foi interposto contra acórdão proferido pela Turma Recursal da Seção Judiciária da Paraíba, que julgou procedente o pedido do autor de revisão da renda mensal inicial de seu benefício, mediante a aplicação da tábua de mortalidade de 2002. A decisão considerou o respeito ao direito adquirido do segurado ao cálculo de seus proventos mediante a aplicação da norma em vigor na data em que implementou os requisitos necessários à sua aposentadoria. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Incluído o processo na pauta de julgamento da TNU designada para o dia 6 de setembro deste ano, o relator, juiz federal Ronivon de Aragão, havia proferido voto no sentido de não conhecer do incidente, sob o argumento de que a decisão recorrida estava em consonância com o entendimento da TNU. Até então, o Colegiado estava entendendo que as regras aplicáveis ao cálculo do benefício previdenciário são aquelas vigentes na época em que o segurado reuniu todas as condições necessárias à sua concessão, mas o juiz federal Alcides Saldanha pediu vista do processo. Na sessão de 11 de outubro, ele apresentou voto-vista divergente e a TNU, por maioria, votou com a divergência, inaugurando novo entendimento a respeito da matéria. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Processo no 2005.82.00.505195-9&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri'; font-size: 12.000000pt;"&gt;Fonte: www.cjf.jus.br&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-1015495459083957547?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/1015495459083957547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/tnu-tabua-de-mortalidade-ser-aplicada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1015495459083957547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1015495459083957547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/tnu-tabua-de-mortalidade-ser-aplicada.html' title='TNU: tábua de mortalidade a ser aplicada no cálculo do fator previdenciário é a da época do requerimento'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-6341040007668584593</id><published>2011-10-18T17:34:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T17:34:50.666-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria por idade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lei 11.718'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='idade mínima'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalhador rural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria rural'/><title type='text'>Justiça Federal: Turma Regional de Uniformização da 4a Região julga aposentadoria por idade rural atípica</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;A Turma Regional de Uniformização (TRU) dos Juizados Especiais Federais (JEFs) da 4ª Região decidiu na última semana que os trabalhadores rurais que atingem a idade para aposentadoria enquanto vinculados ao campo têm direito ao benefício previsto no artigo 48, § 3º, da Lei 8.213/1991 – aposentadoria rural típica, 60 anos de idade para homem e 55, para mulheres. No entanto, esse benefício não se aplica às pessoas que, por determinado tempo no passado, tenham desempenhado atividade rural e se desvinculado definitivamente do trabalho campesino (aposentadoria por idade rural atípica).&lt;br style="border-bottom-color: black; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 0px; border-left-color: black; border-left-style: solid; border-left-width: 0px; border-right-color: black; border-right-style: solid; border-right-width: 0px; border-top-color: black; border-top-style: solid; border-top-width: 0px; color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="border-bottom-color: black; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 0px; border-left-color: black; border-left-style: solid; border-left-width: 0px; border-right-color: black; border-right-style: solid; border-right-width: 0px; border-top-color: black; border-top-style: solid; border-top-width: 0px; color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px;" /&gt;Por maioria, os integrantes da TRU consideraram que continua sendo vedado o cômputo de tempo rural para fins de carência sem que tenha havido contribuições previdenciárias.&lt;br style="border-bottom-color: black; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 0px; border-left-color: black; border-left-style: solid; border-left-width: 0px; border-right-color: black; border-right-style: solid; border-right-width: 0px; border-top-color: black; border-top-style: solid; border-top-width: 0px; color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="border-bottom-color: black; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 0px; border-left-color: black; border-left-style: solid; border-left-width: 0px; border-right-color: black; border-right-style: solid; border-right-width: 0px; border-top-color: black; border-top-style: solid; border-top-width: 0px; color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px;" /&gt;Conforme a juíza federal Ana Beatriz Vieira da Luz Palumbo, o artigo em discussão, acrescentado pela Lei 11.718/2008, “prevê a possibilidade de concessão de aposentadoria por idade rural àquele trabalhador que, durante o período de carência, tiver exercido atividade urbana, o que antes não era previsto”. Nesse caso, explica a magistrada, o trabalhador rural que tiver exercido atividade urbana por período superior ao permitido poderá se aposentar na qualidade de segurado especial, “porém, deverá preencher o requisito etário idêntico a dos trabalhadores urbanos (65 anos de idade, se homem, e 60 anos, se mulher)”.&lt;br style="border-bottom-color: black; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 0px; border-left-color: black; border-left-style: solid; border-left-width: 0px; border-right-color: black; border-right-style: solid; border-right-width: 0px; border-top-color: black; border-top-style: solid; border-top-width: 0px; color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="border-bottom-color: black; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 0px; border-left-color: black; border-left-style: solid; border-left-width: 0px; border-right-color: black; border-right-style: solid; border-right-width: 0px; border-top-color: black; border-top-style: solid; border-top-width: 0px; color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px;" /&gt;Ana Beatriz ressaltou ainda que a preocupação da Lei 11.718 foi “não deixar desamparado o trabalhador que, já em idade avançada, precisou se socorrer do trabalho no campo, evidentemente mais penoso do que grande parte das atividades exercidas no meio urbano”. Esse trabalhador, que atinge a idade para aposentadoria trabalhando no campo, “é quem tem direito a se aposentar como segurado especial, utilizando-se de contribuições vertidas enquanto esteve no meio urbano”, explica a juíza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;Fonte: TRF 4&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-6341040007668584593?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/6341040007668584593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/justica-federal-turma-regional-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6341040007668584593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6341040007668584593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/justica-federal-turma-regional-de.html' title='Justiça Federal: Turma Regional de Uniformização da 4a Região julga aposentadoria por idade rural atípica'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-1751710573606013229</id><published>2011-10-18T17:19:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T17:19:53.388-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='competência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='complementação de aposentadoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='previdëncia complementar'/><title type='text'>STJ: Ação de complementação previdenciária compete à justiça comum mesmo que origem seja contrato de trabalho</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;A ação que busca complementação de aposentadoria privada é de competência da justiça estadual, mesmo que a origem do plano de previdência seja contrato de trabalho. A decisão é da Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em caso que envolve a Fundação Cesp.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;O autor da ação ingressou na Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL) em 1979. Afirma que ficou acordado, à época, o pagamento de aposentadoria suplementar, por meio de adesão a plano da Fundação Cesp. Ao se aposentar por tempo de serviço, em 2005, a fundação teria aplicado redutor, denominado fator proporcional PP, modificando a regra inicial de cálculo do benefício.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;A ação foi proposta na forma de reclamação trabalhista em Santos (SP). O juízo do trabalho negou competência para a causa e remeteu o processo à justiça estadual daquela comarca. Mas, para o juízo cível, como a origem do plano de previdência era o contrato de trabalho entre o empregado e a CPFL, a competência seria da Justiça do Trabalho.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;Segundo o juízo estadual, a competência trabalhista abrange as ações revisionais de cálculos, quer se refiram ao benefício, ao fundo de reserva ou qualquer ação proposta pelo próprio trabalhador, em atividade ou aposentado, ou por pensionista.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;strong&gt;Causa de pedir e pedido&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;O ministro Luís Felipe Salomão deu razão ao juízo trabalhista. Ele explicou que a competência para a ação se define pela natureza da demanda, isto é, pelo pedido e pela causa de pedir. No caso, a causa de pedir remota seria o contrato de previdência e a causa de pedir imediata, o descumprimento do acordado.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;“Não há relação de natureza laboral entre o beneficiário da previdência complementar e a entidade de previdência privada, por isso a competência para processar e julgar o feito é da justiça comum, haja vista o caráter civil da relação jurídica”, completou.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;O relator apontou que a jurisprudência do STJ é pacífica nesse sentido. Ele citou precedentes desde 1995 reiterando o posicionamento, que não se alterou com a Emenda Constitucional 45. O ministro citou também julgados do Supremo Tribunal Federal (STF) na mesma linha, embasados no disposto no artigo 202 da Constituição Federal (parágrafo 2º):&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;“As contribuições do empregador, os benefícios e as condições contratuais previstas nos estatutos, regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência privada não integram o contrato de trabalho dos participantes, assim como, à exceção dos benefícios concedidos, não integram a remuneração dos participantes, nos termos da lei.”&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;Fonte: www.stj.jus.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-1751710573606013229?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/1751710573606013229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/stj-acao-de-complementacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1751710573606013229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/1751710573606013229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/stj-acao-de-complementacao.html' title='STJ: Ação de complementação previdenciária compete à justiça comum mesmo que origem seja contrato de trabalho'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-2820375937418034147</id><published>2011-10-16T19:01:00.000-07:00</published><updated>2011-10-16T19:01:32.228-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ALESC'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidores públicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IPREV'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fraude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Assembleia Legislativa de Santa Catarina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria por invalidez'/><title type='text'>Suposta fraude em aposentadorias por invalidez é tema do Fantástico</title><content type='html'>No Fantástico de hoje (16/10) uma reportagem aponta os fortes indícios de fraude em aposentadorias por invalidez deferidas pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina e pagas atualmente pelo IPREV/SC. Veja em&amp;nbsp;&lt;a href="http://t.co/GDMtwmUU"&gt;fantastico.globo.com/Jornalismo/FAN…&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-2820375937418034147?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/2820375937418034147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/suposta-fraude-em-aposentadorias-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2820375937418034147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2820375937418034147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/suposta-fraude-em-aposentadorias-por.html' title='Suposta fraude em aposentadorias por invalidez é tema do Fantástico'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-2580510013376888905</id><published>2011-10-14T10:39:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T10:58:33.643-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='execução fiscal; benefício previdenciário indevido; crédito tributário.'/><title type='text'>Execução fiscal não é via correta para reaver benefícios previdenciários pagos indevidamente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px;"&gt;O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou o entendimento de que não cabe inscrição de dívida ativa e execução fiscal para reaver valores pagos indevidamente pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A decisão confirmou o julgamento do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) que extinguiu a execução fiscal ajuizada pela autarquia. O INSS ajuizou execução fiscal para recuperar o pagamento de benefício previdenciário indevido. Entretanto, o juízo de primeiro grau extinguiu a execução fiscal por não considerar executável a certidão de dívida ativa (CDA) constituída unilateralmente sem que a dívida tivesse natureza tributária nem previsão legal – e o TRF manteve a decisão. O INSS recorreu ao STJ, alegando que a dívida ativa abrange a tributária e a não tributária, permitindo a inscrição e cobrança por execução fiscal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px;"&gt;O ministro Napoleão Maia Filho considerou a decisão de acordo com o entendimento do STJ: não cabe execução fiscal para cobrar valores pagos em decorrência de benefício previdenciário indevido. A dívida tributária tem os requisitos da certeza e liquidez; a dívida não tributária envolve apenas os créditos assentados em títulos executivos, o que não é o caso. Os créditos provenientes de responsabilidade civil – o caso em questão – somente recebem os atributos de certeza e liquidez após acertamento judicial.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px;"&gt;Assim, é necessária a propositura de ação de conhecimento, em que sejam garantidos o contraditório e a ampla defesa, para o reconhecimento judicial do direito à repetição, por parte do INSS, de valores pagos indevidamente a título de benefício previdenciário, pois não se enquadram no conceito de crédito tributário, tampouco permitem sua inscrição em dívida ativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px;"&gt;fonte: www.stj.jus.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-2580510013376888905?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/2580510013376888905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/execucao-fiscal-nao-e-via-correta-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2580510013376888905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2580510013376888905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/execucao-fiscal-nao-e-via-correta-para.html' title='Execução fiscal não é via correta para reaver benefícios previdenciários pagos indevidamente'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4498791147802628755</id><published>2011-10-05T09:39:00.000-07:00</published><updated>2011-10-05T09:40:02.906-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidor público. contribuição previdenciária.'/><title type='text'>Reforma Constitucional da Previdência - artigo 40, § 18.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif;"&gt;O Plenário do STF &amp;nbsp;passou a análise do art. 40, § 18, da CF (“§ 18 Incidirá contribuição sobre os proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo regime de que trata este artigo que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201, com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos”). A relatora julgou o pedido improcedente. Frisou que a Corte, ao declarar a inconstitucionalidade dos percentuais estabelecidos nos incisos I e II e no parágrafo único do art. 4º da EC 41/2003, afirmara o caráter geral do art. 40, § 18, da CF. Consignou que a discriminação determinada pela norma segundo a qual incidirá contribuição previdenciária sobre os proventos de aposentadorias e pensões que excederem o limite máximo fixado para os benefícios do regime geral de previdência configuraria situação justificadamente favorável àqueles que já recebiam benefícios quando do advento da EC 41/2003, incluídos no rol dos contribuintes. Ressaltou que, na espécie, se por um lado, a contribuição devida pelos servidores da ativa seria calculada com base na totalidade dos vencimentos percebidos, por outro, inativos e pensionistas teriam o valor de sua contribuição fixado sobre base de cálculo inferior, pois dela seria extraído valor equivalente ao teto dos benefícios pagos no regime geral. Desse modo, haveria proporcionalidade, visto que os inativos, por não poderem fruir do sistema da mesma forma que os ativos, não seriam tributados com a mesma intensidade. No ponto, o Min. Marco Aurélio divergiu, para julgar o pleito procedente. Considerou que situações assentadas segundo o regime anterior não poderiam ser alcançadas pelo tributo. Assim, aposentados que, em atividade, não contribuíram para o sistema, não poderiam, uma vez inativos, passar a contribuir. Ademais, a circunstância de o preceito haver previsto a incidência do tributo apenas relativamente a valores que superem os do regime geral não afastaria do cenário a incidência do dispositivo quanto às situações constituídas. Após os votos dos Ministros Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cezar Peluso, Presidente, que acompanharam a relatora, pediu vista, apenas em relação ao art. 40, § 18, da CF, o Min. Ayres Britto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif;"&gt;Fonte:www.stf.jus.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4498791147802628755?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4498791147802628755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/reforma-constitucional-da-previdencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4498791147802628755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4498791147802628755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/10/reforma-constitucional-da-previdencia.html' title='Reforma Constitucional da Previdência - artigo 40, § 18.'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4559662937090437400</id><published>2011-09-27T06:00:00.000-07:00</published><updated>2011-09-27T06:00:47.254-07:00</updated><title type='text'>Contagem diferenciada de tempo de serviço prestado em condições especiais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Plenário iniciou julgamento conjunto de agravos regimentais nos quais se discute a possibilidade, ou não, de contagem diferenciada de tempo de serviço prestado em decorrência de atividades exercidas em trabalho especial. Trata-se, na situação dos autos, de recursos interpostos, pela União, de decisões do Min. Marco Aurélio que, em mandados de injunção dos quais relator, assentara o direito dos impetrantes a essa contagem, com observância do sistema do regime geral de previdência social (Lei 8.213/91, art. 57), para fins da aposentadoria de que cogita o § 4º do art. 40 da CF, cabendo aos órgãos aos quais integrados o exame do atendimento ao requisito “tempo de serviço”. A agravante alega usurpação da competência do Plenário, bem como sustenta a inviabilidade de se conceder a aposentação. Afirma, também, que o pedido da aludida contagem de tempo é hipótese distinta do direito à aposentadoria especial, à luz do mencionado dispositivo constitucional, e que tem a finalidade de garantir ao servidor o direito à aposentadoria comum com a utilização de fatores de multiplicação, e não à aposentadoria especial. Argúi, ainda, que a Constituição não impõe ao Poder Público que proceda à contagem diferenciada, daí a impossibilidade de reconhecer a procedência da pretensão. O Min. Marco Aurélio desproveu os recursos, no que foi acompanhado pelo Min. Luiz Fux. Apontou que, dentre os critérios e requisitos especiais para a aposentadoria, estaria o direito à contagem diferenciada do tempo de serviço prestado em atividades que prejudiquem a saúde ou a integridade física. Ponderou que, no tocante à aposentadoria especial, o Supremo tem limitado a eficácia das decisões proferidas em mandado de injunção, ao determinar que a Administração verifique o preenchimento, em concreto e de forma individual, dos requisitos para a inativação. Aduziu, ainda, que a orientação firmada no julgamento do MI 795/DF (DJe de 22.5.2009) mostrar-se-ia linear, pois, durante o tempo em que não editada a lei reguladora do direito assegurado constitucionalmente, deveria ser levado em conta, na integralidade, o critério da Lei 8.213/91. Assim, se os trabalhadores em geral podem ter considerado o tempo de serviço em atividade nociva à saúde, mediante conversão (Lei 8.213/91, art. 57, § 5º), não haveria justificativa para obstaculizar o tratamento igualitário aos servidores públicos enquanto não advier legislação específica. Após, pediu vista o Min. Dias Toffoli.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fonte: www.stf.jus.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4559662937090437400?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4559662937090437400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/contagem-diferenciada-de-tempo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4559662937090437400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4559662937090437400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/contagem-diferenciada-de-tempo-de.html' title='Contagem diferenciada de tempo de serviço prestado em condições especiais'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-6432192044174429244</id><published>2011-09-27T05:28:00.000-07:00</published><updated>2011-09-27T05:35:56.628-07:00</updated><title type='text'>PL 1992/07 já tem relator na Comissão de Seguridade Social e família</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;O deputado Rogério Carvalho [PT-SE] foi designado relator, na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, do projeto de lei [PL1992/2007], do Executivo, que institui o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;A matéria já foi aprovada na Comissão de Trabalho e, além da Comissão de Seguridade será analisada também pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;, Justiça e Cidadania da Casa, em caráter terminativo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;O projeto fixa o limite máximo para a concessão de aposentadorias e pensões pelo regime de previdência [R$ 3.700] de que trata o artigo&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;40&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Constituição&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt; além de autorizar a criação de entidade fechada de previdência complementar denominada Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal [Funpresp].&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;Na avaliação do Diap [Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar], na Comissão de Seguridade Social e Família, tudo indica, a discussão em torno do projeto poderá ser mais ampla do que na Comissão de Trabalho, onde não houve amplo e profundo debate sobre as conseqüências da aprovação de um projeto com esse caráter.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;Agência Diap e www.jusbrasil.com.br&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-6432192044174429244?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/6432192044174429244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/pl-199207-ja-tem-relator-na-comissao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6432192044174429244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/6432192044174429244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/pl-199207-ja-tem-relator-na-comissao-de.html' title='PL 1992/07 já tem relator na Comissão de Seguridade Social e família'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8739011888342906644</id><published>2011-09-26T18:58:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T18:58:29.107-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FAP'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SAT'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ação direta de inconstitucionalidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADI 4660'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fator acidentário de prevenção'/><title type='text'>Ajuizada ação direta de inconstitucionalidade contra o FAP</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #385260; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;A Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (Aberc) ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4660) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra dispositivos da Lei nº 10.666/2003 e do Decreto nº 3.048/1999, com a redação dada pelo Decreto nº 6.957/2009, que tratam do índice de modulação das alíquotas de contribuição (de 1%, 2% ou 3%) para o Seguro-Acidente do Trabalho (SAT) por parte das empresas que recolhem contribuições sociais destinadas ao Sistema de Seguridade Social (SSS).&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;De acordo com o artigo 10 da Lei nº 10.666/2003, “a alíquota de contribuição de 1%, 2% ou 3%, destinada ao financiamento do benefício de aposentadoria especial ou daqueles concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho, poderá ser reduzida, em até 50%, ou aumentada, em até 100%, conforme dispuser o regulamento, em razão do desempenho da empresa em relação à respectiva atividade econômica, apurado em conformidade com os resultados obtidos a partir dos índices de frequência, gravidade e custo, calculados segundo metodologia aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência Social”.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Já o Decreto nº 6.957/09 criou o índice denominado Fator Acidentário de Prevenção (FAP), conforme instruções constantes de resolução do Conselho Nacional da Previdência Social. Na ação, a Aberc questiona a legalidade da aplicação deste índice, alegando que “seu processo de criação” afronta princípios do Sistema Tributário Nacional (STN), o que imputaria ao FAP vício insuperável de inconstitucionalidade. “Tanto o artigo 10 da Lei n° 10.666/03 quanto o regulamento do Poder Executivo – Decreto n° 3.048/99, alterado pelo Decreto n° 6.957/09 – que pretendia regulamentá-la, são inconstitucionais, vez que contrários aos princípios constitucionais da legalidade, da isonomia e da irretroatividade”, afirma a associação.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;De acordo com a Aberc, a aplicação indevida do índice de majoração ao SAT vem gerando prejuízos consideráveis às suas empresas filiadas. “Ainda que pudéssemos admitir a modulação das alíquotas através dos critérios eleitos pelo método (índices de gravidade, frequência e custo), o artigo 10 da Lei nº 10.666/03 impôs limites materiais e formais à regulamentação, restringindo desde a identificação dos dados interessantes, até as variáveis importantes ao cálculo do desempenho de cada contribuinte perante os benefícios decorrentes dos riscos ambientais do trabalho”, argumenta a Aberc.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Para a associação, ao estabelecer os critérios para a modulação da alíquota do tributo, a Lei nº 10.666/2003 afrontou o princípio da legalidade. “Isso porque delega ao Executivo a determinação de um dos critérios componentes do núcleo mínimo necessário à criação da norma geral e abstrata instituidora do tributo, qual seja, a fixação da alíquota”, explicam os advogados da associação. “No caso ora discutido, deveria a Lei nº 10.666/03 ter estabelecido pormenorizadamente qual seria a fórmula de cálculo do FAP, o que significa estabelecer a alíquota do SAT. Furtando-se a este dever, citada lei federal delega competência tributária ao chefe do executivo, que à margem da legalidade passou a ter liberdade ilimitada para manipulação de fórmula matemática visando estipulação de alíquota de tributo, atividade própria do legislativo”, enfatiza a entidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;O relator da ADI é o ministro Dias Tofofli.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;(Fonte: www.stf.jus.br)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8739011888342906644?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8739011888342906644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/ajuizada-acao-direta-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8739011888342906644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8739011888342906644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/ajuizada-acao-direta-de.html' title='Ajuizada ação direta de inconstitucionalidade contra o FAP'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4545226375824671816</id><published>2011-09-26T17:30:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T19:04:37.570-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='INSS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ação regressiva'/><title type='text'>Ações Regressivas: Companhia é condenada a devolver os valores pagos pelo INSS a título de pensão por morte</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, Geneva, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A Justiça Federal no Rio Grande do Sul condenou a CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica) a devolver para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) o valor pago para a família de um eletricista que morreu trabalhando. A companhia terá que pagar R$ 950 mil&amp;nbsp;por negligência no cumprimento de regra de segurança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #5b5b5b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 21px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #5b5b5b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 21px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #5b5b5b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 21px;"&gt;De acordo com os autos, o empregado da CEEE exercia a função de eletricista e, enquanto fazia manutenção de linha aérea de distribuição a cerca de oito metros de altura, caiu do poste. Na queda, bateu com a cabeça no piso da calçada e morreu. Diante disso, foi concedido o benefício de pensão por morte para a dependente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #5b5b5b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 21px;"&gt;Além disso, os procuradores demonstraram que a empresa não preparou o empregado para a correta e pronta análise dos riscos que envolviam as atividades de manutenção de redes elétricas, tampouco realizou a manutenção preventiva na área de transmissão de energia elétrica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A PRF-4 (Procuradoria Regional Federal da 4ª Região) e a Procuradoria federal Especializada junto ao INSS destacaram que a fiscalização e o cumprimento das normas de proteção à saúde e segurança do trabalhador eram insuficientes, pois os equipamentos indispensáveis de proteção individual, estavam em falta e a cesta aérea que deveria estar fixada no poste também.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A CEEE chegou a argumentar que ação era inconstitucional, pois já paga o SAT (Seguro Acidente do Trabalho) para situações como essa. Para a companhia, seria indevida a cobrança feita na ação regressiva.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Entretanto, com base nos laudos Seção de Segurança e Saúde do Trabalhador da Superintendência Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul, os procuradores federais conseguiram comprovar a culpa da empresa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A Justiça Federal do Rio Grande do Sul acolheu integralmente os argumentos das procuradorias e condenou a CEE ao ressarcimento das parcelas vencidas e vincendas da pensão por morte acidentária. Estima-se que o ressarcimento da ação será de aproximadamente R$ 950 mil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Para o procurador federal que atuou no caso, Humberto Macelaro, "a condenação imposta ao empregador nos autos da ação regressiva em referência é exemplar, pois atesta inequívoca chancela do Poder Judiciário aos argumentos expostos pelo INSS quanto à caracterização do comportamento negligente da empresa como causa direta do lamentável acidente de trabalho".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Segundo ele, a decisão conforta e reforça a atuação proativa que a Procuradoria-Geral Federal vem revelando na seara das ações regressivas acidentárias, "cujo objetivo reside fundamentalmente na adoção de uma cultura de proteção do trabalhador no meio empresarial e, em última análise, na redução dos infortúnios laborais".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Número do processo: Ação Ordinária 5031282-13.2010.404.7100&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #5b5b5b; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;fonte: www.ultimainstancia.uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4545226375824671816?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4545226375824671816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/companhia-e-condenada-devolver-dinheiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4545226375824671816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4545226375824671816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/companhia-e-condenada-devolver-dinheiro.html' title='Ações Regressivas: Companhia é condenada a devolver os valores pagos pelo INSS a título de pensão por morte'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-8333618588744536950</id><published>2011-09-22T18:07:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T18:07:44.081-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tempo de contribuição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acordo internacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Canadá'/><title type='text'>Acordo internacional entre Brasil e Canadá sobre tempo de contribuição: depende de aprovação pelo Legislativo</title><content type='html'>O ministro da Previdência Social brasileiro, Garibaldi Alves Filho, e o embaixador do Canadá no Brasil, Jamal Khokhar, assinaram na tarde desta terça-feira (6) o termo de ajuste administrativo ao acordo de previdência social firmado entre os dois países. Para que o acordo produza seus efeitos é necessária a sua aprovação pelo Congresso Nacional. Depois disso, ele seguirá para promulgação e publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A assinatura de hoje marca o término de um processo negociador que teve início em 2009. O Brasil tem hoje no Canadá uma comunidade estimada em 30 mil cidadãos que têm acompanhado com ansiedade a conclusão deste processo. Fico especialmente satisfeito de estar contribuindo para que esse anseio de nossos concidadãos que hoje residem no Canadá se torne realidade”, afirmou Garibaldi Alves Filho em seu pronunciamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo previdenciário Brasil/Canadá foi assinado no dia 8 de agosto pelo ministro de Relações Exteriores brasileiro, Antônio de Aguiar Patriota, e pelo ministro de Negócios Estrangeiros canadense, John Baird, por ocasião da visita oficial que o primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, fez ao Brasil. O ajuste administrativo assinado nessa terça-feira define a operacionalização das regras do acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estiver em vigor, o acordo permitirá aos brasileiros que pagam a previdência social no Canadá que utilizem o tempo de contribuição no Brasil. O mesmo ocorrerá com os canadenses que trabalham no Brasil. O embaixador Jamal Khokhar opinou que o acordo estreitará ainda mais os laços entre os dois países. Ele registrou que hoje o Canadá já é o primeiro destino dos brasileiros que procuram estudar inglês ou francês no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.INSS.gov.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-8333618588744536950?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/8333618588744536950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/acordo-internacional-entre-brasil-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8333618588744536950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/8333618588744536950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/acordo-internacional-entre-brasil-e.html' title='Acordo internacional entre Brasil e Canadá sobre tempo de contribuição: depende de aprovação pelo Legislativo'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-5666416679334362743</id><published>2011-09-22T17:59:00.001-07:00</published><updated>2011-09-22T17:59:14.687-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prazo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ação rescisória'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Decadēncia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='incapaz'/><title type='text'>STJ: Prazo decadencial da ação rescisória não corre contra incapazes</title><content type='html'>O prazo decadencial de dois anos previsto no artigo 495 do Código de Processo Civil para proposição de ação rescisória não atinge os considerados absolutamente incapazes pela legislação civil. O entendimento é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao analisar recurso em que dois autores, menores à época do ajuizamento da ação, pedem que seja rediscutido pedido de indenização por danos morais contra uma seguradora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão unânime do STJ determina o prosseguimento da ação rescisória, que havia sido julgada extinta pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) por conta da decadência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de ação é o meio que a parte tem de impugnar ação judicial já transitada em julgado e tem como objetivo desconstituir a coisa julgada material. É de competência do segundo grau de jurisdição e nela se pede a anulação de sentença ou acórdão, com a consequente reapreciação do mérito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao analisar a rescisória, O TJMG entendeu que o prazo para propositura da ação é de decadência e não se suspende nem se interrompe, mesmo havendo menor interessado. Por isso, o tribunal julgou improcedente o pedido de indenização por dano moral ajuizado pelos netos em razão da morte do avô em acidente de carro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o relator no STJ, ministro Luis Felipe Salomão, o entendimento do TJMG poderia se sustentar na vigência Código Civil de 1916, quando os institutos de prescrição e decadência não estavam muito bem delimitados. Contudo, segundo o ministro, essa interpretação não se sustenta na vigência do novo Código Civil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso porque o sistema revogado trazia para a decadência o prazo fatal de cinco anos. “Hoje essa peremptoriedade não se verifica de forma exacerbada”, assinala o ministro. A regra geral agora é que o prazo para a propositura da rescisória é de decadência, de forma que se aplica a exceção prevista no artigo 208 do Código Civil de 2002, segundo a qual os prazos decadenciais não correm contra os absolutamente incapazes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Súmula 401 do STJ estabelece que o prazo decadencial da ação rescisória se inicia quando não for cabível qualquer recurso do último pronunciamento judicial. No caso analisado, a ação rescisória foi ajuizada em fevereiro de 2008, quando os autores, nascidos em 1993 e 1996, eram, ambos, absolutamente incapazes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o artigo 3º, do novo Código Civil, são absolutamente incapazes de exercer os atos da vida civil os menores de dezesseis anos; os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos e os que, mesmo por causa transitória, não puderem exercer sua vontade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: STJ (www.STJ.jus.br)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-5666416679334362743?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/5666416679334362743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/stj-prazo-decadencial-da-acao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/5666416679334362743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/5666416679334362743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/stj-prazo-decadencial-da-acao.html' title='STJ: Prazo decadencial da ação rescisória não corre contra incapazes'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-2992071679252579073</id><published>2011-09-22T17:48:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T17:48:24.239-07:00</updated><title type='text'>Última Instância - Pessoas demitidas antes da nova regra do aviso prévio devem esperar decisão do STF, diz Gilmar Mendes</title><content type='html'>&lt;a href="http://ultimainstancia.uol.com.br/conteudo/noticias/53218/pessoas+demitidas+antes+da+nova+regra+do+aviso+previo+devem+esperar+decisao+do+stf+diz+gilmar+mendes.shtml"&gt;Última Instância - Pessoas demitidas antes da nova regra do aviso prévio devem esperar decisão do STF, diz Gilmar Mendes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-2992071679252579073?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/2992071679252579073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/ultima-instancia-pessoas-demitidas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2992071679252579073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/2992071679252579073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/ultima-instancia-pessoas-demitidas.html' title='Última Instância - Pessoas demitidas antes da nova regra do aviso prévio devem esperar decisão do STF, diz Gilmar Mendes'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4795877235196945205</id><published>2011-09-22T12:38:00.000-07:00</published><updated>2011-09-24T07:16:26.739-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tempo de contribuição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='auxílio-doença'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aposentadoria por invalidez'/><title type='text'>Afastamento contínuo da atividade sem contribuição não pode ser considerado para calcular aposentadoria por invalidez precedida de auxílio-doença</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;Por unanimidade dos votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deu provimento ao Recurso Extraordinário (RE) 583834, com repercussão geral reconhecida. O recurso, de autoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), questionava acórdão da Primeira Turma Recursal dos Juizados Especiais de Santa Catarina que determinou que o valor do auxílio-doença fosse considerado como salário de contribuição – e, por isso, usado para calcular a renda mensal inicial do benefício da aposentadoria por invalidez.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;O INSS, no entanto, argumentou que, quando a aposentadoria por invalidez for precedida de recebimento de auxílio-doença durante período não intercalado com atividade laborativa, o valor dos proventos deveria ser obtido mediante a transformação do auxílio-doença, correspondente a 91% do salário de benefício, em aposentadoria por invalidez, equivalente a 100% do salário de benefício. De outro lado, o segurado que é parte no RE defende que o auxílio-doença deve ser utilizado como salário de contribuição durante o tempo em que foi pago, repercutindo no valor de sua aposentadoria.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;Conforme os autos, o recorrido se aposentou por invalidez após se afastar da atividade durante período contínuo em que recebeu auxílio-doença e não contribuiu para a previdência. Por esse motivo, o instituto alega que não se pode contabilizar fictamente&amp;nbsp;o valor do auxílio como salário de contribuição.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;&lt;b style="text-indent: 0px !important;"&gt;Provimento&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;O relator da matéria, ministro Ayres Britto, votou pelo provimento do recurso extraordinário do INSS e foi seguido pela unanimidade dos ministros. Segundo o relator, a decisão contestada mandou recalcular os proventos de acordo com os parâmetros utilizados para aposentadoria por invalidez precedida de afastamento intercalado com períodos trabalhados [quando se volta a contribuir], “o que não foi o caso dos autos”.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;Em seu voto, o relator afirmou que o regime geral da previdência social tem caráter contributivo [&lt;i style="text-indent: 0px !important;"&gt;caput&lt;/i&gt;&amp;nbsp;do artigo 201 da Constituição Federal], “donde se conclui, pelo menos a princípio, pelo desacerto de interpretações que resultem em tempo ficto de contribuição”.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;Para ele, não deve ser aplicado ao caso o § 5º do art. 29 da Lei 8.213/91 [Lei de Benefícios da Previdência Social], que é “uma exceção razoável à regra proibitiva de tempo de contribuição ficta ou tempo ficto de contribuição”. Isso porque tal dispositivo, segundo ele, “equaciona a situação em que o afastamento que precede a aposentadoria por invalidez não é contínuo, mas intercalado com períodos de labor”. Períodos em que, conforme ressalta o relator, é recolhida a contribuição previdenciária porque houve uma intercalação entre afastamento e trabalho, o que não é o caso autos.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;O ministro Ayres Britto avaliou que a situação não se modificou com alteração do artigo 29 da Lei 8.213 pela Lei 9.876/99 porque a referência “salários de contribuição” continua presente no inciso II do&amp;nbsp;&lt;i style="text-indent: 0px !important;"&gt;caput&lt;/i&gt;&amp;nbsp;do artigo 29, que também passou a se referir a período contributivo. “Também não há norma expressa que, à semelhança do inciso II do artigo 55 da Lei de Benefícios, mande aplicar ao caso a sistemática do § 5º de seu artigo 29”, afirmou.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;“O § 7º do artigo 36 do Decreto 3.048/99 não me parece ilegal porque apenas explicita a correta interpretação do&amp;nbsp;&lt;i style="text-indent: 0px !important;"&gt;caput&lt;/i&gt;, do inciso II e do § 5º do artigo 29 em combinação com o inciso II do artigo 55 e com os artigos 44 e 61, todos da Lei de Benefícios da Previdência Social”, ressaltou o ministro.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;Em seguida, o relator considerou que, mesmo se o caso fosse de modificação da situação jurídica pela Lei 9.876/99, o fato é que esta não seria aplicável porque a&amp;nbsp; aposentadoria em causa foi concedida antes da sua vigência. Conforme o ministro, “a extensão de efeitos financeiros de lei nova a benefício previdenciário anterior a respectiva vigência viola tanto o inciso XXXVI do artigo 5º quanto o § 5º do artigo 195 da CF”, conforme precedentes do Supremo (REs 416827 e 415454, que tiveram por objeto a Lei 9.032/95)”.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;Na mesma linha de pensamento do relator, o ministro Luiz Fux verificou que é uma contradição a Corte considerar tempo ficto de contribuição com a regra do&amp;nbsp;&lt;i style="text-indent: 0px !important;"&gt;caput&lt;/i&gt;&amp;nbsp;do artigo 201 da Constituição Federal. “Fazer contagem de tempo ficto é totalmente incompatível com o equilíbrio financeiro e atuarial”, afirmou, salientando que se não houver salário de contribuição este não pode gerar nenhum parâmetro para cálculo de benefício.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;A aposentadoria do recorrido se deu antes da Lei 9.876, então a questão era exatamente uma questão de direito intertemporal. Nesse sentido, o ministro Luiz Fux lembrou a Súmula 359, do STF. “Anoto que vale para a Previdência Social a lógica do&amp;nbsp;&lt;i style="text-indent: 0px !important;"&gt;tempus regit actum&amp;nbsp;&lt;/i&gt;de modo que a fixação dos proventos de inatividade deve dar-se de acordo com a legislação vigente ao tempo do preenchimento dos requisitos”, disse.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-indent: 0px !important;"&gt;Fonte: Notícias STF, 21.09.2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4795877235196945205?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4795877235196945205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/afastamento-continuo-da-atividade-sem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4795877235196945205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4795877235196945205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/afastamento-continuo-da-atividade-sem.html' title='Afastamento contínuo da atividade sem contribuição não pode ser considerado para calcular aposentadoria por invalidez precedida de auxílio-doença'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-7999498242724983085</id><published>2011-09-21T19:04:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T08:00:39.739-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Regimes Próprios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Emenda 41'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidor público'/><title type='text'>STF considera válida regra da Emenda 41 que fixa alíquota de contribuição nos Regimes Próprios</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Plenário iniciou julgamento conjunto de ações diretas em que impugnados dispositivos inseridos no texto constitucional por meio da Emenda Constitucional 41/2003, denominada “Reforma Constitucional da Previdência”. Na assentada, porém, julgou-se apenas a ADI 3138/DF, ajuizada pela Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB, contra o art. 1º da referida emenda, na parte em que incluiu o § 1º no art. 149 da CF (“Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo ... § 1º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão contribuição, cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, do regime previdenciário de que trata o art. 40, cuja alíquota não será inferior à da contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos da União”). Prevaleceu o entendimento da Min. Cármen Lúcia, relatora, que julgou improcedente o pedido. Afirmou que o constituinte derivado, ao fixar o patamar mínimo da alíquota a ser adotado pelos Estados-membros, pelo Distrito Federal e pelos Municípios para fins de cobrança de contribuição previdenciária, teria reiterado critério adotado para outros tributos, a exemplo das hipóteses contidas nos artigos 155, V, a; e 156, § 3º, I, ambos da CF, dentre outras. Assinalou, ademais, não se tratar de ofensa ao pacto federativo, visto que se asseguraria ao poder constituinte, mesmo ao derivado, estabelecer a todos os entes federados condições que melhor atendam aos interesses da sociedade brasileira. Reputou que se pretenderia criar situação de igualdade mínima entre as unidades federativas e manter sua autonomia administrativa, pois impossibilitado o estabelecimento de situações desiguais entre os servidores de diferentes entidades. Ressaltou, ainda, inexistir ofensa aos artigos 24, XII e § 1º; e 25, § 1º, ambos da CF, na medida em que esses dispositivos traçam as competências concorrentes da União, dos Estados-membros e do Distrito Federal e a competência residual dos Estados, respectivamente. Por sua vez, a aludida emenda constitucional não teria alterado esse equilíbrio, sequer a distribuição de competências. Destacou que o art. 201 da CF estabeleceria o regime geral da previdência social e que o § 9º desse dispositivo determinaria o sistema de compensação financeira entre os diversos regimes, o que seria garantido pelo patamar mínimo discutido. No ponto, enfatizou o Min. Luiz Fux que o equilíbrio financeiro e atuarial seria a própria razão de ser do sistema previdenciário. O Min. Gilmar Mendes, por sua vez, frisou que o Brasil possuiria modelo singular de federalismo cooperativo. Apontou, também, que eventuais abusos por parte das unidades federadas, na hipótese de maximização das alíquotas, seriam suscetíveis de controle.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Informativo STF 640, de 21.09,2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-7999498242724983085?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/7999498242724983085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/stf-considera-valida-regra-da-emenda-41.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7999498242724983085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7999498242724983085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/stf-considera-valida-regra-da-emenda-41.html' title='STF considera válida regra da Emenda 41 que fixa alíquota de contribuição nos Regimes Próprios'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-7071256904027449740</id><published>2011-09-21T18:57:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T08:00:17.062-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aposentadoria especial'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='STF'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='servidor público'/><title type='text'>Supremo discute alcance da decisão que assegura aposentadoria especial a servidores</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contagem diferenciada de tempo de serviço prestado em condições especiais&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(fonte: informativo STF 640, de 21.09.2011)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Plenário iniciou julgamento conjunto de agravos regimentais nos quais se discute a possibilidade, ou não, de contagem diferenciada de tempo de serviço prestado em decorrência de atividades exercidas em trabalho especial. Trata-se, na situação dos autos, de recursos interpostos, pela União, de decisões do Min. Marco Aurélio que, em mandados de injunção dos quais relator, assentara o direito dos impetrantes a essa contagem, com observância do sistema do regime geral de previdência social (Lei 8.213/91, art. 57), para fins da aposentadoria de que cogita o § 4º do art. 40 da CF, cabendo aos órgãos aos quais integrados o exame do atendimento ao requisito “tempo de serviço”. A agravante alega usurpação da competência do Plenário, bem como sustenta a inviabilidade de se conceder a aposentação. Afirma, também, que o pedido da aludida contagem de tempo é hipótese distinta do direito à aposentadoria especial, à luz do mencionado dispositivo constitucional, e que tem a finalidade de garantir ao servidor o direito à aposentadoria comum com a utilização de fatores de multiplicação, e não à aposentadoria especial. Argúi, ainda, que a Constituição não impõe ao Poder Público que proceda à contagem diferenciada, daí a impossibilidade de reconhecer a procedência da pretensão. O Min. Marco Aurélio desproveu os recursos, no que foi acompanhado pelo Min. Luiz Fux. Apontou que, dentre os critérios e requisitos especiais para a aposentadoria, estaria o direito à contagem diferenciada do tempo de serviço prestado em atividades que prejudiquem a saúde ou a integridade física. Ponderou que, no tocante à aposentadoria especial, o Supremo tem limitado a eficácia das decisões proferidas em mandado de injunção, ao determinar que a Administração verifique o preenchimento, em concreto e de forma individual, dos requisitos para a inativação. Aduziu, ainda, que a orientação firmada no julgamento do MI 795/DF (DJe de 22.5.2009) mostrar-se-ia linear, pois, durante o tempo em que não editada a lei reguladora do direito assegurado constitucionalmente, deveria ser levado em conta, na integralidade, o critério da Lei 8.213/91. Assim, se os trabalhadores em geral podem ter considerado o tempo de serviço em atividade nociva à saúde, mediante conversão (Lei 8.213/91, art. 57, § 5º), não haveria justificativa para obstaculizar o tratamento igualitário aos servidores públicos enquanto não advier legislação específica. Após, pediu vista o Min. Dias Toffoli.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MI 2123 AgR/DF, rel. Min. Marco Aurélio, 14.9.2011. (MI-2123) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MI 2370 AgR/DF, rel. Min. Marco Aurélio, 14.9.2011. (MI-2370)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-7071256904027449740?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/7071256904027449740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/supremo-discute-alcance-da-decisao-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7071256904027449740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/7071256904027449740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/supremo-discute-alcance-da-decisao-que.html' title='Supremo discute alcance da decisão que assegura aposentadoria especial a servidores'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-634352692097964455</id><published>2011-09-21T18:24:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T08:01:01.645-07:00</updated><title type='text'>STF adia julgamento da desaposentação</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A discussão sobre a ação que definirá o futuro da desaposentação foi adiada no SupremoTribunal Federal (STF). A corte não conseguiu apreciar a medida na sessão da tarde desta quarta-feira. O assunto deve voltar à discussão apenas na quarta-feira que vem, mas a pauta de próxima semana ainda não está fechada, de acordo com o tribunal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: www.clicrbs.combr&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-634352692097964455?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/634352692097964455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/stf-adia-julgamento-da-desaposentacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/634352692097964455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/634352692097964455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/stf-adia-julgamento-da-desaposentacao.html' title='STF adia julgamento da desaposentação'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-3339958630429197535</id><published>2011-09-21T18:00:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T08:01:44.239-07:00</updated><title type='text'>Suspensa análise de constitucionalidade de item da Reforma da Previdência</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #385260; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou hoje (21) a análise de mais três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI 3133, ADI 3143 e ADI 3184) que questionam dispositivos da Emenda Constitucional nº 41/2003, que introduziu a Reforma da Previdência. O julgamento foi suspenso para aguardar o voto do ministro Joaquim Barbosa em relação à análise da constitucionalidade do ponto mais polêmico suscitado: o artigo 9ª da EC 41/2003. Este dispositivo invoca o artigo 17 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) para impedir o pagamento de vencimentos em desacordo com a Constituição sob alegação de direito adquirido.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os ministros que se posicionaram pela inconstitucionalidade do dispositivo – Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Celso de Mello e Cezar Peluso – a invocação expressa do artigo do ADCT, que há 23 anos referiu-se à redução imediata de vencimentos, remuneração e vantagens recebidos sob o abrigo da Constituição anterior e que estavam em desacordo com a então nova Constituição de 1988, é desnecessária porque há norma constitucional vigente (artigo 37, inciso XI), que impõe o vencimento dos ministros do STF como teto remuneratório no serviço público.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para esses ministros, a alusão ao artigo 17 do ADCT traz o risco de que a norma seja utilizada pela Administração Pública para desconsiderar direitos e garantias conquistados na vigência da Constituição de 1988. Primeiro a se manifestar nesse sentido, o ministro Marco Aurélio afirmou que deputados e senadores não podem atuar de forma “livre e absoluta” ao emendar o texto constitucional porque estão sujeitos aos limites previstos no parágrafo 4º do artigo 60 da própria Constituição. Tal dispositivo prevê que não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir os direitos e garantias individuais.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Ora, ressuscitar o artigo 17 do ADCT é afastar a segurança jurídica. É ter-se como possível o afastamento do patrimônio dos cidadãos de situações devidamente constituídas segundo a legislação da época. Não esperava me defrontar com esta situação, com um quadro em que o poder constituinte de emenda viesse a ressuscitar o que, para mim, se mostrou já, mesmo considerado o poder constituinte originário, como algo superextravagante, como se tivesse ocorrido no Brasil uma verdadeira revolução com virada de mesa para desprezar-se o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada”, afirmou o ministro Marco Aurélio.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a relatora das ações, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, e os ministros que a acompanharam – Luiz Fux, Dias Toffoli e Gilmar Mendes – a alusão ao artigo 17 do ADCT no texto da Emenda Constitucional nº 41/2003 não traz o risco a que se referiram a corrente contrária, mas serviu para enfatizar a existência de limites, ou seja, a observância do teto constitucional previsto no artigo 37, inciso XI, da Constituição. O ministro Gilmar Mendes reconheceu que o artigo 9º realmente não deveria constar da EC 41/2003, mas, para ele, declarar sua inconstitucionalidade nesse momento poderá abalar a higidez do teto constitucional.&amp;nbsp; Mendes afirmou que há uma “tradição de abusos” nesse campo e criticou as recentes decisões da presidência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que garantiu aos servidores da Câmara e do Senado o direito de receber vencimentos acima do teto.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao suspender a análise da matéria para permitir que o ministro Joaquim Barbosa se manifeste, o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, afirmou que a eventual declaração de inconstitucionalidade do artigo 9º da EC 41/2003 não trará risco algum porque valem, para efeito de redução de remuneração, as normas constitucionais vigentes. “A referência ao artigo 17 do ADCT não é uma referência de reafirmação das normas constitucionais vigentes. É a aplicação de um dispositivo específico que tem a finalidade de abrir uma exceção compreensível e admissível para situações transitórias, formadas anteriormente ao início da Constituição atual. Tal dispositivo, portanto, não pode ser invocado em relação a direitos adquiridos e coisas julgadas formados posteriormente ao início de vigência da Constituição de 1988, sob pena de atenuar, ou melhor, aniquilar as garantias constitucionais”, afirmou Peluso.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fonte: www.stf.jus.br&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-3339958630429197535?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/3339958630429197535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/suspensa-analise-de-constitucionalidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3339958630429197535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/3339958630429197535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/suspensa-analise-de-constitucionalidade.html' title='Suspensa análise de constitucionalidade de item da Reforma da Previdência'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-4582254874356028806</id><published>2011-09-21T13:56:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T08:03:00.348-07:00</updated><title type='text'>Julgado interessante relativo à Assistência Judiciária Gratuita</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Interessante este julgado proferido pela 1ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Transcrevo aqui o inteiro teor da decisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;APELAÇÃO CÍVEL. IMPUGNAÇÃO À ASSISTÊNCIA&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;JUDICIÁRIA GRATUITA. ALEGAÇÃO DE QUE O IMPUGNADO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;AUFERE RENDA MENSAL SUFICIENTE PARA ARCAR COM AS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;CUSTAS PROCESSUAIS. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;RECURSO DO IMPUGNADO. PRESUNÇÃO RELATIVA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;DECORRENTE DA DECLARAÇÃO DE HIPOSSUFICIÊNCIA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;FINANCEIRA. INEXISTÊNCIA DE ELEMENTOS INDICATIVOS DA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;HIGIDEZ FINANCEIRA DO AUTOR. ÔNUS DA PROVA QUE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;CABERIA AO IMPUGNANTE. DESNECESSIDADE DE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;COMPROVAÇÃO DA MISERABILIDADE ABSOLUTA POR PARTE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;DO IMPUGNADO. RENDA MENSAL DE APROXIMADAMENTE R$&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;5.000,00 (CINCO MIL REAIS). VALOR PRESUMIDAMENTE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;CONSUMIDO PARA MANUTENÇÃO DA SUBSISTÊNCIA DO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IMPUGNADO. PREVALÊNCIA DA GARANTIA FUNDAMENTAL DO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;AMPLO ACESSO À JUSTIÇA. INTELIGÊNCIA DO ART. 5º, XXXV e&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;LXXIV, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. BENEFÍCIO DA JUSTIÇA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;GRATUITA DEFERIDO. RECURSO PROVIDO.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação Cível n.&amp;nbsp;2007.009021-3, da comarca da Capital (3ª Vara Cível), em que é apelante Domingos de&amp;nbsp;Andrade e apelada Fundação CODESC de Seguridade Social FUSESC:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ACORDAM, em Primeira Câmara de Direito Civil, por votação unânime,&amp;nbsp;conhecer do recurso e dar-lhe provimento. Custas legais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;RELATÓRIO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fundação CODESC de Seguridade Social - FUSESC ajuizou Impugnação à&amp;nbsp;Assistência Judiciária Gratuita em face Domingos de Andrade, visando atacar o pedido&amp;nbsp;de assistência judiciária gratuita formulado pelo impugnado nos Autos de Ação de&amp;nbsp;Cobrança n. 023.05.022077-5. Relatou serem impugnante e impugnado partes na Ação de Cobrança em apenso, na qual o impugnado formulou pedido de concessão de justiça&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;gratuita sem fazer jus ao benefício. Ressaltou ter o impugnado condições financeiras de&amp;nbsp;arcar com as custas processuais sem prejudicar seu sustento, uma vez que, somados os&amp;nbsp;benefícios que recebe do INSS e da impugnante, possui renda mensal superior a R$&amp;nbsp;5.000,00 (cinco mil reais). Sustentou não ter o impugnado colacionado aos autos os&amp;nbsp;documentos necessários à comprovação de sua hipossuficiência, devendo, portanto, ser&amp;nbsp;indeferido o benefício da justiça gratuita. Ao final requereu o indeferimento da justiça&amp;nbsp;gratuita ao impugnado. Juntou documentos (fls. 04/06).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devidamente citado o impugnado ofereceu contestação (fls. 11/12),&amp;nbsp;alegando não possuir condições de arcar com as custas processuais sem o&amp;nbsp;comprometimento de seu sustento. Pugnou pela improcedência do pedido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Remetidos os autos ao Promotor de Justiça, este opinou pelo acolhimento&amp;nbsp;da impugnação (fls. 14-v).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em seguida, sobreveio sentença nos seguintes termos (fls. 16/18):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"ACOLHO a Impugnação à Assistência Judiciária apresentada por FUNDAÇÃO&amp;nbsp;CODESC DE SEGURIDADE SOCIAL - FUSESC, revogando a gratuidade processual&amp;nbsp;concedida. Fixo o prazo 10 dias, para que o impugnado/requerente providencie o&amp;nbsp;recolhimento da custas iniciais pertinentes, sob pena de extinção do feito. Condeno, ainda,&amp;nbsp;o Impugnado ao pagamento das custas deste incidente. Sem verba honorária, por&amp;nbsp;incabível na espécie".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Irresignado com a decisão, apelou (fls. 22/25) o impugnado, alegando não&amp;nbsp;possuir condições de arcar com as custas processuais sem prejuízo de seu sustento,&amp;nbsp;ressaltando a necessidade de concessão do assistência judiciária gratuita. Afirma ter&amp;nbsp;prazo de 10 (dez) anos o benefício que percebe mensalmente da impugnante à título de&amp;nbsp;complementação de aposentadoria. Acrescenta, portanto, estar sujeito à modificação de&amp;nbsp;sua condição financeira após tal período. Pugna pela reforma da decisão com a&amp;nbsp;concessão do beneficio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contrarrazões às fls 31/33.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Ministério Público atuante perante este Tribunal de Justiça opinou pelo&amp;nbsp;desprovimento do recurso, mantendo-se a revogação do benefício da justiça gratuita (fls.40/41).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vieram os autos a este Tribunal de Justiça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o relatório.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VOTO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Admissibilidade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É consabido que o procedimento recursal exige o preenchimento de&amp;nbsp;pressupostos específicos, necessários para que se possa examinar o mérito do recurso&amp;nbsp;interposto. Portanto, torna-se imperiosa, num primeiro momento, a análise dos&amp;nbsp;pressupostos recursais, em razão de constituírem a matéria preliminar do procedimento&amp;nbsp;recursal, ficando vedado ao Tribunal o conhecimento do mérito no caso de não&amp;nbsp;preenchimento de quaisquer destes pressupostos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tais pressupostos são classificados como intrínsecos (cabimento, interesse&amp;nbsp;recursal, legitimidade recursal, inexistência de fato extintivo do direito de recorrer) e&amp;nbsp;extrínsecos (regularidade formal, tempestividade e preparo). Os pressupostos intrínsecos&amp;nbsp;estão atrelados ao direito de recorrer, ao passo que os extrínsecos se referem ao&amp;nbsp;exercício desse direito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, preenchidos os pressupostos de admissibilidade, passa-se à análise&amp;nbsp;do recurso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Recurso do impugnado&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trata-se de recurso de apelação interposto pelo impugnado no intuito de&amp;nbsp;ver reformada Sentença que indeferiu o benefício da assistência judiciária gratuita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Insurge-se o impugnado contra Sentença que acolheu impugnação à&amp;nbsp;assistência judiciária gratuita. Sustenta sua pretensão alegando não possuir condições&amp;nbsp;de arcar com as custas processuais sem prejuízo de seu sustento. Afirma estar limitada&amp;nbsp;a percepção do benefício da previdência privada em 10 (dez) anos, modificando sua&amp;nbsp;condição financeira após tal período, o que justificaria a concessão da justiça gratuita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com razão o apelante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na perspectiva constitucional de amplo acesso à prestação jurisdicional&amp;nbsp;(art. 5º, LXXIV da CF), a simples declaração de hipossuficiência subscrita pela parte (fls.&amp;nbsp;28 e 32), atestando a impossibilidade de arcar com os dispêndios processuais sem&amp;nbsp;prejuízo do sustento próprio e da família, adquire presunção relativa de veracidade (art.&amp;nbsp;4º, §1º, da Lei n. 1.060/50), e afigura-se suficiente à concessão do benefício da Justiça&amp;nbsp;Gratuita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se desconhece ser relativa essa presunção, por isso que, em&amp;nbsp;aportando aos autos elementos que demonstrem a capacidade da parte de custear a&amp;nbsp;demanda, é de revogar-se o benefício da gratuidade da Justiça.&amp;nbsp;Todavia, essa prerrogativa exige demasiado bom senso em sua aplicação,&amp;nbsp;não se afastando o Magistrado do princípio constitucional do livre acesso à jurisdição&amp;nbsp;pontificador da cidadania.&amp;nbsp;Sobre a presunção relativa decorrente da declaração de pobreza,&amp;nbsp;destaca-se da Jurisprudência deste Órgão Fracionário:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O direito ao benefício da assistência judiciária gratuita não requer seja o&amp;nbsp;pleiteante miserável ou indigente nem que tenha ele de se desfazer de seu patrimônio&amp;nbsp;para custear o processo. Basta que tenha de comprometer o sustento de sua família,até&amp;nbsp;porque situação patrimonial não se confunde com situação financeira" (TJSC, AI n.2000.024931-9, Primeira Câmara de Direito Civil, relator Des. Carlos Prudêncio).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na hipótese em exame, compulsando os autos verifica-se que o apelante&amp;nbsp;percebe renda mensal de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), proveniente de benefícios da&amp;nbsp;previdência privada (fl. 04) e do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS (fl. 05).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vale destacar que a receita do agravante suplanta em muito pouco o valor&amp;nbsp;mensal de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), sopesada a atual realidade social, além do&amp;nbsp;elevado custo de vida em Florianópolis/SC, não se afigura razoável indeferir o benefício&amp;nbsp;da justiça gratuita ao impugnado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outrossim, dada a idade do impugnado (atualmente 59 anos de idade), é&amp;nbsp;presumível utilizar-se de medicamentos, cujo alto custo entre nós é inquestionável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, impõe-se destacar ser por tempo determinado (10 anos - fl. 26)&amp;nbsp;o benefício da previdência privada auferido pelo impugnado, findando a percepção&amp;nbsp;mensal no mês de novembro de 2012, ou seja, provavelmente a demanda ainda não terá&amp;nbsp;atingido o trânsito em julgado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, não há nos autos prova capaz de demonstrar ser a renda mensal&amp;nbsp;da família superior a tal valor, sendo presumível que o impugnado é o único provedor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, é de conhecimento comum não pressupor a concessão do benefício&amp;nbsp;da justiça gratuita a miserabilidade absoluta, bastando a impossibilidade de manutenção&amp;nbsp;do mínimo existencial e de uma vida digna para si e para sua família.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, diante da inexistência de elementos suficientes a infirmar a&amp;nbsp;presunção relativa da declaração de hipossuficiência trazida aos autos pelo agravante,&amp;nbsp;frente aos documentos acostados pelo recorrente/agravado, há de prevalecer a garantia&amp;nbsp;o amplo acesso à Justiça (art. 5º, XXXV e LXXIV, da Constituição Federal), de tal feita&amp;nbsp;que a decisão impugnada merece ser reformada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ante o exposto, deve ser deferido o benefício da justiça gratuita aos&amp;nbsp;autores/recorrentes e cassada a sentença, determinando-se o regular prosseguimento da&amp;nbsp;demanda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DECISÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos termos do voto da Relatora, a Câmara decidiu, por unanimidade,&amp;nbsp;conhecer do recurso e dar-lhe provimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O julgamento, realizado no dia 24 de maio de 2011, foi presidido&amp;nbsp;Excelentíssimo Desembargador Carlos Prudêncio, com voto, e dele participou o&amp;nbsp;Excelentíssimo Desembargador Ronei Danielli.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Florianópolis, 30 de maio de 2011.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Denise Volpato&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;RELATORA&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-4582254874356028806?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/4582254874356028806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/julgado-interessante-relativo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4582254874356028806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/4582254874356028806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/julgado-interessante-relativo.html' title='Julgado interessante relativo à Assistência Judiciária Gratuita'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9158413847591200109.post-830507233279774332</id><published>2011-09-21T12:52:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T08:03:26.345-07:00</updated><title type='text'>Julgamento Desaposentação</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Será julgado hoje pelo STF a primeira ação de desaposentação. Esta consiste na possibilidade do trabalhador que, mesmo aposentado pelo INSS, continue trabalhando e contribuindo, ter sua aposentadoria recalculada com base nas contribuições posteriores à aposentadoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O procedimento, que é conhecido como “desaposentação”, já vem sendo discutido há algum tempo em ações judiciais, mas somente agora em setembro de 2010 a matéria chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), órgão que poderá definir a situação dos milhares de processos em andamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o Relator do Processo, Ministro Marco Aurélio, que votou a favor da desaposentação, o aposentado retorna ao trabalho para ter uma melhor renda e é obrigado legalmente a contribuir com a Previdência Social. Portanto, não seria correto, que não tivesse direito de ver essa contribuição revertida para o seu benefício.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No que consiste a desaposentação: trata-se do cancelamento da aposentadoria concedida anteriormente, substituindo-a por outra, de maior valor. Com o fator previdenciário, quanto mais tempo de contribuição e idade maior, o valor da aposentadoria aumenta. Então, alguém que se aposentou aos 53 anos, tendo 35 anos de contribuição, e trabalhou por mais sete anos com o mesmo salário, estando agora com 60 anos de idade e 42 anos de contribuição, terá o resultado de seu fator previdenciário maior, consequentemente aumentando o valor da “nova” aposentadoria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há risco de o aposentado ficar sem o benefício. O cancelamento da aposentadoria “antiga” só acontecerá caso seja deferida a aposentadoria “nova” por decisão judicial. Portanto, uma está vinculada à outra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O resultado do julgamento pode representar uma vitória para aqueles que são obrigados a permanecer no mercado de trabalho mesmo após a aposentadoria, para complementar a renda originária dos baixos proventos pagos pelo INSS que se mostram insuficientes para o sustento próprio e familiar.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9158413847591200109-830507233279774332?l=noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/feeds/830507233279774332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/julgamento-desaposentacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/830507233279774332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9158413847591200109/posts/default/830507233279774332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://noticiasdaprevidenciasocial.blogspot.com/2011/09/julgamento-desaposentacao.html' title='Julgamento Desaposentação'/><author><name>Carolina Melhado de Castro e Carlos Alberto Pereira de Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14028055129568451591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
